Quem trabalha registrado, quando completa mais um ano na empresa já começa a se planejar para tirar férias. Comigo foi e é assim, mas, sinceramente, não imaginaria que iria tirar férias durante uma pandemia.


Muitas cidades já estão mais flexíveis, inclusive SP, meu estado natal e aonde mora a minha família. Mas, quando botei o meu pé "na cidade da garoa" bateu aquele sentimento de medo e na maioria dos dias eu pensava e pedia "Deus, que eu não pegue o vírus da Covid durante a viagem".


Os planos eram ficar 10 dias, mas acabei estendendo para mais sete dias. E voltei Ouro Preto feliz pelos meus dias em SP, feliz por ter visto pessoas queridas e feliz por não ter tido nada (nem a minha rinite atacou por causa da mudança de tempo).


Sim, essas férias foram diferentes, não só por conta da pandemia, mas também porque nesse ano tenho outro emprego e outros trabalhos. Nessa foto que publiquei no meu instagram, contei um pouco da minha rotina nessas férias e mesmo ficando mais em casa, deu pra aproveitar bastante.



Como foi viajar durante a quarentena

O Transporte

Começando pelo transporte, optei ir de avião para São Paulo por conta da rapidez, pelo custo e também porque muitas empresas de ônibus diminuíram a frota. A viagem de Ouro Preto para Belo Horizonte foi bem tranquila, o ônibus estava bem vazio, tanto que cada passageiro foi sozinho na poltrona.


Já o avião me surpreendeu. Ele veio com todas as poltronas ocupadas (tanto a ida quanto a volta), não vi álcool em gel dentro da aeronave a disposição para os passageiros (não reparei na porta, mas no corredor não tinha), não houve medição de temperatura (nem na entrada para os portões de embarque) e o uso da máscara era obrigatório.


O que gostei foi da organização da saída dos passageiros da aeronave. As fileiras eram liberadas uma por uma e o controle era feito por um comissário de bordo.


Como a ordem ainda é, quem puder fique em casa, a maioria das vezes que sai pedi um uber. Nas poucas vezes que utilizei ônibus e metrô, achei que ambos estavam mais vazios (quem mora em capital sabe como que o transporte público fica  sendo hora de pico ou não).


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Indo a um restaurante

Para comemorar o meu aniversário, uma amiga sugeriu de irmos em um restaurante e topei. Fomos no Coco Bambu, do Shopping Maia (Guarulhos) e foi bem tranquilo.


Logo na entrada é entregue um saco plástico pra você colocar a máscara, álcool em gel em todas as mesas, garçons com máscaras e luva, e a todo momento você conseguia ver eles limpando o cardápio com o álcool.


O limite de pessoas por mesa eram de seis e havia uma distância, mínima de 1,5m entre uma mesa e outra.




Indo ao shopping

Fui no shopping três vezes, mas em todas fui com o foco de comprar algo específico, aquele convite "vamos dar uma volta no shopping?" passou longe. Mas, mesmo indo focada, acabei ficando em média 2 horas e visitando umas quatro, cinco lojas.


A minha mãe mora próximo do Shopping Maia, então todas as vezes que fui, foram lá. Ele não costuma ser um shopping cheio, mas a presença de adolescentes era nítida e em bandos.


Fazer compras durante a pandemia não é lá um coisa muito "gostosa" de fazer. A todo momento eu passava álcool em gel, só colocava a mão nas peças que gostava e iria levar, e pegar no corrimão da escada rolante? Nem pensar.


Mesmo com todas as restrições e cuidados, essas foram uma das melhores férias que tive. Nesse post do instagram também compartilhei como que foi a viagem na questão interna, vai lá conferir!


beijos, beijos

Inovação. Essa tem sido a palavra de ordem dos últimos tempos e não só no segmento da tecnologia, mas em todos.


Anualmente, o site Fast Company divulga uma lista com as 50 empresas mais inovadoras e as de 2020 contam com empresas que vão desde a área de negócios até a de cultura.



Das 50, três são do ramo da moda e elas têm feito um trabalho interessante e de impacto. Confere só:


CaaStle

Uma startup de aluguel de roupa. A diferença é que ela se conecta ao estoque de outras empresas. O gerenciamento do aluguel, armazenamento e limpeza ficam por conta da CaaStle. Eles também lançaram a Haverdash, que é um serviço próprio de aluguel multimarcas só para mulheres.


Thredup 

Depois de 10 anos no mercado, a plataforma Thredup firmou parceria com outros varejistas, com o objetivo de encontrar um novo público que gosta de comprar roupa de segunda mão. Algumas das lojas parceiras são: JCPenneys, Macy's e Madewell que montaram seções especiais de segunda mão, em suas lojas físicas.


Trove

Quem tem loja no Enjoei, no Repassa ou em qualquer outro site de venda de roupas e produtos, sabe o trabalho que dá separar os itens, limpar, fotografar, colocar no site e quando há venda, ir aos correios para enviar.

Então, todo esse processo é realizado pela startup Trove, criada na Patagônia. Eles são os responsáveis pela limpeza das peças, por fotografá-las e colocar o preço. Após esse processo, as peças são mandadas para os sites de revenda de cada marca.


Veja também

- Pinterest: Tendências de estilo ao redor do mundo
Pantone divulga cor de 2020 - Classic Blue 
Inspiração de looks com a jaqueta doudone


O que eu gostei nessas três startups é que elas incentivam a compra de peças usadas, o consumo consciente e no caso da Trove fortalece a economia local.


Não é de hoje que a forma como consumimos moda vem mudando. A cada dia um novo brechó é aberto e o incentivo pela compra (de forma consciente) nesses locais, só vem sendo fortalecida.

Nesse post eu contei como foi ficar um ano sem comprar roupas e nesses 365 dias, uma das coisas que aprendi foi a olhar as minhas peças com outros olhos e dar um novo uso para elas. E hoje, uma das coisas que faço quando compro algo novo é tirar alguma peça para doar ou vender.


Sobre a lista criada pela Fast Company, clicando aqui você acessa ela.

Começo esse post com a seguinte pergunta "Como tem sido a sua atuação no trabalho durante a quarentena"?

Esquece as oscilações de humor, esquece a bad de não poder sair e foca no seu desempenho. Ficou com dificuldade de responder? Eu também.

Uma das coisas que a pandemia tem mostrado, é o real interesse dos colaboradores com a empresa em que trabalha. O momento que estamos vivendo fez com que muitas delas implantassem uma nova forma de trabalho, um novo tipo de atendimento ao cliente, um novo posicionamento, novos produtos ou serviços, entre outros.

Isso muito me alegra, porque mostra que essas empresas estão se adaptando as novas formas de trabalho e de como chegar ao seu cliente. Mas, ao mesmo tempo, me bate uma tristeza por ver que há colaboradores que não estão entrando no mesmo ritmo, que ainda estão com o pensando de "tudo irá voltar ao normal" e sabemos que o normal que conhecemos, não será mais como antes.

Também me deixa muito triste ver o não envolvimento desses colaboradores com as mudanças que estão acontecendo dentro das empresas, que não dão valor ao seu trabalho, que ainda tem uma visão de que precisam de um chefe pra mandar fazer as coisas (sim, mandar), que não são pró-ativos e que ainda não entenderam que eles precisam se adequar ao novo, as ideias, as novas formas de executar a sua função.



Em matéria publicada pelo G1, sobre o desemprego na pandemia, o jornal traz o dado que na quarta semana de junho foi registrado que 12.428 milhões de pessoas estavam desempregadas (dado divulgado no dia 17/07/2020 pelo IBGE). Sim, esse é um número muito grande que nem eu consigo compreender o tamanho dele. 


E ele nos mostra, principalmente pra quem está empregado, o quanto é preciso dar valor ao seu trabalho, porque se não você vai fazer parte dessa estatística. Eu não quero e você? 


Veja também: 

- Como liderar uma equipe a distância 
- Como empreender no ambiente de trabalho
- O que aprendi trabalhando com empresários 


Nesse mês, mas especificamente no dia 25/08, fazem cinco meses que estou em home office e vi o meu trabalho mudar drasticamente. Eu tive que reinventar a forma como falo de projetos e eventos na Associação Comercial e Empresarial de Ouro Preto (um dos meus trabalhos fixos), tive que pegar novas responsabilidades pra poder direcionar a equipe e a forma como a instituição iria continuar realizando o seu trabalho.

Nesse período, também pude observar (e continuo observando) comportamentos da equipe interna, comportamento de empresários locais, comportamento de colaboradores de outras empresas e sempre colocando na balança, o que está tendo resultados positivos e o que não condiz com o momento que estamos vivendo.   

Eu entendo perfeitamente que algumas pessoas têm dificuldades de se adaptar as mudanças, mas, infelizmente, quem não se adaptar vai ficar para trás. E observando de fora, eu percebo que durante essa quarentena as empresas estão muito mais seletivas e avaliando muito mais os seus colaboradores.

Afinal, o mundo está no meio de uma pandemia, de uma crise econômica e quem sobreviver a tudo isso vai reavaliar (muitas empresas já estão) processos, gestão e, principalmente, caixa. Se na vida pessoal cortamos gastos quando queremos economizar, na gestão financeira de uma empresa é a mesma coisa.
E você, que está lendo esse texto e trabalha de carteira assinada em uma empresa, eu peço que você se pergunte: "Como que eu estou me adaptando as mudanças que a quarentena está impondo?"; "Como que foi a minha atuação nos últimos meses?"; "Se a empresa que trabalho precisar cortar custos, eu corro perigo de estar dentro desse grupo?".

São perguntas difíceis de responder, mas que valem a reflexão. Eu me faço elas a todo momento e as respostas nem sempre são positivas. Mas, o mais o importante é ter ciência delas e buscar soluciona-las. O que não pode é ficar parado, esperando a pandemia acabar, só fazendo o básico e não procurar crescer como profissional e ajudar no crescimento da empresa em que trabalha. 

No final de junho iniciei uma série de postagens sobre produção de conteúdo, que vão entrar aos sábados no meu instagram. Alguns temas também vão estar aqui e o de hoje é um deles.
Eu perguntei para alguns amigos e familiares o que, para eles, eu fazia bem e um dos pontos que apareceu em comum foi a escrita (algo que eu amo fazer) e a criatividade. E é sobre esse último tema que quero falar.


Para algumas pessoas, ser criativo é algo doloroso ou difícil. Não vou falar que é fácil, porque também não é. E, para mim, a criatividade é algo que precisa ser   estimulada constantemente e de preferência de forma leve. E claro que tem momentos que é preciso força-la (como esse texto que eu tive que falar para mim mesma que eu só irei larga-lo, assim que terminar de escreve-lo custe o tempo que for).


A criatividade está muito ligada ao que conhecemos, ao nosso humor, as coisas que assistimos e lemos. A autora Elizabeth Gilbert, em seu livro "Grande Magia - Vida Criativa sem medo", diz que a criatividade também está muito ligada a coragem da gente colocar aquela ideia para funcionar, tirá-la do papel. E eu concordo com ela. A nossa mente está a todo momento pensando novas coisas e o que falta é darmos atenção a esses pensamentos. 



Criatividade X Produção de conteúdo


Quando a criatividade está relacionada a produção de conteúdo, em alguns momentos temos o famoso "bloqueio criativo", que é aquela sensação de que nenhuma ideia vem a mente, você não sabe o que postar no instagram, que post fazer para o blog e qual tema escolher para um vídeo. 

Eu já tive esses momentos e sei que você também. Mas, ao longo do tempo, fui adotando algumas ações que me ajudam a ser mais criativa e a driblar esses momentos. São eles:

  • Ter um banco de ideias e classificá-las em qual tipo de conteúdo será produzido (texto, foto ou vídeo)
  • Ler, ler e ler. E não só livros, mas também sites de notícias, blogs, jornais e revistas
  • Consumir conteúdos que não são da minha área
  • Sempre que eu ver, assistir ou ler algo que me chamou atenção, pensar "como que isso está relacionado na minha vida?". A partir dessa pergunta, sempre consigo pensar em novos temas
  • Buscar referências dos assuntos que gosto (pinterest e instagram)
  • Utilizar os recursos dos stories para conhecer o meu público e saber quais são os assuntos que eles gostam de saber
  • Ter uma linha editorial e definir os temas que vão entrar em cada dia. Por exemplo, às segundas-feiras eu falo sobre empreendedorismo e carreira, às quartas são reservadas para beleza e moda, nas quintas um vídeo do youtube, às sextas-feiras sobre viagens e lifestyle, e os sábados sobre produção de conteúdo


VEJA TAMBÉM 
- Sites e aplicativos que ajudam no dia a dia e na produção de conteúdo
- 3 plataformas para criar um blog
- Como produzir conteúdo diário para o instagram


Sugestões de ideias para alguns nichos

Dentro de tema de produção de conteúdo, convidei uma amiga para gravar um vídeo sobre o assunto e respondendo algumas perguntas e dúvidas que recebi pelo instagram. 


Nesse vídeo (você pode assistir, clicando aqui), demos algumas sugestões de temas para alguns nichos e os que faltaram resolvi trazer para cá. 






Produzir conteúdo para a internet não é um bicho de sete cabeças, mas requer um comprometimento. Por isso, trabalhe todos os dias a sua mente para pensar de forma criativa, se force a pensar em novos conteúdos e converse com a sua audiência.

Uma das coisas por qual sou muito grata é por nunca (até esse momento) ter corrido atrás, por muito tempo, de um emprego. Todos que eu já tive (fixo e estágios), "meio" que caíram no meu colo. E não estou falando isso, querida leitora, pra te deixar pra baixo, até porque, até hoje teve (e tem) muita ralação pra que isso acontecesse.


Eu gosto de trabalhar, gosto de estar em movimento, gosto de tentar coisas novas e, uma coisa muito importante, é que eu acredito que irei conquista aquilo. Sabe o famoso pensamento positivo? Então, eu tenho muito dele. 


No dia 12 (domingo) compartilhei no meu instagram os depoimentos que recebi, do trabalho de social media que venho realizando. Receber esses depoimentos, ouvi-los e saber que o meu trabalho fez e está fazendo a diferença na vida ou no projeto de alguém, é sensacional.


Mas, hoje, eu não estou com dois empregos fixos + quatro clientes de social media, porque eles simplesmente vieram até a mim. Em relação ao empregos fixos, eu entrei na Associação Comercial e Empresarial de Ouro Preto como estagiaria e fui contratada com (mais ou menos) 6 meses de trabalho por conta de um projeto que escrevi e que não foi aprovado.


Já na Rádio UFOP eu fui estagiaria durante a universidade e cinco anos depois, fui chamada para trabalhar lá. E o meu trabalho de social media, vem sendo desenvolvido desde maio de 2019 e só em abril de 2020 que eu realmente tirei ele do papel.



Uma das coisas que acredito, que fiz e que recomendo para todas as pessoas é aproveitar as oportunidades que a universidade oferece e fazer trabalhos gratuitos. Eu sei que muitas pessoas torcem o nariz por trabalhar de graça, mas quando digo em fazer esse tipo de trabalho, não é para sempre, não é para que isso se torne corriqueiro. A minha sugestão é que você ofereça por um tempo determinado a sua mão de obra em troca de conhecimento e experiência. 


Dois exemplos bem ressentes e que têm haver com uma das minhas clientes de social media, é que eu participei de um sorteio onde ofereci um mês de social media, ela foi a ganhadora, executei o trabalho pra ela e antes mesmo do mês acabar ela já tinha me pedido um orçamento pra continuar a gerenciar a página do instagram da sua marca.



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E o outro exemplo, é que eu ofereci para uma empresária local criar um blog dentro do site dela e escrever, de forma gratuita, por dois meses sobre o produto dela. No caso dessa, só não demos continuidade ao serviço por questões financeiras. Mas ela já conheceu o meu serviço, viu a qualidade dos meus textos e eu sei que ela sempre vai lembrar de mim, quando for algo relacionado a blog. 


Eu sei que lendo esses dois relatos parece fácil, mas antes que o medo e o próprio boicote tomasse conta de mim, eu fui lá e fiz. Com medo, com insegurança e com vários questionamentos se daria certo ou não.


Eu também sei que essa quarentena tem mexido com todos nós e que a vontade de tirar um projeto do papel fica oscilando com a insegurança de que "será que esse é o momento?", "será que as pessoas vão comprar"?, "será que vão me aceitar trabalhar de graça", será, será, será.. que nunca tem fim. 


Acredito que já tenha falado isso em outro post ou nas minhas redes sociais, mas é preciso ver o lado bom das coisas, é preciso tirar um aprendizado de tudo que está acontecendo. E pra te dar uma forcinha, reuni algumas dicas que me ajudaram e me ajudam a não travar, na hora de fazer algo novo.

  1. Coloque os seus sonhos no papel e crie um mural da visualização. Imprima ele ou coloque como fundo de tela do computador ou celular, porque assim você nunca vai se esquecer das coisas que quer conquistar;
  2.  Se você está na universidade (ou vai entrar) participe do que é oferecido. Empresa júnior, cobertura de evento, encontros, projeto de extensão.. Assim você vai conhecer pessoais (aumentar o networking) e começar a colocar em prática o que vem aprendendo
  3. E falando em colocar em prática, tente todos os estágios que aparecerem. Não se importante tanto com o valor da bolsa, porque se você esperar um estágio que pague mil reais, esquece, porque você vai ficar para trás. Impossível não é, mas é melhor você entrar em um que pague R$400 e já ir aprendendo coisas novas do que ficar parado;
  4. As oportunidades que aparecerem relacionado a sua área, aproveite. Vá em eventos, congressos, feira, vá conhecer pessoas;
  5. Não fica se comparando. É clichê, mas se você ficar olhando para o umbigo do coleguinha, nunca vai se desenvolver e se destacar;
  6. Tenha pensamento positivo e esteja disposto a abrir mão de alguns fins de semana e noites de sono; 
  7.  Ofereça o seu serviço de forma gratuita para alguém ou convide uma pessoa para ser a sua "cobaia". Além da história do blog, atualmente estou mentorando uma amiga que quer melhorar a presença dela nas redes sociais. Vai ser bom pra ela, porque é algo que ela vem buscando, e vai ser bom pra mim, para eu validar o que sei e venho aprendendo;
  8. Seja autorresponsável pelas suas escolhas, pelas suas conquistas e, principalmente, pelas suas falhas; 

Esses são alguns dos comportamentos que eu tive pra chegar aonde estou e que continuo trabalhando neles para conquistar os novos sonhos que surgem a cada dia.


E você, não desista dos seus. Apenas coloque foco, força, prioridade, comprometimento e amor (claro). Coisas boas sempre estão por vir. 


beijos, beijos

Estava com saudade de trazer um conteúdo de beleza para o blog, mas, devido a quarentena, tenho filtrado bem os posts que escrevo, principalmente os de moda e beleza. Mas, o de hoje é uma resenha de alguns cremes para definir o cabelo que usei, durante uns bons meses, e vim compartilhar o que achei de cada um.


Nos últimos meses rolou uma relação de amor e ódio com os meu cachos, até que resolvi dar umas "picotadas" nas pontas e ele já ficou com um ar diferente e mais definido. Na questão da definição, em alguns momentos uso o borrifador, em outros não e já teve alguns dias que acordei e não defini o cabelo.


Os três produtos que vou falar no post, refletem a minha opinião e como que o meu cabelo se comportou a eles. Claro que, tem dias que o cabelo está com vida própria e não há nada que eu faça, que irá doma-lo e ai, o jeito é deixar do que jeito que acordou (quem nunca?). Bora, para a resenha.




Cachos definidos, da Seda cocriações

Em outubro de 2019 quando cortei o meu cabelo pixie, decidi não fazer progressiva, porque queria que ele crescesse natural. E o primeiro creme que comprei foi o Cachos Definidos, da Seda. Já tinha usado ele e também aproveitei o momento pra comprar a linha toda (shampoo e condicionador).
Eu gosto de usar ele com a mãos úmidas e ir passando de pouco em pouco. Se eu passo ele com as mãos secas, tenho a sensação de que deixa o meu cabelo pesado. Ele definiu bem os meus cachos e controlou bem o volume. No site da Amazon, ele está saindo por R$7,10 e pra conferir é só clicar aqui.

Ativador de Cachos de Mel da linha Tô de Cachos, da Salon Line

Ganhei esse na Beaury Fair de 2019 e amei. Foi amor ao primeiro uso. A consistência dele é na medida (nem tão grosso e nem tão ralo), ativou bem os meus cachos e o cheiro de mel não é enjoativo.


Como o creme da Seda, esse eu também passei com as mãos úmidas e gostava de usar no day after e com o borrifador. Ele Mantinha um volume legal do cabelo, abaixava o frizz e não deixava o cabelo com aspecto de molhado, quando ia secando. Esse ativador é recomendado para cabelos ondulados, cacheados, crespos, crespíssimos ou em transição. No site da Amazon, ele está saindo por R$15,90 pra conferir é só clicar aqui.


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Amarelinho, da Yamasterol

Esse eu também ganhei na Beauty Fair de 2019 e, vou confessar, que nunca tinha usado. Já tinha ouvido falar, conhecia a marca, mas nunca tinha usado nos meus cabelos. E, também, foi amor a primeira passada.


Esse eu passei mais com as mãos secas e no day after. Nos dias que usava ele, conforme o meu cabelo ia secando os cachos iam se soltando e ficando mais com uma ar natural. No meu instagram tem um IGTV com o passo a passo de como finalizava o cabelo com ele. Pra assistir, é só dar play. 




Esses são três cremes que eu aprovo e recomendo, tanto que o Seda foi o meu segundo. No momento estou usando outros cremes para finalizar (não são os meus preferidos), mas já estou com uma lista de recomendações pra testar.

Se você é cacheada, deixa aqui nos comentários quais são os cremes de pentear e ativadores de cachos recomenda.


beijos, beijos
Uma coisa que acredito, falo e faço é sobre empreendermos dentro do ambiente do trabalho, de fazer mais que o combinado, de encontrar naquela atividade que não é da sua área um ponto de satisfação, para que o trabalho se torne leve e você se destaque. 

Mas, um ponto que vem me incomodando e martelando na cabeça é sobre as lideranças dentro das empresas, principalmente nesse momento de pandemia. Nós aprendemos que dentro das empresas existem líderes e existem chefes. E que o líder, em determinados momentos, precisa ter postura de chefe, mas que o chefe, precisa ter mais postura de líder. 

E quando não há nenhum e nem outro dentro da empresa, como que os funcionários/colaboradores devem se portar? Pergunta difícil neh? Eu sei. 

Quando você entra no mercado de trabalho e começa a conquistar sonhos pessoais, começa a conhecer pessoas influentes e começa a se destacar em uma área, você percebe que precisa desenvolver habilidades que não são ensinadas nas escolas e nem nas universidades. 

E uma dessas habilidades é a liderança, que, para mim, algumas pessoas têm ela mais aflorada e outras não. E independente de qual grupo você se encaixa, essa é uma habilidade que precisa ser estimulada constantemente.



Mas Gabe, como ensinar alguém a ser líder? 

Sabemos que ninguém se torna líder da noite para o dia. Então, a primeira coisa a se fazer é identificar quem, dentro da empresa, tem a desenvoltura para conduzir pessoas e ações. A partir dai, é envolve-la em algumas atividades que vão precisar de um condutor, é trabalhar com ela a habilidade da escuta, da compreensão e da tomada de decisões.

É também trabalhar a habilidade de observar os demais colaboradores e as características de cada um, é saber dar feedback, pensar estrategicamente, saber identificar quem é e quem não é parceiro, entre outros. 

Mas, mais do que apender dia após dia sobre como liderar uma equipe, é preciso que os membros dela tenham maturidade em reconhecer e aceitar um líder (principalmente se esse alguém foi um membro promovido). 


E quando essa liderança precisa ser a distância e um dos desafios é manter a equipe motivada?
Sinceramente, também não sei a resposta dessa pergunta. E fui atrás de quem sabe ou de quem está passando por isso nesse momento. Fui conversar com uma cliente e colega,que se chama Paula Pires (ela também é coach de mulheres e equipe) que trabalha em uma multinacional e que gerencia uma equipe grande, e fiz as seguintes perguntas pra ela:

Gabe: Como manter os colaboradores motivados?
Paula: Minha equipe já tem mais de 200 pessoas e mantê-los motivados, é através da comunicação. O contato, a comunicação clara, você ouvi-los é algo que ajuda muito, porque as demandas desse cenário de covid-19 são muito grandes. Cada dia é um dia, precisamos atender as questões de saúde indicadas pela OMS, temos que estar atentos ao bem estar deles, tem as testagens que precisam ser feitas. 
Pra você manter um colaborador motiva, a comunicação, nesse cenário, precisa ser muito mais assertiva do que nunca. E com os líderes, eu faço essa comunicação, muitas vezes, via telefone, mas com a equipe operacional, eu faço presencialmente.
 
Gabe: E quando não há uma liderança? Qual sugestão você dá para que os projetos e atividades da empresa não caem de nível?
Paula: A minha sugestão, é a equipe se reunir (se der de forma online, ótimo) e conversarem, por exemplo "olha gente, estamos sem um líder e com várias ações acontecendo. Precisamos, aqui, fazer algumas delegações, alguns alinhamentos e distribuir as responsabilidades. E vamos definir uma pessoa pra quem a gente vai reportar. Essa pessoa vai ser o facilitador por aqui enquanto o novo líder/gestor não chega. 

Dentro da comunicação, que foi um ponto de destaque na fala da Paula, ela também falou sobre os colaboradores (que estão sem um líder/gestor) deixarem claro, entre eles, que todos estão ali por um objetivo único que é manter o crescimento da empresa. Além de que, ficando alinhado a divisão de responsabilidade, não fica um mal estar dentro da equipe. 

Esse é um tema que da muitos e muitos posts, vídeos, podcasts e todos os formatos de conteúdo que existem, porque líder, pra mim, tem sinônimo de influência (às vezes boa, às não) e esse "personagem" não está só dentro das empresas, mas também em todos os aspectos da nossa vida.

O inverno começa hoje e isso significa que vamos tirar do guarda-roupa as roupas usadas no verão e colocar no lugar as de frio. Eu sei que a ordem do momento é ficar em casa, mas, se você precisar sair, tenho certeza que vai querer se arrumar. 

Eu estou nesse time e mesmo se a ida é no supermercado, aproveito pra colocar uma blusa que gosto, uma calça que gosto ou um vestido que gosto. Mas, os dias frios estão chegando e no post de hoje quero mostrar inspirações de looks com a jaqueta doudoune

A jaqueta doudone é aquela jaqueta grandona de nylon que é ótima para usar nos dias chuvosos, porque protege a roupa de baixo. Eu já tive umas quatro, atualmente tenho só uma, e sempre olhei um pouco torto pra ela. Um dos motivos é porque não marca a cintura, mas resolvi dar uma chance pra ela e espero que, depois desse post, você também dê hahahaha.

A jaqueta doudone deixou de ser um item usado só em produções esportivas e muitas mulheres já apostaram nela para o street style de algumas semanas de moda internacional. Pra você ter uma noção, a doudone já foi parar na passarela, em coleção criada pelo estilista Demma Gvasalida, da Balenciaga e também na coleção de outono/inverno da Prada. 

JAQUETA DOUDOUNE+PRADA+DESFILE+INVERNO+MODA
Fotos: Site do FFW

Já deu para para perceber que essa jaqueta é bem volumosa e uma dica para equilibrar o look, é apostar em peças mais justas na parte de baixo. Calças não tão amplas e legging são uma boa opção. Mas, claro que, se você quiser usar com um vestido longo, com uma pantacourt ou calça boca de sino, se joga. As roupas são feitas para usar a imaginação e criar looks ao seu gosto. 

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Dois acessórios que você pode usar junto com a jaqueta, são os cintos e as pochetes. Eles marcam a cintura e já dá um ar diferente ao look. 


LOOKS+INSPIRAÇÃO DE LOOKS+JAQUETA DOUDOUNE+INVERNO+MODA


INSPIRAÇÃO DE LOOKS+JAQUETA DOUDOUNE+MODA+INVERNO

Você encontra a jaqueta doudoune de diversas cores e cumprimentos. O ponto positivo, é que ela é  versátil e pode ser usada em diversos anos. Pode investir nela sem medo.


beijos, beijos

[as imagens do post foram retiradas do pinterest]
Como que anda a sua satisfação com o trabalho? Como que anda a sua satisfação com o trabalho, durante a quarentena? Uma coisa é fato, desde março de 2020 as relações empresa x empregador e a forma como as atividades são desenvolvidas, mudaram e vão continuar mudando. 

Eu sei que algumas profissões não sofreram (tantas) alterações, como a área da saúde, mas as demais... ou você se adapta ou você se adapta. Trabalhei em home office por quase três meses e amei. Eu gosto de trabalhar em equipe, gosto de ver pessoas, senti falta de compartilhar no dia (cara a cara) informações, mas poder adaptar o meu horário as atividades que tenho que fazer, cuidar da minha casa e, nesse mês, passar mais tempo com o Roberto porque ele está de férias, pra mim, foi ótimo. 

Mas, o post de hoje não é como me senti trabalhando em casa e, sim, para levantar uma discussão sobre como que as empresas estão liderando e mantendo os seus funcionários motivados, durante a quarentena. Como fazer mais que o combinado, já que não tem ninguém "olhando" o que estou fazendo? Como me motivar e motivar os meus colegas à distância?

Sim, se você tem colegas de trabalho, acredito que deve estar passando por isso, porque eu estou. Além de ter que lidar com a curva de emoções por não poder sair para passear, por não poder ir ver as minhas amigas, por não poder ir para SP ir ver a minha mãe, ainda tenho que lidar com as emoções relacionadas ao trabalho. 


[Ilustração retirada do site Freepik]

Algumas semanas atrás, conversando com uma jornalista que acompanho no instagram, sobre trabalho e adaptação disse para ela que, ao meu ver a quarentena mostrou dois tipos de profissionais. A geração Z, que é elétrica, quer dominar o mundo e acha que sabe de tudo, que acabou encontrando nessa quarentena a dificuldade em ser pró-ativo e de pensar em novas formas de desempenhar a sua função à distância.

E em compensação, observei que pessoas mais velhas (a partir dos 40, 50) ou que têm anos na empresa, estão com dificuldade de se adaptar ao trabalho em home office ou algo diferente, que vá afetar a rotina (padrão) de trabalho.

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Claro que, essa é uma situação que ninguém esperava e pediu de cada um de nós muita resiliência e um ajuste, nas atividades, do dia para a noite.  Não sei as respostas para os questionamentos levantados no texto, não sei se tem respostas para elas (espero que sim) e estou na busca em descobrir como me manter motivada durante essa quarentena e motivar os meus colegas. 

Depois eu vou volto para compartilhar como que está sendo essa busca. 
Quase três meses trabalhando de casa e da pra contar nos dedos as vezes que usei um jeans. Por aqui o lema tem sido conforto e só tenho usado, pantacourt de malha, vestido longo, calça do pijama (tem dias que a preguiça de trocar de roupa bate), meia calça com shorts e calça esportiva (essas da Adidas), do boy. 

E, eis que visitando um blog me deparo com o termo loungewear, que nada mais é do que aquela roupa confortável para ficar em casa, mas que não tem cara de pijama e se precisar sair na rua (no momento só para casos pontuais), ela está ótima. 

Fui pesquisar mais sobre o assunto e descobri que o elemento principal na composição das peças da linha loungewear, é o algodão por proporcionar conforto e maciez. E em relação as cores utilizadas, as principais são as neutras por possibilitar combinações com peças de outras cores e de outros tecidos. 


Esse post vai de encontro a um desejo meu, que é comprar calça de moletom (estilosas) para usar dentro de casa. Dei uma pesquisada na internet em alguns modelos e preços, e trouxe os que me chamaram a atenção. Ah, a moda loungewear pode ser usada como pijama, para ficar confortável em casa, pra sair e até para ir trabalhar. Também fiz uma pesquisa em marcas brasileiras que tem o foco no loungewear e segue o instagram de algumas pra vocês conhecerem, as duas que mais gostei foram a @avaintimates  e a @tjamoficial






Ainda estou me decidindo e me organizando financeiramente, antes de comprar as calças e, assim que decidir, compartilho as escolhas no instagram (@gabepinheiroblog). Você já tinha ouvido falar nesse termo? Como que tem sido as escolhas de roupa nessa quarentena?

beijos, beijos

[fotos tiradas do pinterest]