Quanto gastar no casamento? [Dicas de economia]

No segundo post da série “Vou me casar” (sim, acabei de inventar hahaha) vamos falar sobre a parte fundamental desse processo, que é “quanto gastar no casamento?”. Antigamente, tinha-se a prática de dividir os gastos entre as famílias. A parte da noiva pagava a festa e o vestido, por exemplo, e a do noivo pagava os demais gastos. Hoje em dia os relacionamentos mudaram, o pensamento do casal mudou e quem acaba arcando com tudo são os dois. Claro que no processo sempre tem pai, mãe, avós, padrinhos, entre outros, que acabam contribuindo com alguma quantia, mas quem decidi o orçamento e o quanto estão dispostos a gastar, são os noivos.

Sei que ninguém gosta de falar de dinheiro e quando envolve um projeto a dois (sim, um casamento é um grande projeto) só o casal sabe o quanto estão dispostos a pagar e se querem gastar com uma festa.

Não há uma regra do que se deve fazer no processo de decisão de quanto irão gastar no casamento. E pra me ajudar a construir esse post, entrevistei duas amigas e uma prima sobre esse planejamento e compartilho com vocês as dicas, gastos e como que foi esse processo para cada uma delas.


A Bruna é minha amiga de infância e afilhada (fui madrinha do casamento dela) e está casada a 2 anos. Mesmo de longe, conseguir participar do planejamento do casamento e pude ver como que Deus esteve presente em todo o processo, principalmente financeiro, porque ela estava no último ano da faculdade, fazendo estágio e organizando o casório.

Gabe Pinheiro: Bru, quando você e o Rapha decidiram se casar vocês estipularam um valor máximo de gasto? Se sim, conseguiram ficar na meta ou ultrapassaram?

Bru: Não estipulamos um valor, porque não tínhamos noção do quanto seria necessário gastar, mas entre as pesquisas que fizemos, escolhemos tudo relacionado ao custo benefício compatível com o que poderíamos gastar. Só com salão, decoração e buffet gastamos em torno de  R$15.500. Não fizemos meta de custo, mas com certeza ela ultrapassou.
       
GP: E como que foi o planejamento financeiro pra guardar dinheiro para o casamento? Vocês dividiram tudo entre os dois?

Bru: Não conseguimos guardar dinheiro. Fomos pagamento as coisas aos poucos. Eu ganhava pouco na época (salário de estagiária) e com o meu dinheiro comprava o que dava, por exemplo as lembrancinhas. O Rafa pagou a maior parte, mas também família e amigos nos ajudaram muito! Por exemplo, o dia da noiva, ganhei de duas madrinhas minhas (eu e a Amanda – outra amiga – pagamos pra Bru).

GP: Na questão financeira, qual dica você dá para quem está planejamento o casamento?

Bru: Pesquisar bastante, não ir comprando tudo logo de primeira e analisar sempre o custo benefício.


A Aline, é casada a 2 anos e só no civil e ela e o Tony (marido) estão planejamento o casamento religioso.

GP: Line, quanto que você o Tony pretendem gastar no casamento e como estão se planejando? Adotaram alguma forma de guardar dinheiro?

Line: Pretendemos gastar no máximo R$30 mil. Abrimos uma poupança em conjunto e temos um valor fixo que devemos guardar todo mês.

GP: Vocês querem um casamento tradicional ou mini wedding? E o pagamento, pretendem pagar tudo à vista ou parcelar o que que der?

Line: Queremos um mini wedding, apenas para os íntimos, e pagar tudo à vista e ainda conseguir desconto hahaha.

GP: Uma dica para guardar dinheiro em conjunto

Líne: Primeiro ter um objetivo, segundo começar. Seja abrindo uma poupança, seja guardando no cofrinho, seja cada um guardando em sua conta individual, apenas comece! Conforme o montante vai subindo a vontade de guardar só aumenta.
E a última entrevistada é com a minha prima Ana Claudia, co-fundadora do blog Lucidez Feminina e criou o instagram @giftsforbrides pra compartilhar todo o processo do casamento.

GP: Clau, como que está sendo o planejamento financeiro seu e do Dani para o casamento?

Clau: Desde o ano seguinte ao noivado estávamos guardando dinheiro, evitando qualquer tipo de gasto desnecessário e focando nos gastos que iriam surgir com o casamento. E pra isso, fizemos alguns investimentos de curto prazo e médio risco (nessa parte que o Daniel entra, pois não entendo muito). Outra coisa que fizemos foi definir um orçamento e definimos também uma margem pra extrapolar, depois definimos o quanto estávamos dispostos a investir em cada item dos preparativos. Isso faz muita diferença, pois uma coisa que eu quero que seja sensacional é a foto e filmagem, portanto investiria um pouco mais e em contrapartida a gente não julga necessário coral ou cabine de fotos.

GP: Quanto pretendem gastar? E a forma de pagamento, à vista ou parcelar o que conseguir?

Clau: Hoje nosso teto é R$80 mil já com nossa margem extrapolada. O que for possível pagar antes pagaremos, quanto aos parcelamentos acho que nos dias hoje é inevitável, porém queremos quitar tudo antes da festa em si.

GP: E o tipo de casamento que vocês querem, tradicional ou mini wedding?

Clau: Nunca cogitei mini wedding e nem o Daniel, então será algo mais tradicional. E a lista é algo do mal que se multiplica o tempo todo, mas estamos trabalhando para defini-la. E uma dica que dou é contratar uma assessoria, independente se é completa ou parcial com ou sem cerimonial, esse é um serviço que ajuda muito.

Deu para ter uma ideia de quanto custa uma festa de casamento e como guardar e economizar dinheiro com o grande dia.

Na hora do pagamento, se for à vista é importante pedir desconto sim e buscar alternativas mais baratas (e com a mesma qualidade) dos serviços. Por exemplo, o casal decide comprar novas alianças, o site Cupom Válido oferece cupons de desconto na Casa das Alianças (olha ai a economia). Voltado para casamento, o site também oferece cupons de lojaos de flores e de móvel de madeira (alô decoração rústica). Outra opção, é buscar fornecedores dentro de sites de blogs de casamento que dão desconto para leitores.O segredo é só pesquisar que com certeza preços mais baratos são encontrados.

Agora eu quero saber das leitoras que estão noivas. Como que está o planejamento financeiro de vocês?

beijos, beijos

Tornando o blog mais seguro [plataforma blogger]


Uma das coisas que eu adoro fazer – e se deixar eu passo horas -, é mexer na plataforma do blog. Descobrir novas funcionalidades, atualizar as páginas, arruas os plug-ins das redes sociais, aprender como que coloca foto na assinatura do post e por ai vai.

Quem tem blog sabe o quanto esse universo é gigantesco, principalmente nos dias de hoje devido as mudanças que o blog passou (assunto para outro post). Hoje, as pessoas já criam um blog a partir de um planejamento, com um nicho definido, categorias listadas, layout prontos e domínio próprio.



Com a profissionalização das blogueiras (sim, isso é uma realidade), o que antes era criado para ser um diário virtual passou a ser a vitrine daquela pessoa ou do seu trabalho. Nos últimos meses plataformas como o youtube, instagram, facebook e até mesmo o google, mudaram os seus algoritmos interferindo na forma como recebemos notícias, vídeos, publicações nas redes sociais, alcances de postagens, entre outros. Mas uma coisa é fato, todos eles querem que o usuário tenha um acesso seguro naquele site, e para os blogues não é diferente.

Recentemente, descobri que na plataforma do blogger (a que eu utilizo) é possível ativar uma configuração que vai mostrar para o google que o seu site é seguro e que qualquer pessoa pode entrar nele. Como coisa boa deve ser compartilhada, trouxe o passo a passo pra que você, usuário do blogger, também ative no seu www.





Mas Gabi o que vai acontecer com o meu blog? No layout dele nada. O que vai mudar vai ser a forma como o seu endereço aparece, antes aparecia um cadeado vermelho, agora vai aparecer um cadeado verde ou a palavra “seguro” devido ao certificado SSL.

Esse certificado é uma tecnologia para tornar mais seguro as informações que estão na rede e impedir que pessoas mal-intencionadas retirem informações confidenciais das pessoas.

E viu como é simples, rápido e fácil ativar no blogger!

Conforme for descobrindo novas coisas venho trazer pra vocês.

beijos, beijos

Casamento: Looks para os dias mais frios


Maio chegou e com ele começam a aparecer diversas matérias, publicidades, mensagens, convites e coisas relacionadas a casamento e isso, porque, maio é conhecido como o mês das noivas. Ainda não estou noiva, mas se deixar passo horas salvando inspirações no Pinterest de locais, vestidos, decoração, lembrancinhas e por ai vai.




E, por conta do mês ser temático, selecionei alguns temas dentro desse universo pra trazer aqui para o blog. E o primeiro deles é sobre looks para usar no casamento, como convidada, para os dias mais frios.

Eu não sei  como que está na cidade de quem está lendo esse texto, mas em Ouro Preto as noites já estão bem geladas e no último sábado fui no casamento de um colega de trabalho e fiquei naquele dilema “passar ou não frio”? No final, fiquei no meio termo e optei por um macacão de alça rosé e joguei por cima dos ombros um lenço azul com dourado. Não fiquei super quentinha, mas também não passei muito frio.

E pra quem também fica nesse mesmo dilema, trouxe algumas inspirações do que vestir e busquei peças que saem um pouco do vestido longo tradicional.

Meu look do último casamento (05/05/18). Esqueci de tirar foto com o lenço hehe








O que vocês acharam das inspirações? São do time que passam frio ou calor?
beijos, beijos


ps. as fotos foram tiradas do Pinterest e no instagram, caso queira que retire a foto é só me sinalizar

Morando sozinha: Os três primeiros meses

Uma das metas que estabeleci para 2018 era morar sozinha. É uma das estabilidades que me propus buscar e, graças a Deus, consegui alcança-la. A decisão de morar sozinha, em si, foi fácil, já o ato (buscar casa, fazer cotação de preço e analisar as finanças) me deixou um pouco estressada e preocupada. Se senti medo? Um pouco. Mas foi aquele medo do novo, do desconhecido. E confesso que no primeiro dia na casa nova os olhos se encheram de lágrimas e eu pensei “a partir de agora começam novos desafios” e “agora é você e você” e logo em seguida respirei fundo, o sorriso tomou conto do rosto e as preocupações (pelo menos naquele momento) foram embora.



PRIMEIRO MÊS

A primeira semana foi um misto de independência e sentimento de gente grande. Arrumar a casa do meu jeito, tomar banho de porta aberta, lavar a louça na hora que eu quiser, dormir fora de casa e não precisar dar satisfação para ninguém, foi maravilhoso. E ver a reação dos outros quando digo que moro sozinha, foi mais que um sentimento de independência, foi a confirmação de uma grande conquista.

A segunda semana, por ter sido carnaval, fiquei mais em SP do que em Ouro Preto, mas os dias que estive só não foram fáceis. Não sei se foi a sensação de que eu estava voltando para minha casa ou a de que ainda não tenho nada (me mudei com apenas uma cama, um filtro e algumas coisas para comer). Mas é o que sempre digo – pra mim mesma e para os outros -, é necessário que a gente fique um pouco na bad pra poder olhar as coisas com mais clareza. Já a terceira semana eu decidi começa-la com o pé direito e assim foi. Trabalhei muito, sorri muito, tive boas notícias e ainda participei de conquistas de pessoas queridas.

Varanda que contorna a casa

SEGUNDO MÊS

O segundo mês foi dedicado para que eu me habituasse a nova casa e me organizasse financeiramente. Como já tinha decidido que não ia para SP direcionei todas as minhas tenções ao trabalho, afinal também começava uma nova etapa, de prestadora de serviço passei a ser funcionaria. Nesse mês ganhei uma geladeira, o muro de casa foi concluído e comecei a planejar a decoração de cada cômodo.
Algo que morar sozinha me deixou, foi ser corajosa com os insetos tanto que já perdi as contas de quantas baratas matei, com inseticida, claro haahahahahaha. Foi também no segundo mês que o Roberto decidiu quando vai se mudar para cá e demos início ao planejamento da sua vinda. No segundo mês também aprendi que não devo acumular roupa suja, porque agora não tenho máquina e tudo tem que ser lavado na mão. Aprendi também a me virar com a comida, principalmente aos finais de semana.

TERCEIRO MÊS

No terceiro mês o sentimento de pertencimento da nova casa já estava mais forte, principalmente o “voltar” todas as vezes que dormia fora. O “estar sozinha” que algumas pessoas acham péssimo, já virou hábito e por ainda não ter televisão e internet fui aprendendo a curtir mais a minha própria companhia, a descansar mais a mente e a voltar o hábito de ler todas as noites.
Como já tinha 1 mês que não ia para SP (e não via o boy), me programei para passar três dias lá. A volta não foi tão dolorida quanto no primeiro mês, mas foi um misto de “em breve não saberei com qual frequência vou voltar pra cá” e “não vejo a hora de chegar de casa e ver se está tudo ok”.
O terceiro mês me ensinou a não sofrer (tanto) com os obstáculos no caminho, me mostrou que é possível fazer várias coisas com pão e que se gasta muito no supermercado.

Vista do terraço
Em termos gerais, morar sozinha está sendo uma experiência maravilhosa, mas em alguns momentos é doloroso principalmente a questão financeira. Hoje, eu que sou responsável por todos os meus gasto fixos, minha mãe me ajuda com o plano fixo do celular e quando dá, também dá uma força em outros itens.

Morar sozinha é uma escolha que deve ser bem pensada e planejada (preferência). Morar sozinha é um tipo de liberdade que requer cuidados. Morar sozinha é um ato de coragem onde você vai descobrir quais são as suas maiores forças e fraquezas.

Tentei transformar em texto como que foram os três primeiros meses na casa nova e espero ter conseguido passar um pouco dessa experiência. Em breve o Roberto vem pra Minas e ai vai começar uma nova etapa, a vida a dois, e ai serão novos desafios. E como extensão dessa nova fase, criei um instagram de decoração (@nossolar.17 já segue lá)  pra compartilhar as mudanças que for fazer na casa e tudo que for relacionado a esse universo. A minha intenção é mostrar que gastando pouco da para decorar uma casa.

E pra quem vai sair de casa pra morar com as amigas ou com outras pessoas, no canal do Lucidez Feminina (blog que já fiz parte) tem vários vídeos sobre o assunto.

beijos, beijos