Penteados com tranças em cabelo curto

Muitas mulheres deixam de cortar o cabelo curto por meio de ficar feio, achar que não combinam com elas ou porque não dá para fazer nada no novo corte. E quando alguma amiga ou conhecida me fala que vai "radicalizar" e cortar curto, eu abro um sorriso de orelha a orelha e dou o maior apoio (se bobiar até opino no modelo do corte haha) e digo que todas as crenças - aquelas da primeira frase -, são mentiras.

Eu já uso a anos o cabelo curto e já perdi o número de cortes tive até hoje. Nesse tempo, aprendi a forma de modelá-lo com a escova, como enrolar com a chapinha, qual lado ele fica melhor, quais cuidados eu tenho que ter com cada corte, quais produtos usar (principalmente se ele está enrolado) e quais penteados consigo fazer com ele. Por que sim, dá para fazer penteados em cabelo curto.


Sempre quando eu posto uma foto no instagram (@gabiipsousa) de um penteado, sempre tem uma alguém que vem me falar "nossa Gabi, queria saber fazer penteados no cabelo que nem você" ou "como você consegue fazer tanta coisa no cabelo, mesmo ele sendo curto?". E seu sempre respondo a mesma coisa, treino, buscar referências e inventar. Sim, inventar novas formas de usar o cabelo liso, enrolado ou preço a partir de outros penteados.

Uma das coisas que eu adoro fazer no cabelo é trança, seja embutida ou pegando uma parte do cabelo. O início sempre vai ser um pouco difícil, mas a pratica dos penteados é a repetição e aptar aquela trança ao tamanho do cabelo.

Separei alguns penteados de inspiração e que dá pra começar já, a fazer no seu cabelo.








Ah, e semana passada entrou no canal um vídeo mostrando  como que eu faço a trança embutida no cabelo. Para assistir é só dar play.


Fala se não é fácil fazer trança no cabelo curto? E se você está procurando inspiração de outros penteados, o Pinterest é mídia social ótima para essa busca.

beijos, beijos

Morando Sozinha com R$1.200


“Ah, mas eu só consigo ir morar sozinha quando estiver ganhando muito”. Mentira e verdade. Mentira, porque o ser humano consegue se adaptar as situações e da mesma forma que dá para viver com R$5 mil, dá para viver com R$1.200. E pouco de verdade, porque se você não se organizar e observar o custo de vida da localidade que vai/deseja morar, ai será difícil morar com pouco.

Esse ano eu tive que adaptar o meu estilo de vida dentro do valor menos e no post de hoje vou contar como que foi essa adaptação, escolha da casa para morar e pagamento das contas.



Comecei 2018 com o foco de ter estabilidade na minha vida. Ainda estou na busca em algumas áreas, mas em duas delas já consegui (ou pelo menos o processo está bem avançado) que são o trabalho e a moradia. Nesse postcontei como que foram os três primeiros meses morando sozinha e nesse conteicomo que foi morar um tempo sem fogão e internet. E para concluir a sequência de posts sobre Morar Sozinha (e começar a falar da vida a dois), vim contar como que foi morar sozinha com R$1.200.

Dinheiro é o ponto principal para quem deseja sair da casa dos pais ou da casa das amigas, para ter o seu próprio canto. A primeira coisa que deve ser analisada é o valor que você ganha mensal. A partir desse ponto você consegue traçar o valor máximo de aluguel que consegue pagar e também fazer projeções dos outros custos (água, luz, internet, comida).

Depois que fui contratada (carteira assinada, antes era prestadora de serviço na Associação), e vi que o meu salário iria diminuir listei todos os meus gastos e determinei o que era prioridade no momento, e como poderia economizar em alguns gastos.

Sim, o item mais caro é o aluguel. Eu levei menos de um mês pra achar uma casa em Ouro Preto no estilo que queria (com garagem e área para a Saori), e depois que fechei o contrato consegui negociar o aluguel durante seis meses por R$700 e a partir do sétimo mês, iria para o valor final R$800 (fiquei de fevereiro a julho morando sozinha, o Roberto chegou em agosto). Com isso, consegui economizar R$600 de aluguel dinheiro que direcionei para outros gastos e para as idas pra SP. Vale ressaltar que eu só consegui esse desconto, porque aluguei a casa direto com a proprietária, expliquei pra ela a minha situação e apresentei a proposta.

E as outras contas Gabi?

Com o dinheiro que sobrava eu distribuía para as outras despesas como luz, cartão de crédito, mercado, plano de celular e gastos que poderiam aparecer. Morar sozinha requer um mínimo de planejamento e quem opta por isso, precisa estar disposta a abrir mão de algumas coisas e ciente que vai passar por alguns perrengues.

Entre fevereiro e julho também busquei novas formas de ganhar dinheiro (tema para outro post) para que, assim, ficasse mais tranquila com as contas no início do mês.

Já disse várias vezes que morar sozinha não é fácil, mas é uma experiência incrível. E viver com R$1.200 também não é impossível e tudo uma questão, como disse lá em cima de adaptação e foco. Foco no que você deseja, foco em manter as contas em dia, foco na sua felicidade e sonho.
Ah, e pra quem estiver se perguntando se dá para viver com as amigas (dividir casa) com R$1.200, a resposta é sim. E se bobiar até sobra uns trocados.

Dúvidas e comentários, deixem aqui nos comentários que eu vou adorar responder.

beijos, beijos

Links do Mês: Distribuindo mais gentilezas

Uma coisa é fato, um sorriso ou um bom dia desarma qualquer pessoa de cara fechada e faz com o que o seu dia seja ótimo. Tem dias que não conseguimos ser 100% gentis, mas quando o fazemos coisas boas acontecem e paramos para analisar melhor o nosso redor. Os links do mês estão uma mescla de como o dinheiro afeta todas as nuances da vida, como que é trabalhar com internet e sobre a relação com nosso corpo.


Ganhar bem é sinônimo de estar bem consigo mesma? Pra mim, nem sempre. As meninas do F-utilidades falaram sobre o que a independência financeira tem haver com a autoestima.


O trabalho home office e freelancer estão cada vez mais em alta, e saber como calcular o seu preço é essencial para a valorização do seu trabalho. 



beijos, beijos

#Texto: Sobre corpo e casa


Hoje eu quero falar sobre conhecermos nosso corpo (e as mudanças que sofremos) e como é fundamental entende-lo para que o nosso dia a dia e nosso ânimo flua bem. Não falo do corpo físico, de emagrecer, de querer se encaixar em algum padrão, de estética ou de qualquer coisa que vá remeter a nossa “carne”. Mas sim, quero falar do corpo interno, do nosso espiritual, do cansaço de cada dia e de como devemos ficar atentos para que o que aguentamos fazer hoje (com ele, corpo) e que há 3 ou 5 anos atrás era totalmente diferente.

Semana passada o ritmo no serviço foi bem pesado. Demandas do projeto de exposição em uma feira, demanda de atividades dos núcleos, início do curso de Manipulação de Alimentos, curso de licitação acontecendo durante a semana + Café Empresarial na sexta (complemento do curso), e tantas outras coisas que foram aparecendo durante o dia. Não estou reclamando (e nem é o ponto do texto) da quantidade de tarefas que tive, porque eu consigo me organizar para dar conta de tudo. Mas o ponto que quero chegar é quanto ao sono e ao descanso que estou dando para o meu corpo.


A mudança de rotina foi apertada, porque, além de participar do curso de licitação que foi a manhã toda (que resultou em trabalho acumulado), também tive que acordar mais cedo do que já estou acostumada. Eu já sei que produzo mais pela manhã e que não é um martírio acordar cedo, mas a Gabriella que acordava às 5 horas da manhã quando morava em SP já não aguenta mais acordar no mesmo horário e não diminuir a produtividade durante o dia. E tudo isso, porque hoje eu tenho um ritmo de vida diferente.

Mas e o corpo? O corpo entra no momento que ele começa a me dar indícios que eu deveria chegar em casa, após o trabalho, me desligar da internet, descansar e recuperar o sono e as energias. O meu corpo me disse que no ritmo de atividade que eu estava naquela semana, ele estava ficando muito debilitado (cabeça doeu, perdi a concentração, fiquei com sono durante o dia e faltou ânimo para tudo), e que preciso frear um pouco e ir com calma. E no meio de tudo isso a minha consciência também me disse que estava tudo OK em dar uma desacelerada, colocar algumas coisas em stand by e só retoma-las na próxima semana.

Observar os detalhes que nosso corpo dá e entender que, em alguns momentos, é necessário dar uma parada, contribui com a nossa saúde e com o conhecimento interno. E ter observado esses indícios fez com que eu adaptasse o meu corpo para o restante da semana e, posso afirmar, que mantive a produtividade.

Ah, e sobre a casa. A casa é para destacar que nesses momentos nada melhor do que ter um espaço só seu e ter alguém que cuide de você (independente de quem for), seja fazendo uma comidinha ou dividindo o sofá enquanto você dorme com as pernas em cima dela.

beijos, beijos