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Porque falar de beleza em meio a quarentena, devido a pandemia de um vírus? Porque, mesmo que estejamos em casa e que a rotina tenha sido adaptada ao momento, é importante cuidar da nossa mente e do nosso corpo. Se você der um Google vai encontrar diversas matérias falando sobre o aumento das crises de ansiedade e que o Conselho de Psicologia (Resolução CFP nº 04/2020) liberou o atendimento online, como forma de ajudar essas pessoas. E, para mim, tirar um tempo para se cuidar - nem que seja 10 minutos -, é uma forma de terapia onde você se concentra naquela atividade (pintar as unhas, passar um creme no rosto, passar um creme de hidratação no cabelo, fazer uma atividade física) e esquece do resto.

A minha rotina de beleza de cuidados com a pele continuou a mesma, mas, nessa quarentena, eu comecei a testar novos tipos de unhas decoradas. Só o ato de pesquisar inspirações, aos domingos separar os esmaltes que vou usar e ter toda a minha atenção e concentração pra fazer um desenho nas unhas, deixa o meu dia muito mais leve e eu fico muito feliz.



Convidei a Estefânia Gonçalves, que é psicologa, terapeuta de casal e família, para uma mini entrevista sobre a importância do autocuidado, durante esse período de quarentena. Confere só:

G: Como a rotina de autocuidado e beleza impactam em nosso emocional?
E: Durante a quarentena, somos privados de exercer vários dos papéis que constituem a nossa personalidade. Por exemplo, a professora amorosa do infantil não vai exercer seu lado “mãefessora” que pegava as crianças no colo, que pegava na mão para ajudar a colorir, que vibrava com cada aluno aprendendo algo novo, por mais simples que fosse. A forma de exercer esse papel mudou, a recompensa imediata não está presente para motivá-la, a sua utilidade, de alguma forma, é questionada.

À partir daí, ela, assim como os demais profissionais, vão perdendo a referência de si. Sabe quando você fica anos sem ir a um lugar que conhecia muito e, de repente, se vê meio perdido na estrada porque aquele ponto de referência não está mais lá ou está misturado a tantas novas coisas que você nem o notou?
É mais ou menos isso que está acontecendo na quarentena, estamos perdendo a referência de nós mesmos, do nosso valor.

G: Por isso, o autocuidado é tão importante. Cuidar de si, é preservar essa referência?
E: O autocuidado vai desde uma boa higiene do sono para dormir bem, até ter uma rotina definida que contemple tempo de contato e conexão consigo. Tudo aquilo que for possível manter dentro do funcionamento anterior que te traga qualidade de vida, sensação de bem-estar e segurança é importante que seja feito. Sei que para muitas coisas estamos limitados, mas não para todas.
Você, por exemplo, faz suas unhas aos domingos e isso ajuda a manter a referência até de que nem todo dia é domingo (como algumas pessoas têm colocado), mas, mais que isso, ajuda a lembrar que você é uma pessoa que se sente bem com as unhas feitas. Eu, por exemplo, não ligo muito para as unhas, mas o cabelo cuido todo final de semana.

Coisas simples como vestir a roupa de trabalho, ainda que no home office, passar um batom e pentear o cabelo para uma reunião em vídeo conferência, ou fazer uma atividade física de forma consistente vão ancorando nossa percepção sobre nós mesmos.
Esses hábitos, não são e nem substituem uma terapia, mas têm efeito terapêutico. Podem inclusive compor as tarefas de casa da terapia. Pois, certa forma, esses pequenos hábitos trazem um equilíbrio emocional, melhoram o humor por serem prazerosos e nos lembram de nosso valor enquanto ser humano único.
E, se eu puder deixar uma mensagem final digo: se cuide para não se perder.

Como sei que não é só eu que estou mantendo (ou que começou) uma rotina de beleza, fiz uma pesquisa nos meus stories pra saber o que as minhas seguidoras estão fazendo e confere só o relato delas. 

Ilustração retirada do site pngtree.com
Ilustração retirada do site pngtree.com


São coisas "simples", mas que tenho certeza que estão fazendo um bem danado para as meninas ai de cima. E mesmo que a sensação seja de que as coisas não estão melhorando, nesse momento não podemos esquecer do autocuidado, com o corpo e com a mente.

Por isso, coloque na sua agenda ou lista de tarefas diárias (até que vire um hábito) um momento para se cuidar. Você vai se sentir muito melhor, pode apostar. Ah, e também indico esse post no blog Papo sobre Autoestima (F-utilidades), sobre "Autocuidado em tempos de pandemia". Vale a leitura!

beijos, beijos
No segundo post da série “Vou me casar” (sim, acabei de inventar hahaha) vamos falar sobre a parte fundamental desse processo, que é “quanto gastar no casamento?”. Antigamente, tinha-se a prática de dividir os gastos entre as famílias. A parte da noiva pagava a festa e o vestido, por exemplo, e a do noivo pagava os demais gastos. Hoje em dia os relacionamentos mudaram, o pensamento do casal mudou e quem acaba arcando com tudo são os dois. Claro que no processo sempre tem pai, mãe, avós, padrinhos, entre outros, que acabam contribuindo com alguma quantia, mas quem decidi o orçamento e o quanto estão dispostos a gastar, são os noivos.

Sei que ninguém gosta de falar de dinheiro e quando envolve um projeto a dois (sim, um casamento é um grande projeto) só o casal sabe o quanto estão dispostos a pagar e se querem gastar com uma festa.

Não há uma regra do que se deve fazer no processo de decisão de quanto irão gastar no casamento. E pra me ajudar a construir esse post, entrevistei duas amigas e uma prima sobre esse planejamento e compartilho com vocês as dicas, gastos e como que foi esse processo para cada uma delas.


A Bruna é minha amiga de infância e afilhada (fui madrinha do casamento dela) e está casada a 2 anos. Mesmo de longe, conseguir participar do planejamento do casamento e pude ver como que Deus esteve presente em todo o processo, principalmente financeiro, porque ela estava no último ano da faculdade, fazendo estágio e organizando o casório.

Gabe Pinheiro: Bru, quando você e o Rapha decidiram se casar vocês estipularam um valor máximo de gasto? Se sim, conseguiram ficar na meta ou ultrapassaram?

Bru: Não estipulamos um valor, porque não tínhamos noção do quanto seria necessário gastar, mas entre as pesquisas que fizemos, escolhemos tudo relacionado ao custo benefício compatível com o que poderíamos gastar. Só com salão, decoração e buffet gastamos em torno de  R$15.500. Não fizemos meta de custo, mas com certeza ela ultrapassou.
       
GP: E como que foi o planejamento financeiro pra guardar dinheiro para o casamento? Vocês dividiram tudo entre os dois?

Bru: Não conseguimos guardar dinheiro. Fomos pagamento as coisas aos poucos. Eu ganhava pouco na época (salário de estagiária) e com o meu dinheiro comprava o que dava, por exemplo as lembrancinhas. O Rafa pagou a maior parte, mas também família e amigos nos ajudaram muito! Por exemplo, o dia da noiva, ganhei de duas madrinhas minhas (eu e a Amanda – outra amiga – pagamos pra Bru).

GP: Na questão financeira, qual dica você dá para quem está planejamento o casamento?

Bru: Pesquisar bastante, não ir comprando tudo logo de primeira e analisar sempre o custo benefício.


A Aline, é casada a 2 anos e só no civil e ela e o Tony (marido) estão planejamento o casamento religioso.

GP: Line, quanto que você o Tony pretendem gastar no casamento e como estão se planejando? Adotaram alguma forma de guardar dinheiro?

Line: Pretendemos gastar no máximo R$30 mil. Abrimos uma poupança em conjunto e temos um valor fixo que devemos guardar todo mês.

GP: Vocês querem um casamento tradicional ou mini wedding? E o pagamento, pretendem pagar tudo à vista ou parcelar o que que der?

Line: Queremos um mini wedding, apenas para os íntimos, e pagar tudo à vista e ainda conseguir desconto hahaha.

GP: Uma dica para guardar dinheiro em conjunto

Líne: Primeiro ter um objetivo, segundo começar. Seja abrindo uma poupança, seja guardando no cofrinho, seja cada um guardando em sua conta individual, apenas comece! Conforme o montante vai subindo a vontade de guardar só aumenta.
E a última entrevistada é com a minha prima Ana Claudia, co-fundadora do blog Lucidez Feminina e criou o instagram @giftsforbrides pra compartilhar todo o processo do casamento.

GP: Clau, como que está sendo o planejamento financeiro seu e do Dani para o casamento?

Clau: Desde o ano seguinte ao noivado estávamos guardando dinheiro, evitando qualquer tipo de gasto desnecessário e focando nos gastos que iriam surgir com o casamento. E pra isso, fizemos alguns investimentos de curto prazo e médio risco (nessa parte que o Daniel entra, pois não entendo muito). Outra coisa que fizemos foi definir um orçamento e definimos também uma margem pra extrapolar, depois definimos o quanto estávamos dispostos a investir em cada item dos preparativos. Isso faz muita diferença, pois uma coisa que eu quero que seja sensacional é a foto e filmagem, portanto investiria um pouco mais e em contrapartida a gente não julga necessário coral ou cabine de fotos.

GP: Quanto pretendem gastar? E a forma de pagamento, à vista ou parcelar o que conseguir?

Clau: Hoje nosso teto é R$80 mil já com nossa margem extrapolada. O que for possível pagar antes pagaremos, quanto aos parcelamentos acho que nos dias hoje é inevitável, porém queremos quitar tudo antes da festa em si.

GP: E o tipo de casamento que vocês querem, tradicional ou mini wedding?

Clau: Nunca cogitei mini wedding e nem o Daniel, então será algo mais tradicional. E a lista é algo do mal que se multiplica o tempo todo, mas estamos trabalhando para defini-la. E uma dica que dou é contratar uma assessoria, independente se é completa ou parcial com ou sem cerimonial, esse é um serviço que ajuda muito.

Deu para ter uma ideia de quanto custa uma festa de casamento e como guardar e economizar dinheiro com o grande dia.

Na hora do pagamento, se for à vista é importante pedir desconto sim e buscar alternativas mais baratas (e com a mesma qualidade) dos serviços. Por exemplo, o casal decide comprar novas alianças, o site Cupom Válido oferece cupons de desconto na Casa das Alianças (olha ai a economia). Voltado para casamento, o site também oferece cupons de lojaos de flores e de móvel de madeira (alô decoração rústica). Outra opção, é buscar fornecedores dentro de sites de blogs de casamento que dão desconto para leitores.O segredo é só pesquisar que com certeza preços mais baratos são encontrados.

Agora eu quero saber das leitoras que estão noivas. Como que está o planejamento financeiro de vocês?

beijos, beijos

Quanto gastar no casamento?

Por as maio 14, 2018
No segundo post da série “Vou me casar” (sim, acabei de inventar hahaha) vamos falar sobre a parte fundamental desse processo, que é “quanto...
Sabe aquele livro que te prende do começo ao fim? Esse é A Batalha do Apocalipse de Eduardo Spohr. Eu fiquei tão "fissurada" na história que entrei em contato com o autor para saber mais sobre o processo de escrita, a ligação dele com a bíblia, dicas pra quem quer escrever um livro, entre outros. Confira a entrevista abaixo:



Gabe Pinheiro: Como que surgiu a vontade de escrever um livro sobre a batalha do apocalipse?

Eduardo Spohr: Nos meus tempos de criança, falava-se muito nessa temática do "fim do mundo" por conta da Guerra Fria, cujas bombas atômicas ameaçavam destruir o mundo a qualquer hora. No entanto, no âmbito angélico, por assim dizer, minhas maiores influências foram os quadrinhos da Vertigo e o filme "Anjos Rebeldes", de 1995.

GP: Confesso que teve partes do livro que me deixaram bem pensativa, principalmente no que a Terra tinha se tornado. Afinal, não se diferencia muito do que anda acontecendo nos dias de hoje. Como que foi o processo de pesquisa? Você chegou a ler a Bíblia? 

E: Eu li algumas partes, mas acho que os meus livros têm pouco a ver com religião, exatamente. Elas são usadas como plano de fundo.

Os três romances tem como tema central o misticismo, anjos e tal. É algo que você se identifica ou porque gosta de saber mais sobre o assunto? 

E: É uma mitologia que está presente em nossa sociedade, daí o meu fascínio. Além disso, estudei em um colégio católico, quando criança, o que, acredito, deve ter me servido pra despertar o interesse.

Estou cursando jornalismo e tenho muita vontade de escrever um livro. Quais dicas que você dá pra quem quer ser um escritor? 

E: A mais importante de todas é ESCREVER. Sim, parece simples, mas é a parte mais difícil, arrumar um tempo e um local para se sentar e escrever. Reuni algumas outras dicas no meu blog, segue o link, espero que te ajude e aos demais leitores do blog :)