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Depois que me mudei para Ouro Preto (lá em 2012) um dos itens que trouxe aos poucos, foram as minhas roupas. Eu nunca fui de ter muitas peças, mas morando em SP com uma infinidade de fast fashion e uma mãe que trabalha em loja, vira e mexe apareceria uma roupa nova no armário. Mas, já os os sapatos, era um novo por mês.

Com a mudança pra uma nova cidade, uma nova casa e sem saber o espaço que teria para as minhas roupas, a quantidade de itens foram diminuindo e passei a dar mais valor para a qualidade das peças. Mas, claro, que sempre que visitava a minha mãe tinha um presentinho me esperando (hahaha).


O ano de 2018 chegou, meu salário diminui, Roberto veio morar em Ouro Preto e novas prioridades foram surgindo. E uma dessas prioridades, que na verdade foi mais um desafio que me propus, foi a de ficar 1 ano sem comprar roupa. Para uma pessoa que gosta de moda, que gosta de montar looks e que gosta de acompanhar as novidades, os primeiro meses não foram tão fáceis, mas no final foi uma experiência tão positiva que me fez repensar o meu consumo e ter um novo olhar com as minhas peças.

Nossa Gabe, mas você não comprou, mesmo, nenhuma roupa? Na verdade comprei 1 peça, em outubro, que encarrei como um investimento. Comprei um macacão pantacout, preto de linho e que já usei tantas vezes que ele até já se pagou (hahahaha).  Ah e, sim, ganhei algumas coisas da minha mãe mas fora isso não gastei com peças novas.

Três momentos que usei o mesmo macacão. Da esquerda pra direita: no congresso da Federaminas, passeando por Ouro Preto e evento feminino 

Quando falei para mim mesma que não iria comprar roupa durante aquele ano, a primeira coisa foi fazer uma limpa no meu guardar-roupa e só ficar com aquilo que realmente usava, gostava e que me trazia alegria. O segundo passo, foi pegar a sacola de roupas que não queria (porque tinha enjoado, não cabia mais, ficava apertado, usava pouco, etc) e analisar peça por peça se eu conseguia reformar ou utilizar ela de outra forma.

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Fazendo esse exercício, transformei um vestido frente única em uma saia midi, um vestido em blusa (combinando com a mesma saia) e fiz fendas nos meus vestidos de festas. O terceiro passo foi pesquisar looks com as peças que eu tenho e brincar com as combinações. E a quarta coisa que fiz, foi pegar roupas emprestadas quando necessário.


Vestido frente única transformado em saia. Da esquerda pra direita: look verão com rasteirinha, look mas despojado com tênis e look usado na confraternização da firma (a parte de cima é um vestido curto)

Da esquerda pra direita: vestido azul já usado em casamento, formatura e outros eventos; macacão da irmã usado em um casamento; e o vestido preto que já usei em formatura e outros eventos

Ter muitas roupas é bom? Sim. E ter poucas roupas, é bom? Sim, também. O importante é que você tenha consciência do que tem e esteja internamente bem com todas aquelas peças. Atualmente, preciso de alguns itens, mas sei que o meu momento, financeiramente, não é para comprar essas coisas e pra mim está tudo bem.

E enquanto eu conseguir mostrar a minha identidade com as roupas que tenho (hoje), ficarei bem. Ah, e quanto a parte financeira eu economizei e também passei a ser mais criteriosa com os preços. Mas agora eu quero saber, qual foi o maior tempo que você ficou sem comprar roupa?

beijos, beijos
Felizmente (ou infelizmente) as temperaturas baixaram e desde a última quarta-feira, 20, foi dado o start para a retirada das meias-calças, suéteres e botas. Eu não sei como está na cidade de vocês, mas em Ouro Preto o Outono chegou chegando trazendo neblina, dias nublados e chuva.

Como a nova temporada não vive só de "folhas caindo no quintal" e dias frios, no que diz respeito a moda muita coisa bacana vai ser usada nos próximos meses. Então, já tira um dia para reorganizar o guarda-roupa, experimentar looks e ver, a partir do que você já tem, quais são as peças/cores/estampas que serão tendência.


Nesse outono vamos deixar de lado os tons escuros, sóbrios e neutros dando lugar para estampas e cores vivas. De estampas, podem apostar na animal print, no xadrez preto e branco, e no floral com fundo preto. Já nas cores, o néon continua presente no outono, com destaque para o verde, laranja e azul. Misturar peças de cores vivas com peças de cores mais fechadas, deixa a produção mais alegre. 
O que também será tendência nessa temporada são os casacos que parecem pelúcia, peças em tecidos acetinados, casacos matelassados e capas. Ah, e uma peça queridinha e que sempre aparece nos dias frios, é o trench-coat. Ele continua firme e forte nessa temporada, mas em 2019 a aposta é no modelo de linhas retas, botões no centro com o cinto marcando a cintura.



Eu adorei as peças que vão bombar nessa temporada e vocês? Tem alguma preferida?
Em breve terá post ou vídeo (ainda estou decidindo hahaha) sobre looks para o inverno de combinações com peças que temos dentro do guarda-roupa.

beijos, beijos
Um dos rituais que vem ganhando força na rotina das mulheres, é o cuidado com o rosto. A nova rotina é mais que um momento de cuidado, mas também de relaxamento e descanso.

Desde novembro passado eu passei a cuidar melhor da minha pele e desde então venho observado como ela tem melhorado e como uma simples rotina de beleza já faz toda a diferença.


Não investi em produtos caros e não adotei um cronograma extenso com diversos passos, para se fazer no período da manhã e a noite. A primeira coisa que fiz foi ter consciência que a minha pele precisava de um cuidado só pra ela e que a rotina que estava levando e, principalmente, a alimentação estava afetando diretamente o aspecto que a minha pele estava.

Depois desse momento, listei alguns itens de beleza que estava precisando e o que, naquele momento, iria me ajudar a criar uma rotina de cuidados. Os produtos para o rosto que investi foram: um protetor solar, um leite de colônia, um sabonete e argila. Quanto ao passo a passo, adotei o a seguir.


1º passo: Comprei o sabonete em gel da Avon, da linha Clearskin, e uso ele pra limpar a pele antes de receber os outros produtos. Eu gostei bastante da textura dele e da textura que deixa na pele.

2º passo: Em seguida, uso um produto pra limpar os resíduos que ficaram no rosto e, atualmente, estou usando Leite de Colônia. Ele é indicado para todos os tipos de pele, mas como tem álcool na sua composição pode ser que algumas peles não adaptem a ele. Ele da um ardidinho no rosto (por conta do álcool), mas limpa bem.

3º passo: Após a limpeza faço uma máscara facial de argila (semana sim semana não) ou esfoliação caseira com hidratante + café.

4º passo: E o último passo, finalizo com o protetor solar. O que estou usando é o Solar Expertise Toque Seco, da L'oreal. Ele tem uma textura gel creme e eu amei, porque ele não deixa a pele com aspecto "acabei de passar protetor". Ah, sem contar que o cheiro é suave e não incomoda.

Realizando esse mini ritual de beleza, bebendo mais água (tenho que andar com uma garrafinha, porque se não esqueço) e diminuindo a cerveja, o aparecimento dos resultados veio de forma rápida (até o mozão elogiou o brilho da pele), fazendo até com que eu diminuísse, de novembro para cá, o uso de maquiagem para ir trabalhar.

Essa é a minha rotina simples para o rosto, mas quero aperfeiçoa-la usando novos produtos e realizando mais passos. E vocês, mantêm uma rotina de beleza?

beijos, beijos
Semana passada teve um caso que foi assunto na internet, que foi sobre o vídeo da Bettina (se você ainda não sabe do que estou falando da um google). O vídeo foi uma estratégia de marketing da empresa Empiricus, mas que, ao meu ver, não teve um resultado satisfatória para a marca. Pesquisando sobre como eles utilizam o marketing, da para perceber que é algo bem agressivo e que o objetivo é crescer, apenas, o número de clientes deixando de lado o relacionamento humano. E é sobre esse relacionamento humano que trago a segunda parte do compilado de dicas da Semana do Marketing de Influência.



No post da semana passada falei sobre a relação das empresas com os influenciadores e o que elas devem levar em conta na hora de contratar um. Hoje, vamos falar sobre como escolher um influenciador e como transformar o marketing de influência em vendas.

Quem trabalha com redes sociais, principalmente facebook e instagram já percebeu que quando um post é humanizado, é escrito de uma forma mais informal, mais próxima com o seu público o alcance dele é maior quando publicamos um post com um tom de divulgação.

E esse foi um dos pontos abordados no webinar como escolher um influenciador, tanto que uma frase que me marcou foi "entender sobre influenciadores, é entender sobre relações humanas". E o que isso quer dizer? Que, da mesma forma que o influenciador cria um relacionamento com o seu público, as empresas que os contratam também têm que criar esse relacionamento com eles, principalmente pós ação.

"A marca que contrata o influenciador, também tem que se munir de informação e está presente para interagir com o público na rede do influenciador."

Sobre a busca dos influenciadores pelas marcas, o webinar destacou alguns caminhos, como procurar através de hastags, dos seguimentos daquela categoria, seguir blogs ou por meio de assessorias especializadas.

A partir do momento que uma marca contrata um influenciador ela espera que ele traga resultados, principalmente no que diz respeito a venda. Mas ai, entra uma questão importante que as empresas precisam tomar cuidado, nem sempre o criador de conteúdo tem uma visão de negócio, por isso a importância de pesquisar esses influenciadores e ter bem alinhado qual é o propósito daquela ação. Por isso que as marcas precisam conversar com o influenciador (para que ele sane todas as dúvidas) sobre o trabalho e que os dois alinhem o que é melhor para ambos.

E toda ação vai garantir uma venda? Nem sempre. Pode ser que o objetivo seja criar uma proximidade do público com a marca, consequentemente trazendo mais clientes. Como pode ser uma ação que vai gerar apenas relacionamento. E os dois resultados estão ok, Claro que as empresas precisam entender os resultados que podem ter e já os influenciadores têm que fazer o trabalho com excelência e, se possível, fazer mais do que o combinado.

O marketing de influência é algo que, nos dias de hoje, não deve ser ignorado e os profissionais que trabalham só com essa ponta da divulgação estão a todo momento estudando sobre o assunto, testando novos recursos, testando novas estratégias e se mantendo atualizado com o novo. Por isso, se você quer saber mais sobre essa área, pesquise e estude muito.
Uma das coisas que eu trouxe de 2018 para esse ano, é estudar mais. Como dinheiro não é desculpa para não investir (sim, pra mim, educação é um investimento) em cursos, palestras ou oficinas que desejo fazer, estou assistindo webinar e buscando cursos online gratuitos.

Em fevereiro, entre os dias 19 e 22, assisti os webinar da Semana do Marketing de Influência, realizado pela Resultados Digitais em parceria com a Squid, plataforma que ajuda no processo recrutamento e gestão de influenciadores digitais. Foi uma semana de muito conteúdo bacada voltado tanto para quem é empresa quanto pra quem trabalha produzindo conteúdo online. Eu anotei muita coisa e fiz um compilado de dicas, ações e cuidados que valem a pena tomar.




Os temas abordados na Semana do Marketing de Influência foram: "Como fazer uma estratégia de marketing de influência?"; "Marketing de influência é para a minha empresa?"; "Como medir o retorno do Marketing de Influência?"; "Como escolher um influenciador?"; e "Como faço o marketing de influência se transformar em vendas?".

Antes de passar as dicas que os profissionais que participaram dos webinar deram, uma coisa que você, que está lendo esse post, tem que intender é que o Marketing de Influência (como ele é realizado hoje) ainda é novo e novas estratégias são testadas a todo momento. Com isso, não tem o certo e errado, mas sim o que se adéqua ao seu objetivo e o que se adéqua ao seu público.

Pra quem tem uma empresa e quer trabalhar com o Marketing de Influência, antes de mais nada precisa entender o que ele é  e o porque quer trabalhar com esse tipo de divulgação. No webinar Como fazer uma estratégia de marketing de influência, foi destacado o conhecimento que a marca tem que ter do seu público, a linguagem que ele fala e qual estratégia será usada antes de decidir se irá contratar um influenciador para uma campanha.

"O que facilita a escolha e o trabalho com o influenciador é ter uma clareza muito grande do teu posicionamento: quem tu é, quem tu acredita, com quem tu te relaciona. (Andrey Dutra, estrategista de conteúdo da W3haus)"

Algo que as empresas que querem trabalhar com influenciadores têm que entender, é que não adianta olhar só para o número de seguidores que a aquele influenciador tem. É preciso ir além disso, analisar o engajamento (real) que ele tem, analisar como que ele conversa com os seguidores, qual é o seu nicho e juntos fazerem uma co-criação (empresa + influenciador) do que será feito.

Outro ponto que tem que ser levado em consideração, é que as empresas precisam entender que cada plataforma tem um narrativa e que, com isso, os públicos serão atingidos de formas diferentes.

Já o influenciador que for contratado por uma empresa, tem que ter clareza do que a empresa está solicitando e, também, sugerir formatos de posts que podem ser feitos, a partir da relação que você tem com o seu público. E uma coisa MUITO importante que não se deve esquecer, é sinalizar nas redes que aquela ação é uma publicidade.

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Não, o assunto não se encerrou, mas para o post não ficar (mais) enorme deixei os temas "Como escolher um influenciador?" e "Como faço o marketing de influência se transformar em vendar?" para a próxima semana.
Sim, todos os dias são nossos, mas todos os anos quando chega o mês de março o que mais vemos são ações voltadas para as mulheres. No ano passado compartilhei as mulheres da minha vida que são a minha inspiração e no post desse ano, trago algumas mulheres que acompanho pela internet e que têm trabalhos maravilhosos.


Mais do que lutar por uma causa e batalhar dia após dia por melhorias para nós, mulheres, também temos que apoiar os projetos umas das outras, compartilhar, curtir e contribuir (quando for possível) com a melhoria dele. Por ser heavy user de internet acabo entrando em vários sites, seguindo várias pessoas no instagram e assistindo muitos vídeos no youtube. E no meio de tanta gente bacana, separei 6 mulheres que desenvolvem um trabalho bem bacana na internet e que vale muito a pena acompanha-las.

Thaís Lessa (@thaysslessa)
Conheci a Thaís a partir de um email do youtube com o relatório do mês do canal, e no final estava o vídeo dela como indicação. Cliquei e adorei a forma como que ela fala, o conteúdo do vídeo e como que ela transparece leveza e serenidade em cada postagem. Além do canal no youtube, a Thaís também já lançou dois e-books e um curso online. Eu comprei o e-book "30 dias de gratidão" e a cada dia  você tem uma mensagem para ler, fora o exercício de listar, no minimo, cinco coisas daquele dia por qual você é grata. É uma baita exercício e te faz dar mais valor para as coisas.

Nathália Arcuri (@nathaliaarcuri)
Se você nunca ouviu falar dessa mulher, não sei em que mundo está. Brincadeiras a parte, a Nath (olha a intimidade) é jornalista e tem um dos canais mais fodas de finanças no youtube(Me poupe!). Acompanho ela a mais de um ano, comprei o seu livro e estou me preparando pra fazer a prova pra Jornada da Desfudência. Pra quem quer conhecer sobre finanças de forma simples e com uma pitada de humor, super recomendo. Ah, e já vou avisando que você nunca mais vai querer deixar o seu dinheiro na poupança.

Nadia Schmidt [Nadica] (@nadiaschmidt)
Conheci o canal da Nádia a partir de um vídeo sobre cabelo curto, que uma amiga tinha me enviado. Na época tinha cortado o meu cabelo, pela primeira vez, joãozinho e estava me acostumando com o novo visual. Hoje a Nádia fala não só de cabelo, mas também de autoconhecimento, beleza e espiritualidade.

As fotos foram tiradas do instagram de cada uma delas


Ellen Nuvem (@ellen.nuvem) | Brandind Lab (@branding.lab)
Conheci o perfil da Ellen através de indicações e me encantei com duas coisas: 1º por ela trabalhar no marketing do Paulo Vieira e 2º pelo trabalho que realiza na área de Branding, tanto que criou um espaço próprio para falar sobre o assunto, o Branding.lab. Pelo instagram a Ellen da dicas de posicionamento na internet, criatividade e como desenvolver o seu mindset. Esse ano ela lançou um e-book com 8 exercícios pra quem busca mais inspiração e ação nos projetos que quer realizar. E ele já está na lista das próximas aquisições.

Ale Garattoni (@alegarattoni)
Acompanho a Alessandra Garattoni desde o extinto blog blog It Girls e sou apaixonada pelo conteúdo que ela produz, principalmente os voltados para blog. Hoje a Ale não escreve mais em blog (#saudades), mas compartilha todas as suas ideias, sugestões e ensinamentos através dos cursos sobre Branding e dos perfis no instagram Blog 5 sentidos (@blog5sentidos) e Amo Branding (@amobranding). Ah, e no #quadrodaale, ela compartilha frases de pessoas que admira e uma reflexão sobre ela.

Isabela Mezadri  (@ isabellamezzadri)
Quem aprender e entender sobre astrologia? Então você tem que acompanhar a Isa. De forma simples ela explica os efeitos de mercúrio retrogado, como que as fases da lua interferem no nosso eu e nas atitudes que vamos tomar, como que as viagens que fazemos estão relacionadas com o  mapa astral e como que a astrologia é muito mais do que os signos. No ano passado a Isa e a Marcinha lançaram o Energias do Mês e eu comprei o mês de dezembro. Pude entender melhor como que ia ser o meu mês (no sentido astrológico), o que deveria evitar e o que deveria dar mais atenção.

Quanta mulher foda, não! Se você ainda não segue alguma delas, está esperando o que? Tenho certeza que o trabalho delas iram agregar e, muito, na vida de vocês. Aproveito e deixo abaixo dois vídeos do quadro #GabeEntrevista de duas mulheres de Mariana que vale a pena conhecer.



Eu nunca fui uma pessoa animada com o carnaval. Gosto de ir em festas, gosto de dançar, mas essa vibração que muitas pessoas sentem pelo carnaval, nunca senti. Tanto que a cinco anos sigo o mesmo procedimento, toda quinta-feira de carnaval já estou dentro de um ônibus rumo a São Paulo, lendo um livro e planejando os filmes que vou assistir, as amigas que irei visitar e pensando em quantos dias vou ficar junto com o Roberto.

2019 chegou e o plano executado dos anos seguintes deu lugar a um novo, que incluía ficar em Ouro Preto, conhecer o carnaval da cidade e trabalhar pra ganhar um dinheiro extra.




Como esse ano decidi ficar aqui uma das coisas que falei pra mim mesma, é que deveria dar uma chance para o carnaval e aproveitar a minha maneira. Na quinta-feira (28 de fevereiro) fui para o baile a fantasia da Associação, dancei e me diverti. Na sexta a noite trabalhei até de madrugada e no sábado tirei o dia pra descansar.

Já no domingo trabalhei a tarde toda até o início da noite e depois fui encontrar o mozão em um churrasco. Nesse dia me desprendi de qualquer preconceito ou pensamento negativo quanto ao carnaval (e as pessoas que curtem), coloquei um sorriso no rosto combinado com uma make brilhosa e fui curtir o meu domingo.

Na segunda fiz parte do bloco Unidos do Netflix e passei o dia assistindo filmes, séries e cuidando na casa. E na terça de carnaval eu e o Roberto fomos para o centro ver como que estava a festa, dançar um pouco, beber uma cerveja e comer um tropeiro.




E o que eu achei do meu carnaval? Ótimo. Curti a minha maneira, descansei, fiquei em casa, assistir filme, dancei, bebi cerveja  e o mais importante, não me cobrei pra fazer algo produtivo.  E o carnaval de vocês, como que foi?