Quem me conhece sabe que azul é uma das minhas cores preferidas, principalmente em roupas. O engraçado é que nunca fiz análise cromática e essa é uma das cores que ficam (muito) bem em mim. E por isso, o post de hoje é dedicado a essa cor maravilhosa e eu trouxe alguns modelos de peças para vocês se inspirarem.


O azul é uma cor fria e está relacionado a gentileza, calma, relaxamento, harmonia e fluidez e quando é utilizado nas vestimentas, ele traduz (como todas as outras cores) todos esses aspectos, principalmente, na pessoa que está usando.

Um dos tons de azul que gosto bastante, é o marinho. Pra mim, ele remete a sofisticação e quando usado no trabalho, deixa a produção mais elegante. Cores que gosto de combinar são o vermelho (cor que está em alta) e o dourado.

No quesito combinação, o azul vai bem com tudo e dá para brincar com as tonalidades. Jeans claro + blusa azul; conjuntinho azul; blusas em denim azul claro; quimono azul, que pode ser jogado em cima de uma blusa preta ou amarela; estampa florida com fundo azul, entre outros. Abaixo tem alguns modelos de peças, para inspirar





Do meu guarda-roupa uma das peças azuis que eu mais gosto, e que tenho a muito tempo, é uma saia longa que uso tanto no inverno quanto no verão. Recentemente, recebi um conjuntinho azul marinho com listas da loja Zaful que ficou perfeito no corpo. E o mais bacana é que a calça eu consigo combinar com outras peças (em breve vai ter post) e usar em diversas ocasiões.


Fala sério se a cor azul não é a melhor? Espero que as inspirações tenham ajudado vocês na composição de looks com a cor. As fotos do post são da loja chinesa Zaful, eles entregam no Brasil e no site vocês conseguem conferir mais detalhes da peça e de tantas outras.

beijos, beijos    

Quando o Roberto me disse que iria vir morar comigo em Ouro Preto a felicidade tomou conta de mim, e a partir daquele momento começamos a organizar a vinda dele. O primeiro passo foi encontrar uma casa em Ouro Preto (na época dividia um apê em Mariana) que tivesse garagem e um espaço pra Saori. O segundo, foi buscar uma empresa de mudança interestadual e o terceiro, uma empresa que transportasse animais para outro estado.

A casa consegui encontrar em menos de um mês, mas os transportes foi algo que demorou um pouco mais, principalmente o da Saori e é sobre ele que irei falar no post de hoje.


Quem já passou por mudança de casa sabe que a preocupação de que algo não quebre no meio do caminho é grande. Agora, imagina transportar um cachorro para outro estado, a preocupação é em dobro.

Semana passada, minha baby dog (finalmente) veio para Ouro Preto e o transporte foi realizado pela empresa Rapidexpets - brasil. Uma coisa muito importante pra quem vai precisar transportar uma animal, é pesquisar transportadoras especializadas. 

Mas Gabi, porque você não optou por trazer ela de avião? Porque é caro. E também porque não consegui visualizar aonde ela iria ir, porque viajar no bagageiro estava fora de cogitação. E o que fiz foi procurar na internet empresas que fazem esse transporte. Descobri o site Uship, que é uma plataforma aonde você cria um anúncio do tipo de mudança que precisa e as empresas interessadas fazem as ofertas direto pra você.

O Uship também possui uma área de conversa privada, aonde você pode tirar dúvidas com as transportadoras. E o mais bacana, e importante, é que no perfil das empresas há um espaço de classificação e comentários. O que fez eu fechar a vinda da Saori com a Rapidexpets, além do valor, foram os comentários sobre o serviço.

O QUE EU ACHEI

De um modo geral eu gostei bastante do serviço, principalmente o pré recolhimento da Saori. Assim que fechei com a empresa, eles já entraram em contato para assinar o contrato, passar os documentos que precisava mandar (cartão de vacina e atestado do veterinário liberando o animal para a viagem) e fechar o dia e horário para busca-la. O transporte foi privativo e como não tínhamos a caixa própria para ela, a empresa também disponibilizou.

Na noite que ela recolhida eu não dormi de preocupação, mas o Thiago e a Aline (donos da empresa) em alguns momentos me mandavam a localização em tempo real, pra  poder acompanhar um pouco da viagem.

A Saori chegou bem em Ouro Preto (só estava imunda haha) e assim que eu peguei ela, deu para perceber que eles tiveram cuidado (não estava machucada e nem aparentava que tinham maltratado).  Algo que ao meu ver poderia melhorar, são as notificações de localidade achei que foram muito poucas as que eles mandaram (duas).

Se eu contrataria eles novamente? Sim, porque me passaram confiança desde o início. E quem estiver precisando de um transporte especifico para o dog, o contato da Rapidexpets é:
(15) 99704-8966 – Thiago ou (15) 99724-7417 – Aline.

beijos, beijos   

ps. não é publipost, é indicação do amor porque eu sei que muitas pessoas acabam se desfazendo dos animas, quando precisam se mudar, por não saber como fazer o transporte adequado. 

Eu sei que maio é o mês considerado das noivas, mas esse ano parece que todos os boys das amigas e colegas se reuniram e combinaram de fazer os pedidos de casamento na mesma época hahahaha. Brincadeiras à parte, o post de hoje vai falar sobre um elemento que simboliza o relacionamento e que é de desejo de muitas mulheres (pelo menos o meu), a aliança de compromisso.


Para quem ainda desconhece o significado da aliança, ela representa o compromisso firmado entre duas pessoas e simboliza a união e a eternidade (formato circular). Há cinco anos atrás, quando eu me mudei pra Minas, eu e o Roberto decidimos comprar uma aliança de namoro porque ela iria reforçar o que um sentia pelo outro e também foi uma forma de deixar claro que não ia ser a distância que iria atrapalhar o nosso relacionamento. Na época, escolhemos um modelo de aliança quadrada com uma pedra no meio.

Já a aliança e o anel de noivado foram escolhas do Roberto, eu já tinha enviado pra ele algumas referências do anel, mas a cartada final foi dele. E a cor da pedra ele escolheu na minha cor preferida, o azul.








Quem faz questão de usar uma aliança de compromisso, é importante analisar bem antes de comprar, qual o modelo, preço, tamanho e quanto pretende pagar. Outro ponto que não deve ser esquecido, são os cuidados. Evitar mexer lavar louça, roupa e louça com a aliança; não ter contato com produtos químicos abrasivos; no caso do anel de noivado, tomar cuidado para não enganchar em cobertas ou roupas; e tomar cuidado para não esparrar a mão em paredes, portas ou qualquer superfície que possa riscar o anel. 

Há, e claro que essas dicas também servem para outras joias. Os modelos dos anéis do post são da Lojas Rubis, eles possuem uma gama de modelos e formatos, e entregam para todo o Brasil. A minha aliança de compromisso comprei na loja física deles do Shopping Penha (SP).

beijos, beijos

Sabe aquele livro que mexe com você desde a primeira palavra? Assim é O Poder da Ação, de Paulo Vieira. Confesso que foram mais de três meses para termina-lo. Por um lado, pela falta de tempo (ele era o livro das viagens) e por outro, porque não queria me desapegar dele.
 

O ponto do desapego, é porque durante os capítulos há vários exercícios a serem feitos. Sim, é um livro para rabiscar (sem dó) do início ao fim. A leitura é leve, os capítulos são divididos por subtemas e o que eu mais gostei (e também foi um dos motivos que me influenciou a compra-lo), é que em cada assunto tratado o Paulo faz com que você repense como que está a sua vida, como que está a sua performance (no pessoal e profissional), como que está o seu “eu” interior, como que você está se comunicando com os outros e o que está lhe impedindo de ter uma vida abundante.



O Poder da Ação também traz muitos exemplos reais de pessoas que mudaram o seu mindset e que, com isso, teve uma transformação mais que positiva em suas vidas.

E pra quem está precisando tirar os projetos do papel, pode investir nesse livro sem medo. Tem alguns momentos que ele “dá um tapa na cara” de quem está lendo, e a todo momento reforça que as mudanças partem nós mesmos e que pra mudar não apenas querer, é preciso ter atitude.

Quem já leu, o que achou?

beijos, beijos


“Vixi, acho que entrei no blog errado. Gabi, o título do post não seria Acessórios para mulheres?” Eu sei, eu sei, quem acompanha o blog pode ter estranhado o título do post mas, sim, hoje ele é dedicado, primeiramente, para o público masculino (representa cerca de 30% dos leitores do blog) e também para o feminino. Porque afinal, nós mulheres que muitas vezes compramos tudo (tudo mesmo) para o boy.


Quem gosta de livros e filmes que retratam histórias do século XIX, sabe o quanto homens e mulheres eram, naquela época, vaidosos. E pesquisando sobre a moda masculina, para eles a forma de se vestir foi mudando a partir do momento que foram criados tipos de roupas como, para o trabalho, roupa vitoriana e para os esportes. Todas essas mudanças fizeram com que os homens passassem a usar cada vez mais trajes informais e a esconder os acessórios.

Chegamos no século XIX e o acessório voltou a ser usado pelo público masculino, sendo um deles as pulseiras. Elas foram usadas ao longo das décadas e dependendo do material é possível distinguir quais são as suas influências e de qual grupo os homens pertenciam. Por exemplo: as pulseiras de couro foram muito usadas pelos hippies dos anos 60, já nos anos 70 foi a vez das pulseiras de ouro e nos anos 80, tivemos a febre das pulseiras, também de couro, mas com tachas ou spikes (referência ao rock).

Com o passar dos anos esse acessório foi se transformando e hoje já encontramos pulseiras em diversos materiais (corda, tecido e metal), para serem usadas junto com o relógio, gravadas com alguma frase ou palavra, e as de esporte que vão desde as que calculam os passos dados até as que foram lançadas por algum atleta.



Uma coisa é fato, os homens estão mais vaidosos e se preocupando mais com que vestem. Como é para as mulheres, para eles os acessórios mesmo que delicados, como as pulseiras, retratam um estilo de vida, a personalidade e como que eles querem ser vistos.

Agora eu quero saber do público masculino, vocês usam acessórios (pulseiras, colares, anéis ou brincos)?

Há, os modelos da foto podem ser encontrados no site da Key Design. Eles possuem diversos itens, as compras podem ser feitas online e ele oferecem pontos no Dotz.

beijos, beijos

Início de mês e de semana é sempre igual, separamos um tempo para organizar os compromissos dos próximos dias, “ticar” o que foi conquistado e traçar novas metas. Esse pequeno período também ótimo para colocar a leitura em dia e descobrir textos inspiradores, e hoje trago pra vocês alguns links que valem a pena ser compartilhados.



Sobre a pressão – dos outros – em estarmos sempre impecáveis, vídeo gravado pela Vic Ceridono do Dia de Beauté. 


A Renner lançou uma coleção de roupas que preza pela sustentabilidade. As meninas do Modefica, fizeram um post questionando essa tal sustentabilidade (não só da marca, mas da cadeia produtiva). 


beijos, beijos
Lá em 2015 quando decidi cortar o cabelo joãozinho e escolher o cabelo curto como minha identidade, váaarias pessoas vieram me falar: “você é doida por contar o cabelo tão curto” e “te prefiro de cabelos longos”. Sem contar os olhares tortos das outras pessoas, principalmente das funcionárias das lojas de cosméticos quando eu ia comprar pomada modeladora ou gel.

Sei que ainda existem mulheres que têm medo de cortar os cabelos curtos porque acham que vão perder a feminilidade. Tremenda bobagem. E digo mais, todos esses anos de cabelo curto, foram os que eu mais me senti poderosa.

Toda essa introdução sobre o cabelo curto é para chamar a atenção de dois acessórios que ficam muito mais visíveis para quem adota o corte, os brincos e colares.


Pra mim, os brincos são muito mais do que um simples item. Ele mostra a nossa personalidade,  dá um “up” na produção e em alguns momentos é o protagonista do look. Os modelos que mais gosto são os grandes, com pedrarias e coloridos quando estou com o cabelo solto e os menores e “simples” (como argolas), quando prendo uma parte do cabelo (sim, dá para prender o cabelo curto). 
A mesma coisa acontece com os colares, eu prefiro os minimalistas, não sou muito chegada a colares extravagantes (hahaha). Separei alguns modelos de brincos vocês se inspirarem.


Fala se não combina cabelo curto com brinco, em?
Os modelos do post são da marca Aubra Joias, que em seu site tem uma infinidade de produtos. Vale a pena conferir!  Há, e quem tem alergia e só pode usar peças em ouro, principalmente brincos, a Aubra só trabalha com esse elemento.

beijos, beijos

O post de hoje inaugura uma nova categoria no blog, “Jornalismo”. Nela, terão textos com um olhar jornalístico, voltado mais para o lado informativo (sim, existem várias vertentes do jornalismo), e também vai ser um espaço de colaboração. A estreia fica por conta da minha amiga jornalista, Magu Tavares, que traz uma resenha do filme “A vida de David  Gale” e traz uma breve discussão sobre a o tema central do filma, a pena de morte.




O filme “A Vida de David Gale” é uma ficção que traz à tona a discussão de um dos temas mais controversos dos direitos humanos, a pena de morte. E por tratar de tal assunto, esta obra cinematográfica poderia ser classificada como “baseados em fatos reais”.

O enredo conta a história do professor universitário do Texas, David Gale, e de sua colega de trabalho, Constance, que juntos lutam pelo princípio da dignidade da pessoa humana; pelo direito natural a vida e a liberdade; e levantam a bandeira contra a pena de morte nos Estados Unidos.  

Gale se envolve em diversas polêmicas, uma delas é o abuso sexual de uma estudante universitária, no qual ele é acusado injustamente. Ele perde o cargo de professor de filosofia; sua esposa pede o divórcio e sai de casa devido a repercussão do caso; e Gale começa a ficar dependente do álcool. A única pessoa que fica ao seu lado é Constance. A situação dele fica pior quando ele descobre que sua única amiga tem câncer e pode morrer a qualquer momento.

Diante tantos problemas, Gale e Constance ficam sem motivação para continuar vivendo. Determinados idealizam um plano infalível, e fazem da morte a última tentativa para mostrarem as autoridades e a população como é falho o sistema judiciário norte americano.

É a partir daí que a narrativa nos envolve ainda mais, porque Constante é “assassinada” e Gale (que já não tinha bons antecedentes) é acusado e condenado à morte pelo crime. Ele contrata um advogado criminalista, que não faz muito esforço para reverter a sentença dada ao professor de filosofia, acredito que a fama de má índole deste jurista (como foi comentada por um jornalista “foca” no decorrer do filme) contribuiu para a decisão do poder judiciário.

Ainda com esperança de limpar seu nome perante a sociedade, Gale apela para a última voz que a população ouviria, e convida a jornalista conceituada na mídia do Estado, Elizabeth Bloom, para contar a sua história de vida. Bloom vai até o presídio do Texas, que muito diferente do Estado Brasileiro, possui uma estrutura física de segurança exemplar, fica longe da área urbana; os reeducandos trabalham para preencher o tempo ocioso; e o sistema de revista (a partir da análise do filme) não expõe ou humilha tanto o visitante, sendo mais digno.

Gale fala para Bloom tudo o que aconteceu dias antes do crime. Ouvindo o relato do condenado, a repórter fica intrigada e começa a investigar a situação. É neste momento que a mídia de uma forma “aceitável” se envolve no Direito tentando encontrar possíveis falhas na investigação policial. É quando Bloom descobre que com o intuito de provar para as pessoas porque a pena de morte deve ser repensada pelas autoridades, Constance havia tirado a própria vida, sabendo que o amigo seria condenado ao corredor da morte.

Mas, quando Bloom tenta levar esta informação para o poder judiciário, Gale já havia sido “assassinado” pelo sistema. Com isso, mais uma vez, a mídia usa da sua influência para expor o caso e mostrar as falhas do sistema, provando a inocência de Gale e fazendo com que os estadunidenses refletissem sobre a pena de morte.

Trazendo o tema para os dias atuais

A representação sobre a pena de morte trazida pelo filme “A vida de David Gale” evidência de uma forma sutil as falhas do sistema judiciário norte-americano. E nos faz refletir o porquê este método de penalidade não funcionaria no Brasil. Segundo a reportagem “As injustiças da justiça brasileira” veiculada pelo Jornal “O Globo”, a falta de dados oficiais provocadas por erros dos agentes públicos é vestígio que há vítimas do sistema penal, pessoas inocentes condenadas injustamente. 

Orgão do Ministério da Justiça, o Departamento Penitenciário Nacional (Depen) diz não contar com estudos a respeito de condenados injustamente e sugere uma consulta aos bancos de dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ); já o CNJ afirma não acompanhar esses casos e sugere que o Depen seja procurado. MIRANDA, André; TINOCO, Dandara. As injustiças da justiça brasileira. Disponível em: <https://oglobo.globo.com/brasil/as-injusticas-da-justica-brasileira-18541969> Acesso em: 14 de junho de 2018

Com base na obra cinematográfica apresentada acima e as informações do jornal “O Globo”, podemos concluir que não é viável instaurar a sentença de morte no Brasil, já que ainda é fraco as investigações criminais, e falta o interesse do Estado em solucionar esta falha. Defeito este inaceitável, porque ignora um dos mais importantes princípios da Constituição Federal de 1988, a dignidade da pessoa humana.

As leis brasileiras também positivaram a vida como direito garantido, e se o Estado sancionar a pena de morte no país estaria sendo contraditório com as suas normas vigentes, podendo colocar em dúvida a sua soberania.
Como a princípio, o filme ajuda a reafirmar posicionamentos contrários à pena de morte, e possibilita mudar o pensamento de pessoas com argumentos favoráveis a esta sentença.  

Magu Tavares é jornalista formada pela Universidade Federal de Ouro Preto. Já exerceu as funções de produtora de TV, repórter, e diretora de programa de rádio. Tem interesse em produção de documentários; conteúdo para internet e elaboração de projetos de comunicação. Ama o jornalismo investigativo. E é apreciadora de boas histórias e memórias.


Quem me acompanha no Instagram viu que essa semana eu fui para Brasília participar do congresso da CACB (Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil). Antes de ver a programação eu já sabia que ele seria “mais sério” comparado aos congressos da Federaminas (Federação das Associações Comerciais de Minas Gerais) que já participei.

Até ai tudo bem, porque já tinha em mente o que iria levar. Porém, a preocupação começou quando recebi a programação e vi que alguns palestrantes eram de outros países e que, o presidente da república iria fazer a abertura (não, ele não foi). Bateu um pouco de desespero porque eu tenho poucas roupas sociais (trabalhar com uniforme da nisso), mas no final consegui levar peças bacanas, confortáveis e que atendiam ao dress code do evento.


“Mas Gabi, porque você não comprou roupas sociais para levar?” Primeiro porque me propus a ficar 2018 sem comprar roupa e segundo porque queria economizar, já que sabia que tinha algumas peças.
Acredito que não é só que eu que passa por isso, então decidi trazer uma wishlist de roupas sociais para inspirar quem está na busca de uma calça que foge do tradicional (preto, risca de giz, azul marinho e branco), blazerscom recorte diferente, vestidos, blusas, entre outros.

Selecionei as peças do site da loja chinesa Zaful, porque eles têm uma variedade de produtos, entregam no Brasil e estão dentro do Méliuz.






Há, eles também estão disponibilizando um frete grátis a partir de $5,99 (dólares) e o cupom de desconto " ZFjaned4" nas compras a até $25 você ganha $3 de desconto, nas de $50 ganha $6 e a partir de $100 ganha $12 de desconto.

Quem me acompanha sabe que em fevereiro eu fui morar sozinha e desde então estou na saga “decoração da casa nova”. Também compartilhei que muito dos itens ainda não comprei, porque em breve o Roberto vem pra Minas e junto com ele também vem a mudança. Mas tirando os itens grandes (geladeira, máquina, armário, guarda-roupa..), já tenho planejado como que vai ser cada cômodo e quais itens de decoração combinam com o ambiente.


Decorar não é uma atividade fácil (quem já passou por isso, sabe do que estou falando), ainda mais quando você vai dividir a casa com o boy e sabe que é preciso ter o toque dos dois no novo lar. Uma das coisas que eu o Roberto combinamos (falta só falar pra ele hahahaha) é que vamos utilizar itens criativos para compor os espaços e uma das lojas que trabalha bem esse nicho, é a Gorila Clube.

O site possui uma infinidade de produtos e você ainda tem a comodidade de comprar pela internet. E como a empolgação pra decorar a casa está alta, selecionei alguns itens bem bacanas que deixam a sala, quarto e cozinha com um toque especial.




Os itens preferidos são quadro de rolha de vinho e os quadros de super-heróis e com certeza vão fazer parte da decoração. Agora eu quero saber de vocês, o que acharam dos objetivos?
Há, pra quem quiser conhecer mais sobre a Gorila Clube (ela é brasileira), podem acessar o instagram, a página do facebook ou o Google +. Eles sempre postam as últimas novidades.

beijos, beijos