Usando roupa branca nos dias frios

Semana passada fiz algumas perguntas no meu instagram, sobre o que o pessoal que me acompanha gostaria de ver no storie. Tive respostas bem bacanas, sendo uma delas sobre como usar cores, e como gosto de transformar tudo em conteúdo escrito, no post de hoje vou abordar a influência das cores na hora de produzir um look.



Se você já ouviu falar ou fez uma análise cromática, sabe que a cor da roupa (acessórios, maquiagem) escolhida, reflete no tom da nossa pele e acaba influenciando no destaque ou "apagamento" do rosto. Sim, a cor que usamos tem esse poder de influência e é com esses contrates que descobrimos quais são as cores que nos favorecem e quais que não.

Hoje quero destacar uma cor que, dizem, ser mais indicada para usar nos dias quentes e quando chega o ano-novo só da ela nas vitrines. Se você pensou no branco, acertou! Eu tenho poucas peças brancas, mas as que tenho já são o suficiente pra montar looks para todas as ocasiões.

O branco, por ser uma cor clara, retém menos o calor e por isso é menos usado nos dias frios. Mas como o meu lema é adaptar o temos no guarda-roupa independente da temperatura, trouxe algumas peças (destaque para o vestido branco) que valem a pena investir e inspirações de como usá-las tanto no calor quanto no frio.




Uma coisa importante na hora de escolher uma peça branca, é analisar a qualidade do tecido e se é muito transparente. A qualidade, pra saber se o preço a ser pago vale a pena e se irá durar.

As peças das fotos são da Zaful, uma loja chinesa online que entrega no Brasil. Além de roupas, eles também vendem acessórios, biquínis (a Jessica Novaes fez um post sobre eles) e roupas para homens.
Mas agora eu quero saber, vocês gostam de usar roupas brancas?

beijos, beijos

Como usar um skater dress no outono/inverno

Você sabe o que é um vestido skater? E um um vestido com a cintura marcada? Tenho certeza que quando você leu a segunda frase, na hora veio a imagem de uma pessoa (ou a sua) usando um vestido que marcava a cintura. Sim, eu descobri recentemente que esse é o nome desse tipo de vestido e é sobre ele que iremos falar no post.


O "skater dress" é um modelo onde a parte de cima fica mais ajustada no corpo (marcando a cintura) e a saia tem caimento tipo evasê. Essa é uma peça que vai bem em 99% das mulheres, têm modelos com tecidos variados e se encaixa em várias ocasiões.

Trazendo para atual temporada, outono/inverno, o skater dress vai bem tanto com as botas Over The Knee quanto com as de cano baixo. E como os fins de tarde já estão ficando gelados, os modelos de manga comprida são ótimos para proteger do frio.




Eu não sei vocês, mas eu adoro adaptar as minhas roupas para conseguir usá-las em todas as estações e, sim, os vestidos são um pouco desafiantes porque junta a vontade de usar + de não querer passar frio. E é nesse momento que eu corro para o pinterest, dou um google ou consulto as revistas para ver inspirações.

Para quem tem dificuldade em montar combinações a dica é começar com as peças atemporais, como a jaqueta jeans, casacos, suéter e cardigã. Jogando eles em cima do vestido já dão uma nova cara para a produção. E quem já é mais ousado e gosta de brincar com as peças, experimente usar uma camisa branca por baixo (quando a alça do vestido for fina).


Viu como o vestido é uma peça versátil e que da pra usar de diversas formas? Ah, e pra quem gosta de comprar online um dos sites que recomendo é da Zaful, as peças não demoram pra chegar e vêm bem embaladas.

Para as que não gostam do frio e já estão pensando no verão, a Jéssica Novaes fez um post com dicas de biquínis, pra já ir se inspirando.

beijos, beijos

[as imagens utilizadas no post foram retiradas do Pinterest e do site da Zaful]

Sobre superar medos | Encontro Mulheres de Vena

Depois que entrei na Associação Comercial passei a conhecer e a entender como que funciona uma empresa, como que os empresários se comportam, quais são os desafios, quais são os suportes que eles precisam e quais são as particularidades das empresas e empresários de Ouro Preto.

Nesse período, trabalhei 18 meses com um único projeto o Programa Empreender, onde coordenada 10 núcleos setoriais. Conheci um pouco das dores de cada seguimento, a trajetória dos empresários e constatei que quando se fala da mulher empresaria, os desafios são ainda maiores, muitas não se reconhecem empresaria e que falta na região ações voltadas para elas.

Desde então eu comecei um trabalho com um Núcleo das Mulheres Empreendedoras na ACEOP e fui me aproximando de negócios que são gerenciados por mulheres. Sim, não é fácil é empreender, mas se você se aproxima de pessoas que querem crescer junto com você, o caminho fica muito mais fácil.



Esse ano eu entrei em um grupo de mulheres daqui de Ouro Preto que se chama Mulheres de Vena. Ele é coordenado por três mulheres, Lucimara Mendonça, Renata Padula e Alessandra Maria, que criaram o grupo pra trabalhar com três pilares: Liderança, Marketing e Finanças.

No domingo (5) elas promoveram o 1º Encontro da Mulher Empreendedora na cidade. Foi incrível, foi um dia inteiro de aprendizagem, foi um dia pra compartilhar experiências, fazer networking e superar os medos.

E é sobre esses medos que quero falar. Eu sempre ouvi a frase "o não você já tem" quando ia fazer ou pedir algo, mas, pra mim, ela fez muito mais sentido nas duas últimas semanas, porque eu não tinha dinheiro pra pagar o evento, queria muito participar, e enviei uma mensagem pra uma das organizadoras explicando a minha situação e OFERECENDO A MINHA Mão DE OBRA como pagamento. Na mensagem eu também propus fazer um teaser (que não foi preciso porque já tinha uma pessoa responsável) e várias outras coisas. E adivinhem a resposta? "Claro Gabe e depois alinhamos o que você irá fazer no evento".

Sim, antes de mandar a mensagem pensei uma, duas, três vezes se devia. Venci o medo e pude participar desse encontro. E fiquei pensando quantas oportunidades não perdemos por medo do não (que já temos) e mesmo assim ficamos com o medo de ir atrás do sim.




Ter esse ato de coragem me trouxe outros desafios, que foi fazer parte do grupo de expositoras (tive uma mesa só pra mim), ter que pensar em um serviço para oferecer pra outra mulher e fazer uma apresentação de 1 minuto sobre o meu trabalho (nesse caso com o blog).

Como resultado desse medo, o brinde que ofereci foi uma sessão de 3 horas de branstorming sobre criação de blogs e um ebook com 5 passos para criar um blog, para todas as participantes. O medo também fez com que eu mandasse embora toda a insegurança que poderia sentir e falar sem ter vergonha que sou blogueira e amo esse universo.

No final, o medo se tornou o meu aliado e fez com que eu me superasse. E todo esse relato é pra reforçar que "se tiver medo, vai com medo mesmo" e que toda vez que você sentir esse sentimento, você transforme ele em um gás pra poder ir além.

beijos, beijos