Como usar o Marketing de Influência a seu favor

Uma das coisas que eu trouxe de 2018 para esse ano, é estudar mais. Como dinheiro não é desculpa para não investir (sim, pra mim, educação é um investimento) em cursos, palestras ou oficinas que desejo fazer, estou assistindo webinar e buscando cursos online gratuitos.

Em fevereiro, entre os dias 19 e 22, assisti os webinar da Semana do Marketing de Influência, realizado pela Resultados Digitais em parceria com a Squid, plataforma que ajuda no processo recrutamento e gestão de influenciadores digitais. Foi uma semana de muito conteúdo bacada voltado tanto para quem é empresa quanto pra quem trabalha produzindo conteúdo online. Eu anotei muita coisa e fiz um compilado de dicas, ações e cuidados que valem a pena tomar.




Os temas abordados na Semana do Marketing de Influência foram: "Como fazer uma estratégia de marketing de influência?"; "Marketing de influência é para a minha empresa?"; "Como medir o retorno do Marketing de Influência?"; "Como escolher um influenciador?"; e "Como faço o marketing de influência se transformar em vendas?".

Antes de passar as dicas que os profissionais que participaram dos webinar deram, uma coisa que você, que está lendo esse post, tem que intender é que o Marketing de Influência (como ele é realizado hoje) ainda é novo e novas estratégias são testadas a todo momento. Com isso, não tem o certo e errado, mas sim o que se adéqua ao seu objetivo e o que se adéqua ao seu público.

Pra quem tem uma empresa e quer trabalhar com o Marketing de Influência, antes de mais nada precisa entender o que ele é  e o porque quer trabalhar com esse tipo de divulgação. No webinar Como fazer uma estratégia de marketing de influência, foi destacado o conhecimento que a marca tem que ter do seu público, a linguagem que ele fala e qual estratégia será usada antes de decidir se irá contratar um influenciador para uma campanha.

"O que facilita a escolha e o trabalho com o influenciador é ter uma clareza muito grande do teu posicionamento: quem tu é, quem tu acredita, com quem tu te relaciona. (Andrey Dutra, estrategista de conteúdo da W3haus)"

Algo que as empresas que querem trabalhar com influenciadores têm que entender, é que não adianta olhar só para o número de seguidores que a aquele influenciador tem. É preciso ir além disso, analisar o engajamento (real) que ele tem, analisar como que ele conversa com os seguidores, qual é o seu nicho e juntos fazerem uma co-criação (empresa + influenciador) do que será feito.

Outro ponto que tem que ser levado em consideração, é que as empresas precisam entender que cada plataforma tem um narrativa e que, com isso, os públicos serão atingidos de formas diferentes.

Já o influenciador que for contratado por uma empresa, tem que ter clareza do que a empresa está solicitando e, também, sugerir formatos de posts que podem ser feitos, a partir da relação que você tem com o seu público. E uma coisa MUITO importante que não se deve esquecer, é sinalizar nas redes que aquela ação é uma publicidade.

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Não, o assunto não se encerrou, mas para o post não ficar (mais) enorme deixei os temas "Como escolher um influenciador?" e "Como faço o marketing de influência se transformar em vendar?" para a próxima semana.
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