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Começo a escrever esse post no dia 15 de dezembro de 2024, cinco dias depois que fui demitida do meu emprego CLT. Nessa época eu já conciliava com a minha empresa de comunicação, atendendo algumas empresas de Ouro Preto como Social Media. Desde 2020 (ano da pandemia) a minha meta era trabalhar exclusivamente empreendendo, mas com a incerteza financeira da época e no ano seguinte engravidando (2021), o CLT foi a minha estabilidade. Até que no dia 10 de dezembro de 2024 fui demitida e mesmo com medo (principalmente financeiro) decidi me jogar de cabeça na minha empresa, naquilo que amo fazer que é ajudar empresas a melhorar a comunicação online a partir da produção de conteúdo.

Como o blog também é um espaço de diário virtual pra compartilhar pensamentos, experiências e vivências, decidi que mês a mês, até completar oito meses vivendo só da minha empresa, viria aqui contar como foi cada mês. Como foi a rotina de férias do Joaquim conciliando o trabalho e a maternidade, como foi a prospecção de clientes, como foi a rotina de estudos, como foi o planejamento financeiro dessa nova fase..



MÊS 1: DEZEMBRO/2024

O mês de dezembro foi vivido como qualquer outro mês de dezembro. O foco foi no planejamento para o ano seguinte, principalmente no que diz respeito a rotina, prospecção de clientes, produção de relatórios finais e metas.

Pra começar 2025 com a mente tranquila sobre as finanças, assim que recebi o dinheiro do acordo do CLT apliquei em montantes separados visando as contas fixas de janeiro, fevereiro e março. E todo o dinheiro extra que recebi ao longo do mês (FGTS), separei em envelopes e o dinheiro das clientes de Social Media, deixei uma parte na conta da empresa e a outra, foi para uso pessoal.

Em dezembro, também aproveitei pra fazer uma limpa no meu guarda-roupa, separando as peças que iam para doação e quais iam para venda (utilizo o site Repassa). Também fiz isso nas roupas do Joaquim, separando algumas peças para amigas e colegas que estão grávidas e as demais, colocando para venda.
Até ter uma renda que permita tirar o pró-labore que desejo, vou ter que fazer muita renda extra.

MÊS 2: JANEIRO/2025

Janeiro começou com um clima de férias. O Roberto tirou 10 dias de férias e quando ele está em casa a sensação que tenho é que o trabalho fica um pouco de lado, porque, tanto ele, quanto o Joaquim, acabam me chamando mais vezes. E também porque fiquei com vontade de ficar mais com eles, curtindo. Mas, como a realidade desse ano é diferente, mantive o horário de acordar (5h40) pra conseguir ter um momento só meu e também adiantar algumas coisas do trabalho.

Nesse mês, pensei que ia consegui retirar o restante do FGTS, mas como ativei a modalidade saque-aniversário, não consegui. No final, achei até melhor porque sei que em setembro vai entrar um dinheiro.

MÊS 3: FEVEREIRO/2025

Fevereiro foi um mês que me surpreendeu positivamente, no quesito prospecção de clientes. Sem fazer uma busca ativa, fui procurada por amigas pedindo um orçamento de serviço e também por clientes que vieram de indicação. Das cinco propostas que apresentei, duas foram fechadas para início no mês de março. Fiquei muito feliz, porque o que vou ganhar com cada uma delas já está provisionado para entrar no caixa em março e abril. E saber que o faturamento nesses meses vai aumentar, me deixa tranquila.
 
Quanto a parte financeira dos gastos pessoais, todo dinheiro que está entrando no caixa, como o seguro desemprego e o pró-labore (pequeno) é direcionado para as contas do mês de abril, pós-graduação e envelopes que defini para esse ano. E ver o valor dos envelopes aumentarem a cada mês, principalmente da mudança e da compra do carro, me deixa mais tranquila e com a mentalidade de "estou mais próxima de atingir o objetivo financeiro". 

MÊS 4: MARÇO/2025

O mês de março começou muito, mais muito bem. O governo liberou para saque o saldo do FGTS das contas que tinham optado pela modalidade saque-aniversário e no início do mês recebi R$3 mil que estava na conta. Desse valor, separei R$1.500,00 para as contas de maio e o restante dividi entre os envelopes para diminuir o uso do cartão de crédito e conseguir pagar a maioria das compras no dinheiro, principalmente mercado, fraldas para o Joaquim e o carro de aplicativo que peço todos os dias pra buscar o Joaquim na creche.

Com relação ao dinheiro da empresa, nos últimos meses toda vez que uma cliente pagava o serviço, eu já retirava 50% do valor para a pessoa física. Nesse mês, vou fazer essa retirada só no final do mês depois de ter pago todas as contas da empresa e outros gastos que tive ao longo dos 30 dias. Decidi fazer dessa forma, pra deixar mais dinheiro no caixa e também porque já vou começar a planejar a viagem para o evento do Plug, que acontece no mês de junho em SP. Como a minha ida é para adquirir conhecimento para a minha empresa, os gastos também vai sair dela. 


MESES 5, 6, 7 e 8: ABRIL A JULHO/2025

Os meses de abril, maio, junho e julho sofreu um plot twiste do que eu tinha planejado para o primeiro semestre de 2025. A principal meta desse ano era realizar a mudança para São Paulo no mês de setembro, mas no mês de maio Roberto e eu decidimos que íamos antecipar a mudança para o mês de julho. Com isso, o foco passou a ser a organização da mudança visto que ainda não tínhamos fechado mudança dos móveis e do transporte da Saori. Além disso, outra preocupação eram as consultas que o Joaquim precisava fazer a pedido do neurocirurgião e como solicitei pelo SUS o meu medo era de não conseguir marcar a tempo, antes da mudança. No final deu tudo certo e no dia 21 de julho a mudança chegou em SP. No vlog abaixo compartilho como foi.


 

Mas voltando ao mês de abril, ele foi ótimo porque renovei um contrato de uma cliente de gerenciamento de redes sociais com vencimento em dezembro/2025. Na parte financeira da empresa e pessoal foi ótimo, porque sei que até o final do ano um valor x vai entrar na conta. Em abril, também fechei um serviço pontual de produção de vídeo institucional para um cliente, além de manter as que já tenho.

No período de maio a julho, não realizei prospecção ativa de novos clientes, e os que chegaram até a mim foram de indicação e antigos cliente para serviços pontuais. Inclusive, um novo produto que acabei lançando a partir de uma demanda foi o Check-up Social Media Instagram, um diagnóstico do perfil do Instagram com o objetivo de indicar pontos positivos e de melhoria no perfil + um vídeo explicativo da análise realizada. Se você quiser saber mais ou comprar esse serviço, é só clicar aqui.

No dia 19 de junho fui para São Paulo com o Joaquim pra organizar algumas coisas da mudança e também por conta do evento Conexão Social Media 2025, realizado pelo Plugcitários. Esse evento foi uma injeção de animo pra continuar acreditando no meu trabalho, na forma que eu me comunico e também para aplicar novos aprendizados com as minhas clientes. Inclusive, nesse mês fechei o meu primeiro contrato no valor que definir para gestão de redes sociais (sim, ainda tenho contratos baratos e esse é um ponto que estou trabalhando internamente). 




Voltei para Ouro Preto no dia 05 de julho e as duas semanas que fiquei lá foram para encaixotar as coisas, o Joaquim finalizar o primeiro semestre na creche e realizar algumas atividades externas com as clientes. Infelizmente, finalizei o mês de julho encerrando o contrato de uma cliente por questões financeiras (a pedido dela) e espero que o faturamento do negócio dela volte a aumentar para o nosso contrato ser reativado.

Sobre a parte financeira, o que me manteve calma e sem muitas preocupações foi ter organizado o valor da rescisão do CLT visando três meses (definir o valor de 3 mil por mês - jan/fev/mar) e a partir do mês de janeiro o planejamento financeiro da vida pessoal era do mês de abril. Agora, no segundo semestre de 2025 tivemos (Roberto e eu ) que recorrer a um empréstimo pessoal pra pagar os cartões de crédito do mês de agosto e como sobrou um valor dele, já garanti o mínimo de 3 parcelas do empréstimo (esse dinheiro foi aplicado) e uma parte das contas do mês de setembro.

Nas finanças da empresa, depois que pago as despesas, distribuo o que sobrou para os envelopes que defini para esse ano que são: reserva de emergência, melhorias na empresa (quero trocar a plataforma do blog e criar uma landins page integrada), pró-labore e contratação futura de um funcionário. O tema finanças empresariais é um que preciso me dedicar mais aos estudos, pra entender melhor esse universo, mas vejo que a forma que estou gerenciando o financeiro da empresa está caminhando legal. E quando surge alguma dúvida, recorro a uma contadora. 





Resumo da ópera: tem sido muito bom trabalhar só com a minha empresa de comunicação e eu sei que agora, com o foco 100% nela, vou conseguir crescer, atrair e prospectar novos clientes, fechar novos contratos e começar a formar uma nova equipe. Um passo de cada vez, rumo a vida que eu desejei há cinco anos atrás. 

"(...) Nós já estávamos iniciando um projeto na área de consultoria, com a Renata Padula. (...) E ai eu falei "pronto, vamos unir as três e ensinar outras pessoas". (...) Vamos trabalhar com mentoria para mulheres empreendedoras de pequenos negócios. Vai proporcionar a conexão e evolução dessas empreendedoras, além de ajudar a nossa cidade a ter negócios íntegros que vão além do financeiro." Esse é um pequeno trecho da entrevista que fiz com a Lucimara Mendonça (co-fundadora), em 2019, sobre a sua transição de carreira e a formação do Mulheres de Vena.

Naquela época, o grupo ainda estava em fase "teste"e de mobilização de empreendedoras locais. E hoje, quase 4 anos depois, ele passou de grupo para Organização da Sociedade Civil (OSC`s) e já impactou mais de 300 mulheres empreendedoras de Ouro Preto. 

Para a cidade esse é um indicador muito importante, porque, de acordo com o site Mapa das Organizações da Sociedade Civil, em Ouro Preto existem 625 organizações sendo que apenas 1 é voltada para o empreendedorismo feminino. Sim, estou falando do Mulheres de Vena.

E agora que o grupo é formalizado, como ele pode potencializar (ainda mais) os negócios dessas mulheres? A partir de editais de fomento, parcerias com grandes empresas e diversas outras oportunidades que estão (e vão) aparecendo. E a primeira novidade, ops oportunidade, de 2023 já tem nome e chama Impulsiona Mulher.



O que é o Programa Impulsiona Mulher

No dia 17 de abril a co-fundadora, Alessandra, realizou no Instagram do Mulheres de Vena o lançamento do Programa Impulsiona Mulher. O objetivo dele é capacitar mulheres em temáticas do empreendedorismo (gestão financeira, marketing e negócios) e habilidades socioemocionais, a partir de duas trilhas: uma chamada "Quero empreender", para quem deseja tirar o negócio do papel e outra chamada "Fature Mais", para quem já tem um negócio mas quer torná-lo mais consolidado e aumentar as vendas. 

O Programa possui três etapas, sendo: 
  • 1º etapa: Capacitações

Com duração de 5 dias, elas vão acontecer de forma presencial. A trilha "Quero empreender" vai tratar sobre contabilidade, vendas, precificarão, posicionamento de marca e habilidades socioemocionais. Já a trilha "Fature Mais", também vai abordar sobre habilidades socioemocionais, faturamento, alavancagem de negócio, técnicas de vendas e marketing.
  • 2º etapa: Assistência Técnica

Com o nome "Incubadora Mulheres de Vena", o objetivo dessa etapa é acompanhar por 60 dias as participantes durante a execução das atividades propostas na primeira etapa. A assistência técnica vai acontecer a partir de fóruns online e acompanhamento da equipe de consultoras para tratativa de questões específicas. 
  • 3º etapa: Impulsiona Mulher

E a última etapa vai contar com premiação para 6 empreendedoras que se destacarem, a partir de indicadores que vão ser apresentados nas etapas anteriores. 




Como se inscrever no Impulsiona Mulher

Tem mais de 18 anos, quer empreender ou já empreender, mas quer melhorar o seu negócio? Então o Impulsiona Mulher é pra você. A inscrição é gratuita e pode ser feita clicando aqui.

Assim que você se inscreve é direcionada para um grupo do WhatsApp do Programa, local onde será enviado todos os comunicados. 

E antes que você comece a se questionar se deve ou não se inscrever, a minha dica é: se inscreva. Eu irei participar da trilha "Fature Mais" e estou ansiosa pra dar um start na minha prestação de serviço. 

Empreender não é algo fácil e não precisa ser solitário (mesmo que em alguns momentos pareça). E quando há a oportunidade de você se capacitar, adquirir novos conhecimentos, fazer networking, conhecer histórias de quem já tem uma caminhada e aprender com elas, vale muito a pena.

{O Impulsiona Mulher conta com o patrocínio da Gerdau e aporte do Sicoob Credimepi. Apoio da Prefeitura Municipal de Ouro Preto, Sebrae, Sala Mineira do Empreendedor, Rádio Real e Correios}


Assista abaixo a live de lançamento.


Assista o vídeo que gravei com a Lucimara Mendonça.

Nesse mês, mas especificamente no dia 05 de outubro, foi comemorado o Dia do Empreendedor. No dia em si, não fiz nenhuma postagem, não comentei nada nos stories porque estava (e ainda estou) assimilando a minha nova profissão, que é ser empresária.


Mesmo trabalhando a cinco anos em uma Associação Comercial, trabalhando dia a dia com empresários, se ver como empresária ainda é novo, ainda é algo que estou me acostumando.




Já tem três anos que decidi que quero trabalhar com produção de conteúdo para internet, que quero trabalhar de forma autônoma, trabalhar com comunicação e trabalhar da onde eu quiser, ter a liberdade de montar os meus horários.


Mas, mesmo sendo uma pessoa que se adapta fácil as mudanças, isso não significa que elas são fáceis. Principalmente quando essas mudanças envolvem transição de carreira, uma certa instabilidade financeira e m vender como uma empresa.


Em 2019 comecei a dar pequenos passos pra essa mudança, mas estava levando mais como uma nova fonte de renda do que uma profissão. E ai, 2020 entrou com um clima profissional diferente dentro da Associação e uma pandemia que veio pra mostrar, efetivamente, o que eu quero e o que não quero.



A pandemia também veio com algumas oportunidades e questionamentos do tipo "vai aproveitar o momento pra tirar um sonho/projeto do papel ou vai ficar levando com a barriga e não assumir uma nova posição?". Sim, foi aquele questionamento bem tapa na cara.

Eu sempre digo que empreender cabe em todos os ambientes, em todas as empresas sendo você o dono ou o funcionário. E, nesses últimos oito meses, eu passei a empreender mais em mim. Empreender em conhecimento, empreender em relacionamento com pessoas da área e com mentores, empreender nos meus pensamentos (ter uma visão a longo prazo, de afirmações e de acreditar que tudo vai dar certo) e empreender em como posso fazer o meu serviço (o que sei) de forma inovadora.


Ainda não estou sentindo todos os obstáculos do empreendedorismo, porque não conclui a minha transição. Os passos que ainda estou dando estão lentos, como forma de preparar o terreno para que em 2021 em dê passos mais largos. 


Mas, mesmo indo devagar, em alguns momentos a insegurança bate, o questionamento se o que eu sei e faço é realmente bom, se eu devo manter um preço que considero bom para esse início ou se devo cobrar mais barato, se as pessoas comprariam o meu serviço... e todos os sabotadores que em alguns momentos resolvem vir com tudo.


Veja também:


Nesses oito meses empreendendo eu também venho aprendendo mais sobre mim e sobre o serviço que quero prestar. Está sendo um processo de autoconhecimento que acaba refletindo nos próximos passos que irei dar, na minha forma de se comunicar, em deixar algumas objeções de lado, em acreditar mais em mim e no meu potencial.


E sobre colocar em prática o que sei e mostrar para os outros a minha forma de trabalho, atualmente estou com três clientes e com elas tenho a oportunidade de aplicar e testar ferramentas. Ah, e os testes também acontecem comigo, assim se algo não der um resultado satisfatório não sofro tanto hahahaha.



E assim está sendo o início da minha jornada como empresária. No meu instagram pessoal (@gabepinheiroblog) compartilho um pouco do meu dia a dia e no perfil profissional (@eugabepinheiro), compartilho o dia a dia da empresa e conteúdos sobre marketing e comunicação. Sintam-se a vontade para me acompanhar em ambos.


Nos vemos por ai.


beijos, beijos

Como tem sido empreender

Por as outubro 12, 2020
Nesse mês, mas especificamente no dia 05 de outubro, foi comemorado o Dia do Empreendedor. No dia em si, não fiz nenhuma postagem, não comen...
Começo esse post com a seguinte pergunta "Como tem sido a sua atuação no trabalho durante a quarentena"?

Esquece as oscilações de humor, esquece a bad de não poder sair e foca no seu desempenho. Ficou com dificuldade de responder? Eu também.

Uma das coisas que a pandemia tem mostrado, é o real interesse dos colaboradores com a empresa em que trabalha. O momento que estamos vivendo fez com que muitas delas implantassem uma nova forma de trabalho, um novo tipo de atendimento ao cliente, um novo posicionamento, novos produtos ou serviços, entre outros.

Isso muito me alegra, porque mostra que essas empresas estão se adaptando as novas formas de trabalho e de como chegar ao seu cliente. Mas, ao mesmo tempo, me bate uma tristeza por ver que há colaboradores que não estão entrando no mesmo ritmo, que ainda estão com o pensando de "tudo irá voltar ao normal" e sabemos que o normal que conhecemos, não será mais como antes.

Também me deixa muito triste ver o não envolvimento desses colaboradores com as mudanças que estão acontecendo dentro das empresas, que não dão valor ao seu trabalho, que ainda tem uma visão de que precisam de um chefe pra mandar fazer as coisas (sim, mandar), que não são pró-ativos e que ainda não entenderam que eles precisam se adequar ao novo, as ideias, as novas formas de executar a sua função.



Em matéria publicada pelo G1, sobre o desemprego na pandemia, o jornal traz o dado que na quarta semana de junho foi registrado que 12.428 milhões de pessoas estavam desempregadas (dado divulgado no dia 17/07/2020 pelo IBGE). Sim, esse é um número muito grande que nem eu consigo compreender o tamanho dele. 


E ele nos mostra, principalmente pra quem está empregado, o quanto é preciso dar valor ao seu trabalho, porque se não você vai fazer parte dessa estatística. Eu não quero e você? 


Veja também: 

- Como liderar uma equipe a distância 
- Como empreender no ambiente de trabalho
- O que aprendi trabalhando com empresários 


Nesse mês, mas especificamente no dia 25/08, fazem cinco meses que estou em home office e vi o meu trabalho mudar drasticamente. Eu tive que reinventar a forma como falo de projetos e eventos na Associação Comercial e Empresarial de Ouro Preto (um dos meus trabalhos fixos), tive que pegar novas responsabilidades pra poder direcionar a equipe e a forma como a instituição iria continuar realizando o seu trabalho.

Nesse período, também pude observar (e continuo observando) comportamentos da equipe interna, comportamento de empresários locais, comportamento de colaboradores de outras empresas e sempre colocando na balança, o que está tendo resultados positivos e o que não condiz com o momento que estamos vivendo.   

Eu entendo perfeitamente que algumas pessoas têm dificuldades de se adaptar as mudanças, mas, infelizmente, quem não se adaptar vai ficar para trás. E observando de fora, eu percebo que durante essa quarentena as empresas estão muito mais seletivas e avaliando muito mais os seus colaboradores.

Afinal, o mundo está no meio de uma pandemia, de uma crise econômica e quem sobreviver a tudo isso vai reavaliar (muitas empresas já estão) processos, gestão e, principalmente, caixa. Se na vida pessoal cortamos gastos quando queremos economizar, na gestão financeira de uma empresa é a mesma coisa.
E você, que está lendo esse texto e trabalha de carteira assinada em uma empresa, eu peço que você se pergunte: "Como que eu estou me adaptando as mudanças que a quarentena está impondo?"; "Como que foi a minha atuação nos últimos meses?"; "Se a empresa que trabalho precisar cortar custos, eu corro perigo de estar dentro desse grupo?".

São perguntas difíceis de responder, mas que valem a reflexão. Eu me faço elas a todo momento e as respostas nem sempre são positivas. Mas, o mais o importante é ter ciência delas e buscar soluciona-las. O que não pode é ficar parado, esperando a pandemia acabar, só fazendo o básico e não procurar crescer como profissional e ajudar no crescimento da empresa em que trabalha. 

Uma das coisas por qual sou muito grata é por nunca (até esse momento) ter corrido atrás, por muito tempo, de um emprego. Todos que eu já tive (fixo e estágios), "meio" que caíram no meu colo. E não estou falando isso, querida leitora, pra te deixar pra baixo, até porque, até hoje teve (e tem) muita ralação pra que isso acontecesse.


Eu gosto de trabalhar, gosto de estar em movimento, gosto de tentar coisas novas e, uma coisa muito importante, é que eu acredito que irei conquista aquilo. Sabe o famoso pensamento positivo? Então, eu tenho muito dele. 


No dia 12 (domingo) compartilhei no meu instagram os depoimentos que recebi, do trabalho de social media que venho realizando. Receber esses depoimentos, ouvi-los e saber que o meu trabalho fez e está fazendo a diferença na vida ou no projeto de alguém, é sensacional.


Mas, hoje, eu não estou com dois empregos fixos + quatro clientes de social media, porque eles simplesmente vieram até a mim. Em relação ao empregos fixos, eu entrei na Associação Comercial e Empresarial de Ouro Preto como estagiaria e fui contratada com (mais ou menos) 6 meses de trabalho por conta de um projeto que escrevi e que não foi aprovado.


Já na Rádio UFOP eu fui estagiaria durante a universidade e cinco anos depois, fui chamada para trabalhar lá. E o meu trabalho de social media, vem sendo desenvolvido desde maio de 2019 e só em abril de 2020 que eu realmente tirei ele do papel.



Uma das coisas que acredito, que fiz e que recomendo para todas as pessoas é aproveitar as oportunidades que a universidade oferece e fazer trabalhos gratuitos. Eu sei que muitas pessoas torcem o nariz por trabalhar de graça, mas quando digo em fazer esse tipo de trabalho, não é para sempre, não é para que isso se torne corriqueiro. A minha sugestão é que você ofereça por um tempo determinado a sua mão de obra em troca de conhecimento e experiência. 


Dois exemplos bem ressentes e que têm haver com uma das minhas clientes de social media, é que eu participei de um sorteio onde ofereci um mês de social media, ela foi a ganhadora, executei o trabalho pra ela e antes mesmo do mês acabar ela já tinha me pedido um orçamento pra continuar a gerenciar a página do instagram da sua marca.



Veja também

 

E o outro exemplo, é que eu ofereci para uma empresária local criar um blog dentro do site dela e escrever, de forma gratuita, por dois meses sobre o produto dela. No caso dessa, só não demos continuidade ao serviço por questões financeiras. Mas ela já conheceu o meu serviço, viu a qualidade dos meus textos e eu sei que ela sempre vai lembrar de mim, quando for algo relacionado a blog. 


Eu sei que lendo esses dois relatos parece fácil, mas antes que o medo e o próprio boicote tomasse conta de mim, eu fui lá e fiz. Com medo, com insegurança e com vários questionamentos se daria certo ou não.


Eu também sei que essa quarentena tem mexido com todos nós e que a vontade de tirar um projeto do papel fica oscilando com a insegurança de que "será que esse é o momento?", "será que as pessoas vão comprar"?, "será que vão me aceitar trabalhar de graça", será, será, será.. que nunca tem fim. 


Acredito que já tenha falado isso em outro post ou nas minhas redes sociais, mas é preciso ver o lado bom das coisas, é preciso tirar um aprendizado de tudo que está acontecendo. E pra te dar uma forcinha, reuni algumas dicas que me ajudaram e me ajudam a não travar, na hora de fazer algo novo.

  1. Coloque os seus sonhos no papel e crie um mural da visualização. Imprima ele ou coloque como fundo de tela do computador ou celular, porque assim você nunca vai se esquecer das coisas que quer conquistar;
  2.  Se você está na universidade (ou vai entrar) participe do que é oferecido. Empresa júnior, cobertura de evento, encontros, projeto de extensão.. Assim você vai conhecer pessoais (aumentar o networking) e começar a colocar em prática o que vem aprendendo
  3. E falando em colocar em prática, tente todos os estágios que aparecerem. Não se importante tanto com o valor da bolsa, porque se você esperar um estágio que pague mil reais, esquece, porque você vai ficar para trás. Impossível não é, mas é melhor você entrar em um que pague R$400 e já ir aprendendo coisas novas do que ficar parado;
  4. As oportunidades que aparecerem relacionado a sua área, aproveite. Vá em eventos, congressos, feira, vá conhecer pessoas;
  5. Não fica se comparando. É clichê, mas se você ficar olhando para o umbigo do coleguinha, nunca vai se desenvolver e se destacar;
  6. Tenha pensamento positivo e esteja disposto a abrir mão de alguns fins de semana e noites de sono; 
  7.  Ofereça o seu serviço de forma gratuita para alguém ou convide uma pessoa para ser a sua "cobaia". Além da história do blog, atualmente estou mentorando uma amiga que quer melhorar a presença dela nas redes sociais. Vai ser bom pra ela, porque é algo que ela vem buscando, e vai ser bom pra mim, para eu validar o que sei e venho aprendendo;
  8. Seja autorresponsável pelas suas escolhas, pelas suas conquistas e, principalmente, pelas suas falhas; 

Esses são alguns dos comportamentos que eu tive pra chegar aonde estou e que continuo trabalhando neles para conquistar os novos sonhos que surgem a cada dia.


E você, não desista dos seus. Apenas coloque foco, força, prioridade, comprometimento e amor (claro). Coisas boas sempre estão por vir. 


beijos, beijos

Uma coisa que acredito, falo e faço é sobre empreendermos dentro do ambiente do trabalho, de fazer mais que o combinado, de encontrar naquela atividade que não é da sua área um ponto de satisfação, para que o trabalho se torne leve e você se destaque. 

Mas, um ponto que vem me incomodando e martelando na cabeça é sobre as lideranças dentro das empresas, principalmente nesse momento de pandemia. Nós aprendemos que dentro das empresas existem líderes e existem chefes. E que o líder, em determinados momentos, precisa ter postura de chefe, mas que o chefe, precisa ter mais postura de líder. 

E quando não há nenhum e nem outro dentro da empresa, como que os funcionários/colaboradores devem se portar? Pergunta difícil neh? Eu sei. 

Quando você entra no mercado de trabalho e começa a conquistar sonhos pessoais, começa a conhecer pessoas influentes e começa a se destacar em uma área, você percebe que precisa desenvolver habilidades que não são ensinadas nas escolas e nem nas universidades. 

E uma dessas habilidades é a liderança, que, para mim, algumas pessoas têm ela mais aflorada e outras não. E independente de qual grupo você se encaixa, essa é uma habilidade que precisa ser estimulada constantemente.



Mas Gabe, como ensinar alguém a ser líder? 

Sabemos que ninguém se torna líder da noite para o dia. Então, a primeira coisa a se fazer é identificar quem, dentro da empresa, tem a desenvoltura para conduzir pessoas e ações. A partir dai, é envolve-la em algumas atividades que vão precisar de um condutor, é trabalhar com ela a habilidade da escuta, da compreensão e da tomada de decisões.

É também trabalhar a habilidade de observar os demais colaboradores e as características de cada um, é saber dar feedback, pensar estrategicamente, saber identificar quem é e quem não é parceiro, entre outros. 

Mas, mais do que apender dia após dia sobre como liderar uma equipe, é preciso que os membros dela tenham maturidade em reconhecer e aceitar um líder (principalmente se esse alguém foi um membro promovido). 


E quando essa liderança precisa ser a distância e um dos desafios é manter a equipe motivada?
Sinceramente, também não sei a resposta dessa pergunta. E fui atrás de quem sabe ou de quem está passando por isso nesse momento. Fui conversar com uma cliente e colega,que se chama Paula Pires (ela também é coach de mulheres e equipe) que trabalha em uma multinacional e que gerencia uma equipe grande, e fiz as seguintes perguntas pra ela:

Gabe: Como manter os colaboradores motivados?
Paula: Minha equipe já tem mais de 200 pessoas e mantê-los motivados, é através da comunicação. O contato, a comunicação clara, você ouvi-los é algo que ajuda muito, porque as demandas desse cenário de covid-19 são muito grandes. Cada dia é um dia, precisamos atender as questões de saúde indicadas pela OMS, temos que estar atentos ao bem estar deles, tem as testagens que precisam ser feitas. 
Pra você manter um colaborador motiva, a comunicação, nesse cenário, precisa ser muito mais assertiva do que nunca. E com os líderes, eu faço essa comunicação, muitas vezes, via telefone, mas com a equipe operacional, eu faço presencialmente.
 
Gabe: E quando não há uma liderança? Qual sugestão você dá para que os projetos e atividades da empresa não caem de nível?
Paula: A minha sugestão, é a equipe se reunir (se der de forma online, ótimo) e conversarem, por exemplo "olha gente, estamos sem um líder e com várias ações acontecendo. Precisamos, aqui, fazer algumas delegações, alguns alinhamentos e distribuir as responsabilidades. E vamos definir uma pessoa pra quem a gente vai reportar. Essa pessoa vai ser o facilitador por aqui enquanto o novo líder/gestor não chega. 

Dentro da comunicação, que foi um ponto de destaque na fala da Paula, ela também falou sobre os colaboradores (que estão sem um líder/gestor) deixarem claro, entre eles, que todos estão ali por um objetivo único que é manter o crescimento da empresa. Além de que, ficando alinhado a divisão de responsabilidade, não fica um mal estar dentro da equipe. 

Esse é um tema que da muitos e muitos posts, vídeos, podcasts e todos os formatos de conteúdo que existem, porque líder, pra mim, tem sinônimo de influência (às vezes boa, às não) e esse "personagem" não está só dentro das empresas, mas também em todos os aspectos da nossa vida.
Como que anda a sua satisfação com o trabalho? Como que anda a sua satisfação com o trabalho, durante a quarentena? Uma coisa é fato, desde março de 2020 as relações empresa x empregador e a forma como as atividades são desenvolvidas, mudaram e vão continuar mudando. 

Eu sei que algumas profissões não sofreram (tantas) alterações, como a área da saúde, mas as demais... ou você se adapta ou você se adapta. Trabalhei em home office por quase três meses e amei. Eu gosto de trabalhar em equipe, gosto de ver pessoas, senti falta de compartilhar no dia (cara a cara) informações, mas poder adaptar o meu horário as atividades que tenho que fazer, cuidar da minha casa e, nesse mês, passar mais tempo com o Roberto porque ele está de férias, pra mim, foi ótimo. 

Mas, o post de hoje não é como me senti trabalhando em casa e, sim, para levantar uma discussão sobre como que as empresas estão liderando e mantendo os seus funcionários motivados, durante a quarentena. Como fazer mais que o combinado, já que não tem ninguém "olhando" o que estou fazendo? Como me motivar e motivar os meus colegas à distância?

Sim, se você tem colegas de trabalho, acredito que deve estar passando por isso, porque eu estou. Além de ter que lidar com a curva de emoções por não poder sair para passear, por não poder ir ver as minhas amigas, por não poder ir para SP ir ver a minha mãe, ainda tenho que lidar com as emoções relacionadas ao trabalho. 


[Ilustração retirada do site Freepik]

Algumas semanas atrás, conversando com uma jornalista que acompanho no instagram, sobre trabalho e adaptação disse para ela que, ao meu ver a quarentena mostrou dois tipos de profissionais. A geração Z, que é elétrica, quer dominar o mundo e acha que sabe de tudo, que acabou encontrando nessa quarentena a dificuldade em ser pró-ativo e de pensar em novas formas de desempenhar a sua função à distância.

E em compensação, observei que pessoas mais velhas (a partir dos 40, 50) ou que têm anos na empresa, estão com dificuldade de se adaptar ao trabalho em home office ou algo diferente, que vá afetar a rotina (padrão) de trabalho.

Veja também
 
 
Claro que, essa é uma situação que ninguém esperava e pediu de cada um de nós muita resiliência e um ajuste, nas atividades, do dia para a noite.  Não sei as respostas para os questionamentos levantados no texto, não sei se tem respostas para elas (espero que sim) e estou na busca em descobrir como me manter motivada durante essa quarentena e motivar os meus colegas. 

Depois eu vou volto para compartilhar como que está sendo essa busca. 
Desde que me entendo por gente, amo mexer na internet, em funcionalidades de site e estou sempre testando novos programas de edição ou aplicativos. Na época da graduação eu tinha uma visão do jornalismo e da forma de comunicar, mas como tudo está em constante mudança, principalmente os meios de comunicação, de cinco anos para cá o Marketing Digital deixou de ser uma atividade "a parte" e "última opção para as pessoas e empresas" e passou a ser algo fundamental em nossas vidas. 

Sim, em nossas vidas. Porque se você quer ser visto dentro das redes sociais  como autoridade em um assunto, se você quer que as pessoas ouçam o que tem para dizer, se você quer que o seu produto ou serviço seja conhecido ou se você quer criar uma comunidade que se identifica com o seu pensamento, ideais e outras coisas, precisa saber como utilizar o Instagram, Facebook, Blogs, Sites, Tik-tok, Pintereste, entre outros. 
Mas, esse post não é sobre o Marketing Digital e a sua importância (você pode ler sobre o assunto clicando aqui) e sim, para compartilhar os aplicativos e sites que utilizo que me ajudar na produção de conteúdo e nas tarefas do dia a dia.

Sites

• Estúdio de Criação do Instagram 
Quem trabalha com Instagram e Facebook já deve ter testado diversos sites e aplicativos, para programar postagens nessas plataformas. Em agosto de 2018 foi implementado dentro do Estúdio de Criação do Facebook o Estúdio de Criação do Instagram e, pra mim, está sendo o melhor site de gerenciamento para usar. 

Ele possibilita logar mais de uma conta; programar posts no feed e no IGTV; ter acesso aos dados de desempenho das publicações; ver média de interações, descoberta, impressões e público. E também, oferece todas essas opções na página do facebook. 

O site não é difícil de usar, é intuitivo e todas as minhas publicações no instagram são feitas a partir dele. Ah, uma coisa muito legal é que é possível fazer marcações nas fotos, na legenda e adicionar hashtags. Para acessá-lo é só clicar aqui

• Canva
Esse é o site queridinho de todo mundo que não tem domínio em criação de artes (meu caso) e o que gosto nele, são os diversos formatos disponíveis. O meu currículo foi feito nele, criei o e-book 5 passos para criar um blog, as capas do facebook e youtube foram feitas no site e, também, fiz o meu cartão de visita nele.

Além dos formatos adequados para cada plataforma ou documento, o Canva disponibiliza modelos prontos de layout onde você só troca a foto e as informações. Ele tem a versão gratuita e pro. Clique aqui  para acessar o site

Trello
Não me lembro como conheci o Trello e só sei que foi amor a primeira navegação (hahahaha). Nele é possível criar várias pastas e dentro de cada uma, criar outros cartões. Também é possível colocar etiquetas coloridas (verde = finalizado, amarelo = em andamento, rosa = instagram), adicionar arquivos, colocar data de entrega e compartilhar com outras pessoas pastas específicas.

O Trello também tem o app, mas prefiro utilizar no computador, até para me organizar e conseguir ver todas as informações. Clique aqui para acessar o site.


Aplicativos

Bloco de notas
Esse app já vem em todos os celulares e como no Trello eu também divido em pastas e em algumas até coloco senha para acesso. Como o Bloco de Notas não depende de internet, gosto de usar ele para anotar coisas rápidas, principalmente quando estou na rua.

Planoly
O app Planoly uso ele para organizar as fotos que vão entrar no instagram. A versão gratuita oferece poucos recursos, mas como só uso para montar o feed da semana, pra mim já é o suficiente. Nele você consegue arrastas as fotos e colocar ela como uma publicação ou como carrossel. 

Snapseed
Já usei vários aplicativos de edição de fotos e o meu queridinho do momento é o Snapseed. Ele tem várias opções de retoque, mas o que sempre uso são o brilho, contraste, atmosfera e o granulado. Com ele consigo definir uma paleta de cores e formato para as minhas fotos e, assim, deixar o feed mais harmônico. 

Inshot
Um app que me ajuda muito na produção de conteúdo em vídeo, é o Inshot. Quando preciso fazer algo rápido para os storeis é ele que utilizo. Recentemente a versão para Android foi atualizada e agora é possível adicionar transições entre um vídeo e outro. Também da para colocar texto, figurinhas, músicas, acelerar o vídeo, entre outros. O que também é que o Inshot não ocupa tanto espaço no celular. 

Grupo no whatsaap comigo mesma
Sim, eu tenho um grupo no whatsaap comigo mesma e o bom dele é que consigo passar fotos e vídeos do celular para o computador, de forma mais rápida. E também salvar fotos e links para ver depois. Pra criar esse grupo é muito fácil, você cria um grupo com uma amiga (só você duas) e depois pede pra ela sair.

Outros

Simple scanner
Agora, os aplicativos que me ajudam no dia a dia, um deles é o Simple Scanner. Como não tenho impressora e muito menos scanner, quando preciso mandar algum documento de casa, utilizo ele. O documento fica nítido, você consegue scanear várias páginas de uma vez, juntas todas as páginas em pdf e encaminhar direto do app.  

MEI Fácil
Pra quem é microempreendedor precisa ter esse app no celular. O MEI Fácil te possibilita consultar o cartão do CNPJ, gerar o boleto ou pegar o código de barras da DAS (imposto que deve ser pago todo mês). Nele também é possível consultar dicas, emitir recibo, fazer a declaração anual, entre outros. 

Carteira de Trabalho Digital
Sim, já existe a carteira de trabalho digital e com o app você consegue consultar os registros que possui, anotações de férias, por exemplo, e benefícios.

O que acharam dos aplicativos que uso? Eles me ajudam muito no dia e quando preciso de alguma informação imediata.
A internet está presente, mais do que nunca na vida das pessoas e no atual momento que estamos vivendo (quarentena devido ao coronavírus), o Marketing Digital está "gritando" na cara das empresas o quanto ele é importante, e o quanto precisa estar presente no dia a dia delas.

Dentro desse panorama tem uma plataforma que acredito muito, que são os blogs. Ele é um veículo que é seu (o instagram e o facebook não são e se o tio Mark resolver apaga-las, todas as nossas fotos e publicações também vão embora), tem uma linguagem mais pessoal e é uma forma de trazer um conteúdo mais aprofundado para o seu público.


Em um artigo publicado no site da Resultados Digitais sobre os requisitos de sucesso no marketing digital, o primeiro deles é ter um site. E pra quem não sabe, tanto o site quanto o blog é uma canal de busca orgânica dentro do Google e potencializa as estratégicas de captação de leads, conversão e relacionamento.

Mas afinal, qual criar? Blog ou Site?

Se puder, tenha os dois. O site vai reunir informações do seu negócio, como por exemplo a história, serviços ou produtos que vende, endereço e contato. Já o blog vai reunir tudo isso, mas também terá uma página de postagens onde vão ser publicados conteúdos sobre o seu segmento, formas de utilizar um produto, informação relevante e que irá ajudar ou ensinar o seu público.

O blog é uma estratégia de marketing digital e com ele você consegue criar um vínculo maior com os seus clientes, conquistar novos e se tornar uma referência no nicho em que atua. Outro fator interessante, é que é possível monetizar (ganhar dinheiro) essa plataforma, a partir do Google Adsense ou posts patrocinados (#publipost).

Criar um blog não dá trabalho, mas requer planejamento e dedicação. Ele será uma das vitrines virtuais da sua empresa e precisa estar bem estruturado, com um layout (identidade visual) que comunique o que a marca (empresarial ou pessoal) fala e que se mantenha atualizado.

Mas qual é a diferença entre Blog e Site?

Muitas pessoas acham que os dois são a mesma coisa, mas o que difere um do outro é a forma como você irá se comunicar. O blog traz textos mais pessoais e sempre trazendo para cada post uma experiência de quem escreve. Já o site, são textos mais informativos e escritos na terceira pessoa.

Se você der uma lida nos posts daqui do blog, vai reparar em como eu me coloco em cada um deles. Se bobear, dá até a impressão de que estamos conversando. E esse tom de proximidade é o que faz com que o leitor tenha uma empatia com você, com a sua marca. Ah, sem contar que no blog tem a área de comentários e outras pessoas podem compartilhar a opinião delas com você.

As minhas dicas são: Visite blogs e sites, faça uma pesquisa com o seu público pra ver a aceitação, consuma conteúdos dessas duas plataformas e, a partir dai, comece a planejar a criação do seu. E pra te ajudar nesse percurso, criei um e-book 5 passos para criar um blog, que pode ser baixado gratuitamente clicando aqui.

Não dê as costas para essas duas plataformas, elas são o futuro (sim, junto com as redes sociais) e irá ajudar (muito) no posicionamento da sua empresa, visibilidade e, até, vendas. 
Lives, livros gratuitos para baixar, cursos online de graça e muito, muito conteúdo sendo produzido nas redes sociais. Eu sei, é fácil se perder no meio de tanta informação, mas, o mais importante do que consumir todo esse conteúdo é definir como que você vai coloca-lo em prática e quais aprendizados irá tirar de cada um deles.

Eu me enquadro nos dois grupos, no que está a todo momento pensando em quais conteúdos trazer para o blog, instagram e youtube e ao mesmo tempo definindo quais lives irei ver, quais curso vou fazer e ainda tirando um tempo para colocar a leitura em dia.

Uma das coisas que adoro fazer e que ativa a minha criatividade, é assistir séries, filmes e documentários. Na última semana assisti duas produções que estão disponíveis na Netflix que são "O Código - Bill Gates" e "Fyre Festival - Fiasco no Caribe" e tirei grandes aprendizados de cada um deles. Abaixo reuni os insigths que tive e como que eles estão relacionados ao empreendedorismo.



Fyre Festival - Fiasco no Caribe

O documentário mostra como foi mal organizado um evento, que tinha como objetivo lançar um aplicativo. Como que o dono, o responsável pela ideia foi negligente aos avisos de que determinado planejamento estava incoerente e que iria afetar na realização do evento.

É irônico, mas o que faltou foi um planejamento estruturado da ação (pré produção, durante e pós-produção). Eles focaram muito no marketing, na divulgação e acabaram vendendo muito mais do que poderia oferecer. A divulgação é sim um parte muito importante de um evento, mas ela precisa ser clara e honesta com o seu público.

Algo que também percebi, foi que o Billy (responsável pelo Fyre Festival) estava tendo muita ganancia (não que isso seja ruim), mas ao invés dele fazer um plano de investimento pra empresa, ter um capital de giro e um montante investido para cobrir possíveis emergências, ele queria ter a vida da classe AAA de Nova York, esbanjar com carrões, jatinhos e muitas festas. Com isso, o que ele mais ganhou foram processos, endividamentos e até uma prisão.

E um último ponto que é fundamental em toda em empresa é o papel da liderança. O Billy era um chefe que não ouvia o seus colaboradores e parceiros e só sabia mandar. Ele não conversava com o seu time de trabalho sobre o que realmente estava acontecendo, principalmente da saúde financeira da empresa.

O Código Bill Gates

O documentário é dividido em 3 partes e conta um pouco da vida do Bill Gates e o que ele vem fazendo para tornar o mundo melhor. O primeiro ponto que me veio a cabeça logo no inicio do vídeo, foi que ele, mesmo não estando mais na Microsoft (agora ele está tomando conta da Fundação Bill e Melinda Gates) se tornou uma marca. O branfing que ele construiu e continua construindo, reforça a cada dia o que ele é e qual é a missão dele.

Uma frase que me chamou a atenção foi "Tempo é um produto que ele não pode comprar" e ele tem tudo haver com o empreendedorismo. Ninguém tem mais de 24 horas e é o tempo que determina como que está a nossa produtividade, de quantas horas precisamos para finalizar uma tarefa, em quanto tempo colocamos uma ideia em ação, entre outros. Por isso, é muito importante que a gente consiga dividir as tarefas do dia, entregar o seu melhor em cada uma delas e acompanhar os resultados que estão surtindo.

Quando você lê textos sobre empreendedorismo ou faz um curso do Sebrae, por exemplo, um dos pontos levantados é que empresas são criadas para solucionar problemas (mesmo que inicialmente ela nasceu a partir de uma oportunidade ou necessidade de ganhar dinheiro) e é o que o Bill fez e vem fazendo, resolvendo problemas das pessoas. E ai eu te pergunto, qual/quais problema(s) a sua empresa resolve?

 O documentário também nos mostra que em alguns momento é preciso correr riscos, apostar em uma ideia, coloca-la em prática e ver quais serão os resultados. Também nos mostra que é importante ter um mentor (o do Bill, no início da sua carreira era a sua mãe) e que para conseguirmos tirar uma ideia ou projeto do papel, é necessário ir atrás de pessoas que comprem essa ideias e que sejam melhores que nós, que tenham um conhecimento a mais ou específico.


Dois documentários e muitos aprendizados. Eles estão disponíveis na Netflix e quem já assistiu algum deles, deixa aqui nos comentários falando o que achou.

beijos, beijos
No dia 25 de janeiro dei o meu primeiro treinamento externo (até então só tinha dado para a equipe do trabalho), sobre a ferramenta de gestão, FOFA. Contei nesse post como que a experiência e hoje trago, em forma de texto, o conteúdo que apresentei e como que você pode aplicar na sua empresa.



Estamos vivendo um momento onde a palavra "crise" se faz presente em mais da metade das frases que falamos, escrevemos ou lemos. Para as empresas, o momento é de preocupação e muitas empreendedoras ainda estão assimilando o que está acontecendo e tentando entender quais vão ser os impactos que a quarentena, devido ao coronavírus, vão causar em seus negócios.

Pedir para que você tenha calma é quase uma afronta, frente ao cenário que estamos, mas eu sei, e você também sabe, que precisamos respirar fundo, se abster um pouco das notícias negativas e pensar "como que o meu negócio pode crescer, durante essa crise?".

"O que consigo adaptar na minha empresa, para que a baixa de faturamento não seja (tão) grande?"; "O que essa situação está me ensinando?" e "O que eu posso rever no meu negócio?", são algumas das perguntas que você, empreendedora, deve se fazer durante essa quarentena.

Uma das formas de fazer essa avaliação do negócio, é utilizando a Matriz FOFA (ou Swot) que serve para levantar quais são as Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças, da sua empresa.

PRA QUE SERVE E QUANDO USAR 


A Matriz FOFA deve ser usada de tempos em tempos, como forma de analisar e montar um planejamento estratégico da empresa, independente se ela está indo bem ou indo mal.  O objetivo dela é:


  • Fazer com que você tenha uma visão interna e externa do negócios;
  • Definir prioridades de atuação e de decisões a serem tomadas;
  • Levantar quais são os pontos positivos, os negativos e os de crescimento;
  • Definir ações para resolver ou minimizar os riscos e problemas levantados


COMO FAZ E COMO USAR NO ATUAL MOMENTO

Fazer uma Matriz FOFA não é um bicho de sete cabeças, mas requer atenção, um momento só para realiza-la, foco e, se você tiver equipe, convide eles para participar da construção dela, porque a visão de cada um irá contribuir para o enriquecimento da Matriz.

Você vai precisar dos seguintes itens: fichas de papel A4 (dobra a folha no meio e recorta ela), fita pra colar a ficha na parede e pincel para flipchart. Esse material é uma forma de você e a sua equipe visualizarem como um todo a Matriz. A FOFA é realizada a partir de quatro quadrantes e em cada um será colocado os pontos positivos e negativos.




As forças e oportunidades são os pontos negativos da sua empresa e você vai levantar nesses dois quadrantes: quais são os melhores produtos/serviços; o que te diferencia dos seus concorrentes; o que te torna referência; entre outros. Já as ameças e fraquezas são todos os pontos que precisam ser melhorados, o que deixa o seu negócio fraco e o que pode atingir ele negativamente (tributos, catástrofes, processos).

O que vai determinar se a sua Matriz Fofa está bem criada, são as perguntas que você irá fazer em cada quadrante e a honestidade da resposta de cada uma delas. Porque não adianta colocar um item como positivo, sendo que na verdade ele é negativo e precisa ser trabalhado para virar uma força.

Para o pessoal que participou do treinamento no escritório da Fiama, enviei pra eles o material utilizado e com perguntas para ajudar na construção da Matriz. E também estou disponibilizando ele para os leitores do blog.


Sei que nesse momento as ideias demoram um pouco para surgir e rolando o feed do instagram, peguei algumas sugestões de ações que podem ser realizadas, como forma de adaptação e de um novo serviço,


Legendas retiradas do instagram. Ocultei o nome das pessoas para preservá-las

Legendas retiradas do instagram. Ocultei o nome das pessoas para preservá-las

Como disse no início do post, não estávamos preparados para essa quarentena, mas pode ter certeza que ela vai passar, o seu negócio vai sobreviver e você sai dela mais forte e com muitos aprendizados. Por isso, foque em remodelar a sua empresa, avaliar os processos e como que você pode se manter presente na vida do cliente e público alvo.
Eu sei, a situação que estamos passando é inesperada, pegou todo mundo de surpresa, a cada dia ficamos na torcida por uma notícia otimista e pedindo a Deus para que os nossos familiares (princialmente os que estão distantes) não sejam contaminados com a vírus da Covid-19.

Também sei que o momento pede calma, mesmos sabendo que em às vezes é difícil. As preocupações começaram a rondar a cabeça, é uma nova rotina imposta a ser seguida, é aquele ponto de interrogação do que irá acontecer, mas - e sempre terá um "mas" no meio do caos -, estamos vendo muita colaboração com os idosos, com o comércio local, empreendedores autônomos e demais pessoas que estão de quarentena.

Um movimento muito bacana que está acontecendo, são empresas liberando acesso gratuito em alguns sites, cursos, revistas e, até, canais de tv. É tanta opção que fica até difícil escolher qual aproveitar. E pensando em um forma de ajudar, você, que quer aproveitar esse momento para se aperfeiçoar ou fazer um curso de um tema específico, reuni abaixo todos os cursos gratuitos que estão oferecendo.

Por isso, se ajeite na cadeira, pega papel e caneta e bora aproveitar essas oportunidades.



PARA APRENDER


RH Talks - de 23 a 27 de março, uma semana de conteúdo online e gratuito sobre o setor de RH e gestão de talentos. Alguns dos conteúdos que vão ser abordados são: Os desafios do mercado digital para o setor de RH; Felicidade no trabalho; e Habilidades fundamentais e plano de carreira.  A inscrição pode ser feita, clicando aqui.

Curso Cei - Liberaram 16 aulas gratuitas com foco em direito. Algumas das aulas são: Princípios do Direito Ambiental; Concepções de justiça; Teoria Geral do Direito do Consumidor; e Introdução aos direitos sociais. Para assistir as aulas, clique aqui.

Intensivão de Estudos, oferecido pela Samara Araujo (@samara.araujo) - A Sarama é estrategista de marketing digital e durante a quarentena vai liberar 1 aula por semana. Alguns dos assuntos são: Começando meu negócio do 0; Persona; Produção de conteúdo; e O segredo de vender e faturar mais. Para se inscrever é só clicar aqui.

Universidade de Harvad - Liberaram mais de 100 cursos online gratuitos, em 14 áreas. Algumas delas são: Negócio e Gestão; Ciência de Dados; Desenvolvimento Educacional e Organizacional. As inscrições podem ser feitas aqui.

Fundação Getúlio Vargas (FGV) - Liberou 55 cursos online nas áreas de marketing, gestão, TI e economia. O site Focus listou todos os cursos com o link direto para cada um deles. Pra conferir é só clicar aqui.

Udemy - A plataforma liberou diversos cursos gratuitos pra você fazer durante esse período de quarentena. Tem para todos os níveis e todos os assunto. Para ver a lista é só clicar aqui.

Coursera - A Universidade de São Paulo (USP) liberou, através da plataforma Coursera, 17 cursos online. No site, basta pesquisar por Universidade de São Paulo.

LinkedIn - Disponibilizou um conteúdo para ajudar quem está trabalhando de forma remota, com foco em colaboração, foco e produtividade. Para assistir o material é só clicar aqui.

IFRS (Instituto Federal do Rio Grande do Sul) - Liberou o acesso a diversos cursos nas áreas de ambiente e saúde; ciências exatas; ciências humanas; educação; gestão e negócios; idiomas; informática; preparatório para as provas de ingresso no IFRS; produção alimentícia; recursos naturais e turismo e hospitalidade. Pra conferir, basta clicar aqui.

Redes Digitais - 12 palestras gratuitas que aconteceram no evento RD Summit. Pra quem estuda sobre marketing, tem que ver elas. Pra assistir, é só clicar aqui.

O Jogo do Instagram - As irmãs Alcântaras vão realizar entre os dias 30/03 a 05/04 um workshop On-line com foco no instagram. Serão aulas gamificadas com estratégias e aprendizado criativo. Se inscreva já, clicando aqui.

Mentoria Financeira de Graça - A Mai Xavier, da Rica Simplicidade, irá realizar entre os dias 23 e 27 de março mentorias online gratuitas sobre finanças. Elas vão ser transmitidas pelo Instagram e Youtube, e através desse último vão ficar salvas por tempo indeterminado. As mentorias acontecem às 09:00.

Rock Content - A Rock University disponibiliza alguns cursos gratuitos com foco em marketing digital. Alguns dos disponíveis são: Produção de conteúdo para a web; Inbount Marketing e Revisão de Conteúdo para a web. Para acessar, é só clicar aqui.

PARA LER

Amazon - Se você estava com desculpa de que "não tenho dinheiro pra comprar livro", para justificar a sua falta de leitura, os seus problemas acabaram. A Amazon disponibilizou alguns livros de graça para baixar, a partir do aplicativo do Kindle (da pra baixar no celular ou tablet). Clique aqui e confira quais são os títulos disponíveis.

Forbes - Para quem gosta de revista, a Forbes disponibilizou as últimas edições para baixar e ler de graça em seu aplicativo. Eu já baixei, o aplicativo não ocupa tanto espaço e já estou lendo as revistas, que por sinal trás matérias ótimas.

PARA OS PRESTADORES DE SERVIÇO E NEGÓCIOS LOCAIS


Cartões presentes para os pequenos negócios - O Push (@push) e o Steal at The Look (@stealthelook) se uniram ao Todo Cartões (@todocartoes) para ajudar e apoiar prestadores de serviço e negócios locais. Eles estão disponibilizando uma versão gratuita da ferramenta da startup de cartões presente para gerar vendas antecipadas. Para participar, basta fazer o cadastro nesse link.

Plataforma gratuita para divulgar os produtos e serviços - O Sebrae, uma das referências no quesito capacitação e ajuda do empresários, está disponibilizando a plataforma Mercado Azul para que as empresas possam divulgar seus produtos e serviços, de forma gratuita. A plataforma funciona como uma vitrine digital ajudando a dar visibilidade e aumentando a presença online dessas empresas. Para cadastrar os seus produtos ou serviços, clique aqui.

Ah, e enquanto essa quarentena continuar, vou atualizando o post. Por isso, compartilha ele, envia para uma amiga e aproveita todo esse conteúdo gratuito que estão oferecendo. Bons estudos!

beijos, beijos