No final de junho iniciei uma série de postagens sobre produção de conteúdo, que vão entrar aos sábados no meu instagram. Alguns temas também vão estar aqui e o de hoje é um deles.
Eu perguntei para alguns amigos e familiares o que, para eles, eu fazia bem e um dos pontos que apareceu em comum foi a escrita (algo que eu amo fazer) e a criatividade. E é sobre esse último tema que quero falar.


Para algumas pessoas, ser criativo é algo doloroso ou difícil. Não vou falar que é fácil, porque também não é. E, para mim, a criatividade é algo que precisa ser   estimulada constantemente e de preferência de forma leve. E claro que tem momentos que é preciso força-la (como esse texto que eu tive que falar para mim mesma que eu só irei larga-lo, assim que terminar de escreve-lo custe o tempo que for).


A criatividade está muito ligada ao que conhecemos, ao nosso humor, as coisas que assistimos e lemos. A autora Elizabeth Gilbert, em seu livro "Grande Magia - Vida Criativa sem medo", diz que a criatividade também está muito ligada a coragem da gente colocar aquela ideia para funcionar, tirá-la do papel. E eu concordo com ela. A nossa mente está a todo momento pensando novas coisas e o que falta é darmos atenção a esses pensamentos. 



Criatividade X Produção de conteúdo


Quando a criatividade está relacionada a produção de conteúdo, em alguns momentos temos o famoso "bloqueio criativo", que é aquela sensação de que nenhuma ideia vem a mente, você não sabe o que postar no instagram, que post fazer para o blog e qual tema escolher para um vídeo. 

Eu já tive esses momentos e sei que você também. Mas, ao longo do tempo, fui adotando algumas ações que me ajudam a ser mais criativa e a driblar esses momentos. São eles:

  • Ter um banco de ideias e classificá-las em qual tipo de conteúdo será produzido (texto, foto ou vídeo)
  • Ler, ler e ler. E não só livros, mas também sites de notícias, blogs, jornais e revistas
  • Consumir conteúdos que não são da minha área
  • Sempre que eu ver, assistir ou ler algo que me chamou atenção, pensar "como que isso está relacionado na minha vida?". A partir dessa pergunta, sempre consigo pensar em novos temas
  • Buscar referências dos assuntos que gosto (pinterest e instagram)
  • Utilizar os recursos dos stories para conhecer o meu público e saber quais são os assuntos que eles gostam de saber
  • Ter uma linha editorial e definir os temas que vão entrar em cada dia. Por exemplo, às segundas-feiras eu falo sobre empreendedorismo e carreira, às quartas são reservadas para beleza e moda, nas quintas um vídeo do youtube, às sextas-feiras sobre viagens e lifestyle, e os sábados sobre produção de conteúdo


VEJA TAMBÉM 
- Sites e aplicativos que ajudam no dia a dia e na produção de conteúdo
- 3 plataformas para criar um blog
- Como produzir conteúdo diário para o instagram


Sugestões de ideias para alguns nichos

Dentro de tema de produção de conteúdo, convidei uma amiga para gravar um vídeo sobre o assunto e respondendo algumas perguntas e dúvidas que recebi pelo instagram. 


Nesse vídeo (você pode assistir, clicando aqui), demos algumas sugestões de temas para alguns nichos e os que faltaram resolvi trazer para cá. 






Produzir conteúdo para a internet não é um bicho de sete cabeças, mas requer um comprometimento. Por isso, trabalhe todos os dias a sua mente para pensar de forma criativa, se force a pensar em novos conteúdos e converse com a sua audiência.

Uma das coisas por qual sou muito grata é por nunca (até esse momento) ter corrido atrás, por muito tempo, de um emprego. Todos que eu já tive (fixo e estágios), "meio" que caíram no meu colo. E não estou falando isso, querida leitora, pra te deixar pra baixo, até porque, até hoje teve (e tem) muita ralação pra que isso acontecesse.


Eu gosto de trabalhar, gosto de estar em movimento, gosto de tentar coisas novas e, uma coisa muito importante, é que eu acredito que irei conquista aquilo. Sabe o famoso pensamento positivo? Então, eu tenho muito dele. 


No dia 12 (domingo) compartilhei no meu instagram os depoimentos que recebi, do trabalho de social media que venho realizando. Receber esses depoimentos, ouvi-los e saber que o meu trabalho fez e está fazendo a diferença na vida ou no projeto de alguém, é sensacional.


Mas, hoje, eu não estou com dois empregos fixos + quatro clientes de social media, porque eles simplesmente vieram até a mim. Em relação ao empregos fixos, eu entrei na Associação Comercial e Empresarial de Ouro Preto como estagiaria e fui contratada com (mais ou menos) 6 meses de trabalho por conta de um projeto que escrevi e que não foi aprovado.


Já na Rádio UFOP eu fui estagiaria durante a universidade e cinco anos depois, fui chamada para trabalhar lá. E o meu trabalho de social media, vem sendo desenvolvido desde maio de 2019 e só em abril de 2020 que eu realmente tirei ele do papel.



Uma das coisas que acredito, que fiz e que recomendo para todas as pessoas é aproveitar as oportunidades que a universidade oferece e fazer trabalhos gratuitos. Eu sei que muitas pessoas torcem o nariz por trabalhar de graça, mas quando digo em fazer esse tipo de trabalho, não é para sempre, não é para que isso se torne corriqueiro. A minha sugestão é que você ofereça por um tempo determinado a sua mão de obra em troca de conhecimento e experiência. 


Dois exemplos bem ressentes e que têm haver com uma das minhas clientes de social media, é que eu participei de um sorteio onde ofereci um mês de social media, ela foi a ganhadora, executei o trabalho pra ela e antes mesmo do mês acabar ela já tinha me pedido um orçamento pra continuar a gerenciar a página do instagram da sua marca.



Veja também

 

E o outro exemplo, é que eu ofereci para uma empresária local criar um blog dentro do site dela e escrever, de forma gratuita, por dois meses sobre o produto dela. No caso dessa, só não demos continuidade ao serviço por questões financeiras. Mas ela já conheceu o meu serviço, viu a qualidade dos meus textos e eu sei que ela sempre vai lembrar de mim, quando for algo relacionado a blog. 


Eu sei que lendo esses dois relatos parece fácil, mas antes que o medo e o próprio boicote tomasse conta de mim, eu fui lá e fiz. Com medo, com insegurança e com vários questionamentos se daria certo ou não.


Eu também sei que essa quarentena tem mexido com todos nós e que a vontade de tirar um projeto do papel fica oscilando com a insegurança de que "será que esse é o momento?", "será que as pessoas vão comprar"?, "será que vão me aceitar trabalhar de graça", será, será, será.. que nunca tem fim. 


Acredito que já tenha falado isso em outro post ou nas minhas redes sociais, mas é preciso ver o lado bom das coisas, é preciso tirar um aprendizado de tudo que está acontecendo. E pra te dar uma forcinha, reuni algumas dicas que me ajudaram e me ajudam a não travar, na hora de fazer algo novo.

  1. Coloque os seus sonhos no papel e crie um mural da visualização. Imprima ele ou coloque como fundo de tela do computador ou celular, porque assim você nunca vai se esquecer das coisas que quer conquistar;
  2.  Se você está na universidade (ou vai entrar) participe do que é oferecido. Empresa júnior, cobertura de evento, encontros, projeto de extensão.. Assim você vai conhecer pessoais (aumentar o networking) e começar a colocar em prática o que vem aprendendo
  3. E falando em colocar em prática, tente todos os estágios que aparecerem. Não se importante tanto com o valor da bolsa, porque se você esperar um estágio que pague mil reais, esquece, porque você vai ficar para trás. Impossível não é, mas é melhor você entrar em um que pague R$400 e já ir aprendendo coisas novas do que ficar parado;
  4. As oportunidades que aparecerem relacionado a sua área, aproveite. Vá em eventos, congressos, feira, vá conhecer pessoas;
  5. Não fica se comparando. É clichê, mas se você ficar olhando para o umbigo do coleguinha, nunca vai se desenvolver e se destacar;
  6. Tenha pensamento positivo e esteja disposto a abrir mão de alguns fins de semana e noites de sono; 
  7.  Ofereça o seu serviço de forma gratuita para alguém ou convide uma pessoa para ser a sua "cobaia". Além da história do blog, atualmente estou mentorando uma amiga que quer melhorar a presença dela nas redes sociais. Vai ser bom pra ela, porque é algo que ela vem buscando, e vai ser bom pra mim, para eu validar o que sei e venho aprendendo;
  8. Seja autorresponsável pelas suas escolhas, pelas suas conquistas e, principalmente, pelas suas falhas; 

Esses são alguns dos comportamentos que eu tive pra chegar aonde estou e que continuo trabalhando neles para conquistar os novos sonhos que surgem a cada dia.


E você, não desista dos seus. Apenas coloque foco, força, prioridade, comprometimento e amor (claro). Coisas boas sempre estão por vir. 


beijos, beijos

Estava com saudade de trazer um conteúdo de beleza para o blog, mas, devido a quarentena, tenho filtrado bem os posts que escrevo, principalmente os de moda e beleza. Mas, o de hoje é uma resenha de alguns cremes para definir o cabelo que usei, durante uns bons meses, e vim compartilhar o que achei de cada um.


Nos últimos meses rolou uma relação de amor e ódio com os meu cachos, até que resolvi dar umas "picotadas" nas pontas e ele já ficou com um ar diferente e mais definido. Na questão da definição, em alguns momentos uso o borrifador, em outros não e já teve alguns dias que acordei e não defini o cabelo.


Os três produtos que vou falar no post, refletem a minha opinião e como que o meu cabelo se comportou a eles. Claro que, tem dias que o cabelo está com vida própria e não há nada que eu faça, que irá doma-lo e ai, o jeito é deixar do que jeito que acordou (quem nunca?). Bora, para a resenha.




Cachos definidos, da Seda cocriações

Em outubro de 2019 quando cortei o meu cabelo pixie, decidi não fazer progressiva, porque queria que ele crescesse natural. E o primeiro creme que comprei foi o Cachos Definidos, da Seda. Já tinha usado ele e também aproveitei o momento pra comprar a linha toda (shampoo e condicionador).
Eu gosto de usar ele com a mãos úmidas e ir passando de pouco em pouco. Se eu passo ele com as mãos secas, tenho a sensação de que deixa o meu cabelo pesado. Ele definiu bem os meus cachos e controlou bem o volume. No site da Amazon, ele está saindo por R$7,10 e pra conferir é só clicar aqui.

Ativador de Cachos de Mel da linha Tô de Cachos, da Salon Line

Ganhei esse na Beaury Fair de 2019 e amei. Foi amor ao primeiro uso. A consistência dele é na medida (nem tão grosso e nem tão ralo), ativou bem os meus cachos e o cheiro de mel não é enjoativo.


Como o creme da Seda, esse eu também passei com as mãos úmidas e gostava de usar no day after e com o borrifador. Ele Mantinha um volume legal do cabelo, abaixava o frizz e não deixava o cabelo com aspecto de molhado, quando ia secando. Esse ativador é recomendado para cabelos ondulados, cacheados, crespos, crespíssimos ou em transição. No site da Amazon, ele está saindo por R$15,90 pra conferir é só clicar aqui.


Veja também

Amarelinho, da Yamasterol

Esse eu também ganhei na Beauty Fair de 2019 e, vou confessar, que nunca tinha usado. Já tinha ouvido falar, conhecia a marca, mas nunca tinha usado nos meus cabelos. E, também, foi amor a primeira passada.


Esse eu passei mais com as mãos secas e no day after. Nos dias que usava ele, conforme o meu cabelo ia secando os cachos iam se soltando e ficando mais com uma ar natural. No meu instagram tem um IGTV com o passo a passo de como finalizava o cabelo com ele. Pra assistir, é só dar play. 




Esses são três cremes que eu aprovo e recomendo, tanto que o Seda foi o meu segundo. No momento estou usando outros cremes para finalizar (não são os meus preferidos), mas já estou com uma lista de recomendações pra testar.

Se você é cacheada, deixa aqui nos comentários quais são os cremes de pentear e ativadores de cachos recomenda.


beijos, beijos
Uma coisa que acredito, falo e faço é sobre empreendermos dentro do ambiente do trabalho, de fazer mais que o combinado, de encontrar naquela atividade que não é da sua área um ponto de satisfação, para que o trabalho se torne leve e você se destaque. 

Mas, um ponto que vem me incomodando e martelando na cabeça é sobre as lideranças dentro das empresas, principalmente nesse momento de pandemia. Nós aprendemos que dentro das empresas existem líderes e existem chefes. E que o líder, em determinados momentos, precisa ter postura de chefe, mas que o chefe, precisa ter mais postura de líder. 

E quando não há nenhum e nem outro dentro da empresa, como que os funcionários/colaboradores devem se portar? Pergunta difícil neh? Eu sei. 

Quando você entra no mercado de trabalho e começa a conquistar sonhos pessoais, começa a conhecer pessoas influentes e começa a se destacar em uma área, você percebe que precisa desenvolver habilidades que não são ensinadas nas escolas e nem nas universidades. 

E uma dessas habilidades é a liderança, que, para mim, algumas pessoas têm ela mais aflorada e outras não. E independente de qual grupo você se encaixa, essa é uma habilidade que precisa ser estimulada constantemente.



Mas Gabe, como ensinar alguém a ser líder? 

Sabemos que ninguém se torna líder da noite para o dia. Então, a primeira coisa a se fazer é identificar quem, dentro da empresa, tem a desenvoltura para conduzir pessoas e ações. A partir dai, é envolve-la em algumas atividades que vão precisar de um condutor, é trabalhar com ela a habilidade da escuta, da compreensão e da tomada de decisões.

É também trabalhar a habilidade de observar os demais colaboradores e as características de cada um, é saber dar feedback, pensar estrategicamente, saber identificar quem é e quem não é parceiro, entre outros. 

Mas, mais do que apender dia após dia sobre como liderar uma equipe, é preciso que os membros dela tenham maturidade em reconhecer e aceitar um líder (principalmente se esse alguém foi um membro promovido). 


E quando essa liderança precisa ser a distância e um dos desafios é manter a equipe motivada?
Sinceramente, também não sei a resposta dessa pergunta. E fui atrás de quem sabe ou de quem está passando por isso nesse momento. Fui conversar com uma cliente e colega,que se chama Paula Pires (ela também é coach de mulheres e equipe) que trabalha em uma multinacional e que gerencia uma equipe grande, e fiz as seguintes perguntas pra ela:

Gabe: Como manter os colaboradores motivados?
Paula: Minha equipe já tem mais de 200 pessoas e mantê-los motivados, é através da comunicação. O contato, a comunicação clara, você ouvi-los é algo que ajuda muito, porque as demandas desse cenário de covid-19 são muito grandes. Cada dia é um dia, precisamos atender as questões de saúde indicadas pela OMS, temos que estar atentos ao bem estar deles, tem as testagens que precisam ser feitas. 
Pra você manter um colaborador motiva, a comunicação, nesse cenário, precisa ser muito mais assertiva do que nunca. E com os líderes, eu faço essa comunicação, muitas vezes, via telefone, mas com a equipe operacional, eu faço presencialmente.
 
Gabe: E quando não há uma liderança? Qual sugestão você dá para que os projetos e atividades da empresa não caem de nível?
Paula: A minha sugestão, é a equipe se reunir (se der de forma online, ótimo) e conversarem, por exemplo "olha gente, estamos sem um líder e com várias ações acontecendo. Precisamos, aqui, fazer algumas delegações, alguns alinhamentos e distribuir as responsabilidades. E vamos definir uma pessoa pra quem a gente vai reportar. Essa pessoa vai ser o facilitador por aqui enquanto o novo líder/gestor não chega. 

Dentro da comunicação, que foi um ponto de destaque na fala da Paula, ela também falou sobre os colaboradores (que estão sem um líder/gestor) deixarem claro, entre eles, que todos estão ali por um objetivo único que é manter o crescimento da empresa. Além de que, ficando alinhado a divisão de responsabilidade, não fica um mal estar dentro da equipe. 

Esse é um tema que da muitos e muitos posts, vídeos, podcasts e todos os formatos de conteúdo que existem, porque líder, pra mim, tem sinônimo de influência (às vezes boa, às não) e esse "personagem" não está só dentro das empresas, mas também em todos os aspectos da nossa vida.

O inverno começa hoje e isso significa que vamos tirar do guarda-roupa as roupas usadas no verão e colocar no lugar as de frio. Eu sei que a ordem do momento é ficar em casa, mas, se você precisar sair, tenho certeza que vai querer se arrumar. 

Eu estou nesse time e mesmo se a ida é no supermercado, aproveito pra colocar uma blusa que gosto, uma calça que gosto ou um vestido que gosto. Mas, os dias frios estão chegando e no post de hoje quero mostrar inspirações de looks com a jaqueta doudoune

A jaqueta doudone é aquela jaqueta grandona de nylon que é ótima para usar nos dias chuvosos, porque protege a roupa de baixo. Eu já tive umas quatro, atualmente tenho só uma, e sempre olhei um pouco torto pra ela. Um dos motivos é porque não marca a cintura, mas resolvi dar uma chance pra ela e espero que, depois desse post, você também dê hahahaha.

A jaqueta doudone deixou de ser um item usado só em produções esportivas e muitas mulheres já apostaram nela para o street style de algumas semanas de moda internacional. Pra você ter uma noção, a doudone já foi parar na passarela, em coleção criada pelo estilista Demma Gvasalida, da Balenciaga e também na coleção de outono/inverno da Prada. 

JAQUETA DOUDOUNE+PRADA+DESFILE+INVERNO+MODA
Fotos: Site do FFW

Já deu para para perceber que essa jaqueta é bem volumosa e uma dica para equilibrar o look, é apostar em peças mais justas na parte de baixo. Calças não tão amplas e legging são uma boa opção. Mas, claro que, se você quiser usar com um vestido longo, com uma pantacourt ou calça boca de sino, se joga. As roupas são feitas para usar a imaginação e criar looks ao seu gosto. 

Veja também

 

Dois acessórios que você pode usar junto com a jaqueta, são os cintos e as pochetes. Eles marcam a cintura e já dá um ar diferente ao look. 


LOOKS+INSPIRAÇÃO DE LOOKS+JAQUETA DOUDOUNE+INVERNO+MODA


INSPIRAÇÃO DE LOOKS+JAQUETA DOUDOUNE+MODA+INVERNO

Você encontra a jaqueta doudoune de diversas cores e cumprimentos. O ponto positivo, é que ela é  versátil e pode ser usada em diversos anos. Pode investir nela sem medo.


beijos, beijos

[as imagens do post foram retiradas do pinterest]
Como que anda a sua satisfação com o trabalho? Como que anda a sua satisfação com o trabalho, durante a quarentena? Uma coisa é fato, desde março de 2020 as relações empresa x empregador e a forma como as atividades são desenvolvidas, mudaram e vão continuar mudando. 

Eu sei que algumas profissões não sofreram (tantas) alterações, como a área da saúde, mas as demais... ou você se adapta ou você se adapta. Trabalhei em home office por quase três meses e amei. Eu gosto de trabalhar em equipe, gosto de ver pessoas, senti falta de compartilhar no dia (cara a cara) informações, mas poder adaptar o meu horário as atividades que tenho que fazer, cuidar da minha casa e, nesse mês, passar mais tempo com o Roberto porque ele está de férias, pra mim, foi ótimo. 

Mas, o post de hoje não é como me senti trabalhando em casa e, sim, para levantar uma discussão sobre como que as empresas estão liderando e mantendo os seus funcionários motivados, durante a quarentena. Como fazer mais que o combinado, já que não tem ninguém "olhando" o que estou fazendo? Como me motivar e motivar os meus colegas à distância?

Sim, se você tem colegas de trabalho, acredito que deve estar passando por isso, porque eu estou. Além de ter que lidar com a curva de emoções por não poder sair para passear, por não poder ir ver as minhas amigas, por não poder ir para SP ir ver a minha mãe, ainda tenho que lidar com as emoções relacionadas ao trabalho. 


[Ilustração retirada do site Freepik]

Algumas semanas atrás, conversando com uma jornalista que acompanho no instagram, sobre trabalho e adaptação disse para ela que, ao meu ver a quarentena mostrou dois tipos de profissionais. A geração Z, que é elétrica, quer dominar o mundo e acha que sabe de tudo, que acabou encontrando nessa quarentena a dificuldade em ser pró-ativo e de pensar em novas formas de desempenhar a sua função à distância.

E em compensação, observei que pessoas mais velhas (a partir dos 40, 50) ou que têm anos na empresa, estão com dificuldade de se adaptar ao trabalho em home office ou algo diferente, que vá afetar a rotina (padrão) de trabalho.

Veja também
 
 
Claro que, essa é uma situação que ninguém esperava e pediu de cada um de nós muita resiliência e um ajuste, nas atividades, do dia para a noite.  Não sei as respostas para os questionamentos levantados no texto, não sei se tem respostas para elas (espero que sim) e estou na busca em descobrir como me manter motivada durante essa quarentena e motivar os meus colegas. 

Depois eu vou volto para compartilhar como que está sendo essa busca. 
Quase três meses trabalhando de casa e da pra contar nos dedos as vezes que usei um jeans. Por aqui o lema tem sido conforto e só tenho usado, pantacourt de malha, vestido longo, calça do pijama (tem dias que a preguiça de trocar de roupa bate), meia calça com shorts e calça esportiva (essas da Adidas), do boy. 

E, eis que visitando um blog me deparo com o termo loungewear, que nada mais é do que aquela roupa confortável para ficar em casa, mas que não tem cara de pijama e se precisar sair na rua (no momento só para casos pontuais), ela está ótima. 

Fui pesquisar mais sobre o assunto e descobri que o elemento principal na composição das peças da linha loungewear, é o algodão por proporcionar conforto e maciez. E em relação as cores utilizadas, as principais são as neutras por possibilitar combinações com peças de outras cores e de outros tecidos. 


Esse post vai de encontro a um desejo meu, que é comprar calça de moletom (estilosas) para usar dentro de casa. Dei uma pesquisada na internet em alguns modelos e preços, e trouxe os que me chamaram a atenção. Ah, a moda loungewear pode ser usada como pijama, para ficar confortável em casa, pra sair e até para ir trabalhar. Também fiz uma pesquisa em marcas brasileiras que tem o foco no loungewear e segue o instagram de algumas pra vocês conhecerem, as duas que mais gostei foram a @avaintimates  e a @tjamoficial






Ainda estou me decidindo e me organizando financeiramente, antes de comprar as calças e, assim que decidir, compartilho as escolhas no instagram (@gabepinheiroblog). Você já tinha ouvido falar nesse termo? Como que tem sido as escolhas de roupa nessa quarentena?

beijos, beijos

[fotos tiradas do pinterest]
Porque falar de beleza em meio a quarentena, devido a pandemia de um vírus? Porque, mesmo que estejamos em casa e que a rotina tenha sido adaptada ao momento, é importante cuidar da nossa mente e do nosso corpo. Se você der um Google vai encontrar diversas matérias falando sobre o aumento das crises de ansiedade e que o Conselho de Psicologia (Resolução CFP nº 04/2020) liberou o atendimento online, como forma de ajudar essas pessoas. E, para mim, tirar um tempo para se cuidar - nem que seja 10 minutos -, é uma forma de terapia onde você se concentra naquela atividade (pintar as unhas, passar um creme no rosto, passar um creme de hidratação no cabelo, fazer uma atividade física) e esquece do resto.

A minha rotina de beleza de cuidados com a pele continuou a mesma, mas, nessa quarentena, eu comecei a testar novos tipos de unhas decoradas. Só o ato de pesquisar inspirações, aos domingos separar os esmaltes que vou usar e ter toda a minha atenção e concentração pra fazer um desenho nas unhas, deixa o meu dia muito mais leve e eu fico muito feliz.



Convidei a Estefânia Gonçalves, que é psicologa, terapeuta de casal e família, para uma mini entrevista sobre a importância do autocuidado, durante esse período de quarentena. Confere só:

G: Como a rotina de autocuidado e beleza impactam em nosso emocional?
E: Durante a quarentena, somos privados de exercer vários dos papéis que constituem a nossa personalidade. Por exemplo, a professora amorosa do infantil não vai exercer seu lado “mãefessora” que pegava as crianças no colo, que pegava na mão para ajudar a colorir, que vibrava com cada aluno aprendendo algo novo, por mais simples que fosse. A forma de exercer esse papel mudou, a recompensa imediata não está presente para motivá-la, a sua utilidade, de alguma forma, é questionada.

À partir daí, ela, assim como os demais profissionais, vão perdendo a referência de si. Sabe quando você fica anos sem ir a um lugar que conhecia muito e, de repente, se vê meio perdido na estrada porque aquele ponto de referência não está mais lá ou está misturado a tantas novas coisas que você nem o notou?
É mais ou menos isso que está acontecendo na quarentena, estamos perdendo a referência de nós mesmos, do nosso valor.

G: Por isso, o autocuidado é tão importante. Cuidar de si, é preservar essa referência?
E: O autocuidado vai desde uma boa higiene do sono para dormir bem, até ter uma rotina definida que contemple tempo de contato e conexão consigo. Tudo aquilo que for possível manter dentro do funcionamento anterior que te traga qualidade de vida, sensação de bem-estar e segurança é importante que seja feito. Sei que para muitas coisas estamos limitados, mas não para todas.
Você, por exemplo, faz suas unhas aos domingos e isso ajuda a manter a referência até de que nem todo dia é domingo (como algumas pessoas têm colocado), mas, mais que isso, ajuda a lembrar que você é uma pessoa que se sente bem com as unhas feitas. Eu, por exemplo, não ligo muito para as unhas, mas o cabelo cuido todo final de semana.

Coisas simples como vestir a roupa de trabalho, ainda que no home office, passar um batom e pentear o cabelo para uma reunião em vídeo conferência, ou fazer uma atividade física de forma consistente vão ancorando nossa percepção sobre nós mesmos.
Esses hábitos, não são e nem substituem uma terapia, mas têm efeito terapêutico. Podem inclusive compor as tarefas de casa da terapia. Pois, certa forma, esses pequenos hábitos trazem um equilíbrio emocional, melhoram o humor por serem prazerosos e nos lembram de nosso valor enquanto ser humano único.
E, se eu puder deixar uma mensagem final digo: se cuide para não se perder.

Como sei que não é só eu que estou mantendo (ou que começou) uma rotina de beleza, fiz uma pesquisa nos meus stories pra saber o que as minhas seguidoras estão fazendo e confere só o relato delas. 

Ilustração retirada do site pngtree.com
Ilustração retirada do site pngtree.com


São coisas "simples", mas que tenho certeza que estão fazendo um bem danado para as meninas ai de cima. E mesmo que a sensação seja de que as coisas não estão melhorando, nesse momento não podemos esquecer do autocuidado, com o corpo e com a mente.

Por isso, coloque na sua agenda ou lista de tarefas diárias (até que vire um hábito) um momento para se cuidar. Você vai se sentir muito melhor, pode apostar. Ah, e também indico esse post no blog Papo sobre Autoestima (F-utilidades), sobre "Autocuidado em tempos de pandemia". Vale a leitura!

beijos, beijos
Impossível não falar da quarentena, durante o atual momento. Estou a todo tempo buscando novos conteúdos para trazer pra cá, mas às vezes fico pensando se não será algo fútil, sem importância ou totalmente desconectado com o que estamos vivendo. E ai, fica esse hiato de posts no blog, dias seguidos sem postar no instagram e nem um "oi" estou dando nos stories.

Eu, você e todas as pessoas do mundo tivemos que criar uma nova rotina dentro de uma rotina forçada e a única certeza que temos (até o momento) é que a antiga rotina vai demorar para voltar e que o que temos que fazer é #ficaremcasa e se adaptar.

Do lado de cá, alguns dias tem sido bons, outros "normais" e outros que a vontade de ficar deitada no sofá ou na cama, falam mais alto. Mas, como compartilhei nesse post, que no meio de todo esse caos muitas coisas boas aconteceram comigo e eu tive que reorganizar os meus horários, pra poder dar conta de todas as tarefas, ter um tempo para mim e ainda descansar. 




Se você ainda não sabe, agora eu tem dois empregos fixos (CLT) + três clientes de social media + o blog/canal/instagram + uma coluna de finanças em um portal que sou colaboradora, que será lançado no mês que vem. Ufa! Eu sei, muita coisa para desenvolver dentro de 24 horas.

No final de abril, compartilhei nos meus stories que ia começar a acordar 5 horas da manhã, porque a minha rotina ia mudar e já queria acostumar o corpo. Pois bem, não estou conseguindo, efetivamente, acordar às 5 horas porque estou trabalhando em home office no emprego novo e como entro às 7 horas, se eu levantar 30 minutos antes não tem problema hahahaha. 


Mas como sei que a quarentena não vai durar para sempre e que vou ter que acordar às 5 horas da manhã, desde o início de maio mudei os meus horários e mudei a forma de elencar as prioridades do dia. 

NOVA ROTINA

A minha nova rotina está divida em três blocos (manhã, tarde e noite), sendo: 

Manhã: Rádio (07:00 às 12:00) - Montar a playlist da manhã e dar uma estudada sobre rádio

12:00 às 14:00 - Almoçar e fazer alguma tarefa de casa 

Tarde e início da noite: ACEOP (14:00 às 20:00) - Escolho até cinco atividades principais que sei que precisam de resposta imediata 

Noite: Outros/Blog (20:00 às 22:00): E aqui é quando eu vou fazer as atividades de social media, terminar de escrever um post para o blog, ver os meus email, etc.

Sextas, sábados e domingos: Já compartilhei que nas sextas-feiras começo a planejar o conteúdo da semana seguinte e isso eu não faço só com o blog, faço também com alguns clientes de social media. Crio a programação do instagram, crio legendas, crio artes do canal e materiais complementares para os clientes. Gosto de fazer isso nos fins de semana, porque é quando me desconecto do celular e ai a mente fica mais fresca para criar.

E todos os dias às 22 horas eu desligo a internet do meu celular, mesmo que precise ficar com o notebook ligado. Só o ato de não ver o whatsaap e o instagram antes de dormir, tem melhorado muito o meu sono.

Não vou falar que tem sido uma rotina maravilhosa, porque ainda estou me adaptando ela. Mas dessa forma eu tenho sido mais produtiva e consigo passar para outra atividade, só depois que finalizei uma. 

E se passou pela sua cabeça "Mas Gabe, e como você tem tempo para o autocuidado, para o boy, para a Saori com essa agenda?" e a minha resposta é "tirando momentos do dia para ficar com eles". Claro que tem dias que a atenção é minima, mas estou conseguindo dosar a quantidade de tempo que fico trabalhando com a quantidade de tempo que fico com eles. 

E não, eu não dou conta de tudo. Eu só defino a cada dia no vou dar atenção e quando não da para concluir tudo, tento não me culpar. Ah, e você também não precisa se culpar se não está dando conta de tudo.

beijos, beijos
Não, não sei que dia da quarentena estou só sei que entrei em quarentena em 25 de março, que fiquei o mês todo de abril em home office e que, bem provável, irei ficar o mês de maio também. E como abril, esse mês comecei animada, bem disposta, com uma nova rotina (mesmo estando em casa) e hoje, dia que escrevo esse texto (08/05), me bateu um certo medo da tristeza tomar conta (novamente) de mim, de ficar pra baixo, desmotivada, preocupada e deixar que os pensamentos negativos invadam a minha mente. 

Eu sei que isso é algo que não posso evitar, sei que ter momentos de reclusão são normais, sei que sentir esses sentimentos também é normal e sei que o que posso fazer por mim - nesses momentos-, é relembrar das coisas boas que vêm acontecendo e agradecer por cada uma delas. 



Sim, eu estou com saudade de sair, de ver as minhas amigas, de ir trabalhar in loco, de viajar e de poder sair na rua sem medo de esbarrar em alguém e pegar o vírus da Covid-19. E também, como muitas pessoas, estou cansada de ver, ler e ouvir tanta notícia ruim e tanta notícia negativa. Eu sei que elas são necessárias para manter a população informada, mas para a minha boa sanidade mental, eu tenho passado mais dias sem procurar saber o que está acontecendo, do que dias acompanhando os noticiários.

E nesse texto, que pode perder o nexo em alguns parágrafos (se já não perdeu) ou terminar sem nenhum sentido, quero compartilhar todas as coisas boas que aconteceram até o momento e te mostrar, que, sim, coisas boas acontecem no meio do caos.

1. Conversei mais com as minhas amigas e com a minha mãe. Senti que os laços foram mais estreitados;
2. Me aproximei de mulheres que têm o mesmo pensamento que eu e junto com algumas saíram alguns projetos e colaborações;
3. Recebi uma proposta de trabalho na minha área e aceitei. Agora tenho dois empregos;
4. Passei para segunda etapa de uma seleção, os desafios aconteceram durante uma semana e produzir conteúdo diário foi desafiador. Não passei para a terceira etapa, mas os aprendizados dessa semana foram valiosos;
5. Dei mentoria de criação de blogs e fiquei muito feliz quando recebi da mentorada, o link do blog dela;
6. Tirei do papel um projeto de social media e já tenho duas clientes;
7. Vou começar a escrever para um portal que se chama The Squad e que tem como linguagem principal a mulher, o feminismo e o nosso crescimento. Ah, e os meus artigos vão ser sobre finanças.

E, claro, todas as risadas dadas junto ao Roberto, as vibrações com as conquistas das amigas, os momentos de descontração com a Saori e aquele quentinho no coração de gratidão e alegria, pelas coisas simples.