"(...) Nós já estávamos iniciando um projeto na área de consultoria, com a Renata Padula. (...) E ai eu falei "pronto, vamos unir as três e ensinar outras pessoas". (...) Vamos trabalhar com mentoria para mulheres empreendedoras de pequenos negócios. Vai proporcionar a conexão e evolução dessas empreendedoras, além de ajudar a nossa cidade a ter negócios íntegros que vão além do financeiro." Esse é um pequeno trecho da entrevista que fiz com a Lucimara Mendonça (co-fundadora), em 2019, sobre a sua transição de carreira e a formação do Mulheres de Vena.
Naquela época, o grupo ainda estava em fase "teste"e de mobilização de empreendedoras locais. E hoje, quase 4 anos depois, ele passou de grupo para Organização da Sociedade Civil (OSC`s) e já impactou mais de 300 mulheres empreendedoras de Ouro Preto.
Para a cidade esse é um indicador muito importante, porque, de acordo com o site Mapa das Organizações da Sociedade Civil, em Ouro Preto existem 625 organizações sendo que apenas 1 é voltada para o empreendedorismo feminino. Sim, estou falando do Mulheres de Vena.
E agora que o grupo é formalizado, como ele pode potencializar (ainda mais) os negócios dessas mulheres? A partir de editais de fomento, parcerias com grandes empresas e diversas outras oportunidades que estão (e vão) aparecendo. E a primeira novidade, ops oportunidade, de 2023 já tem nome e chama Impulsiona Mulher.
O que é o Programa Impulsiona Mulher
No dia 17 de abril a co-fundadora, Alessandra, realizou no Instagram do Mulheres de Vena o lançamento do Programa Impulsiona Mulher. O objetivo dele é capacitar mulheres em temáticas do empreendedorismo (gestão financeira, marketing e negócios) e habilidades socioemocionais, a partir de duas trilhas: uma chamada "Quero empreender", para quem deseja tirar o negócio do papel e outra chamada "Fature Mais", para quem já tem um negócio mas quer torná-lo mais consolidado e aumentar as vendas.
O Programa possui três etapas, sendo:
1º etapa: Capacitações
Com duração de 5 dias, elas vão acontecer de forma presencial. A trilha "Quero empreender" vai tratar sobre contabilidade, vendas, precificarão, posicionamento de marca e habilidades socioemocionais. Já a trilha "Fature Mais", também vai abordar sobre habilidades socioemocionais, faturamento, alavancagem de negócio, técnicas de vendas e marketing.
2º etapa: Assistência Técnica
Com o nome "Incubadora Mulheres de Vena", o objetivo dessa etapa é acompanhar por 60 dias as participantes durante a execução das atividades propostas na primeira etapa. A assistência técnica vai acontecer a partir de fóruns online e acompanhamento da equipe de consultoras para tratativa de questões específicas.
3º etapa: Impulsiona Mulher
E a última etapa vai contar com premiação para 6 empreendedoras que se destacarem, a partir de indicadores que vão ser apresentados nas etapas anteriores.
Como se inscrever no Impulsiona Mulher
Tem mais de 18 anos, quer empreender ou já empreender, mas quer melhorar o seu negócio? Então o Impulsiona Mulher é pra você. A inscrição é gratuita e pode ser feita clicando aqui.
Assim que você se inscreve é direcionada para um grupo do WhatsApp do Programa, local onde será enviado todos os comunicados.
E antes que você comece a se questionar se deve ou não se inscrever, a minha dica é: se inscreva. Eu irei participar da trilha "Fature Mais" e estou ansiosa pra dar um start na minha prestação de serviço.
Empreender não é algo fácil e não precisa ser solitário (mesmo que em alguns momentos pareça). E quando há a oportunidade de você se capacitar, adquirir novos conhecimentos, fazer networking, conhecer histórias de quem já tem uma caminhada e aprender com elas, vale muito a pena.
{O Impulsiona Mulher conta com o patrocínio da Gerdau e aporte do Sicoob Credimepi. Apoio da Prefeitura Municipal de Ouro Preto, Sebrae, Sala Mineira do Empreendedor, Rádio Real e Correios}
"(...) Nós já estávamos iniciando um projeto na área de consultoria, com a Renata Padula. (...) E ai eu falei "pronto, vamos unir ...
Entra ano, sai ano e uma das metas que se mantêm firme e forte é a da leitura. Em alguns anos consigo ler quase dez livros e em outros não chega a cinco títulos. E está tudo bem. Pra mim, o importante é manter uma rotina (mesmo que pequena) de leitura.
2022 foi um ano que não consegui ler tanto (tinha a doce ilusão que nos primeiros meses de vida do Joaquim conseguiria hahaha), mas o pouco que li deixaram “aquele quentinho no coração” e fizeram refletir sobre alguns assuntos. Ao longo do ano passado fui compartilhando no Instagram (@gabepinheiroblog) uma pequena resenha do que li e nesse post reuno todos eles.
História de quem foge e de quem fica; Elena Ferrante
Depois de passar um final de 2021 com fortes emoções (tinha acabado de descobrir sobre a gravidez), não estava conseguindo me concentrar em grandes leituras e muito menos em livros complexos.
Decidi aquecer o coração e a imaginação com mais uma livro da Elena Ferrante, o "História de quem foge e de quem fica" e foi a melhor escolha. Ele é o terceiro romance da continuação de "A Amiga Genial" e nele é apresentado como está a vida de Elena Greco (Lenu) durante a faculdade, casamento e maternidade; e da Lina, como foi largar o marido com um filho pequeno, trabalhar em uma fábrica de embutidos, e militar em busca de melhores condições para os trabalhadores.
Como todos os livros da série, "História de quem foge e de quem fica" é contada pela personagem principal, Lenu, e trás em detalhes tudo que ocorre no início da fase adulta da sua vida e de seus amigos. Por ser um livro bem descritivo, você consegue imaginar as cenas e os diálogos entre os personagens, o que contribui pra você se envolver ainda mais na leitura. E mesmo a história se passando em outra época, os temas abordados continuam sendo atuais. Compre o livro aqui.
As quatro primeiras estações; Fernanda Witwytzky
Comprei esse livro por indicação da minha médica (através de uma postagem do instagram) e me surpreendi com ele. Imaginei que iria descrever como foram os meses com os bebês da Fernanda Witwytzky (autora do livro), principalmente quais foram os perrengues que ela passou. Mas não, o livro é um relato dos sentimentos que a Fernanda teve no pós-parto. O que passou pela sua cabeça, crenças que foram ressignificadas e como ela se sustentou em Deus para conseguir passar por algumas fases.
Sabe quando uma amiga passa por uma dificuldade que você já passou e você fala pra ela, "amiga, vai passar". Então, é com essa sensação que eu fiquei após ler o livro "As primeiras quatro estações" e olha que o Joaquim ainda não tinha nascido.
O livro me fez pensar no futuro de forma mais calma sobre a maternidade, conhecer a experiência de outra mãe, me preparar para o que poderia acontecer e fortalecer algo que já sei, que Deus vai me capacitar para ser uma boa mãe para o Joaquim e guiar os meus instintos, em cada cuidado que vou ter com ele.
A leitura é super leve, linguagem fácil e é como se a Fernanda estivesse conversando com você. Compre o livro aqui.
60 dias de Neblina, Rafaela Carvalho
Tudo que é desconhecido gera um pouco de medo e no caso do puerpério, estava um pouco apreensiva de como seria. Durante os 9 meses li coisas positivas, negativas, cuidados e dicas do que fazer para passar por esse período mais tranquila.
Uma das dicas foi ler livros sobre o assunto e não pensei duas vezes em comprar alguns títulos. Durante a gravidez li "As Quatro Estações" (tem resenha aqui no feed) e no pós-parto li "60 dias de Neblina".
60 dias de Neblina é um livro leve, que trás diversos textos (pequenos) sobre a maternidade. Confesso que não me prendeu 100% e acredito que seja porque estava esperando um livro mais documental e a Rafaela Carvalho (autora), trás histórias pessoais só nos últimos textos (foram os que eu mais gostei).
Mesmo não sendo o que eu esperava, recomendo o livro. Em muitos momentos do puerpério ele foi um acalento pra essa mãe de primeira viagem e que estava tentando entender o turbilhão de sentimentos. Compre o livro aqui.
A cor púrpura; Alice Walker
Já tinha ouvido falar nesse livro e quando vi ele dando bobeira na casa da minha mãe (minha irmã tinha colocado ele pra vender), peguei ele pra ler e foi o último livro de 2022.
A Cor Púrpura é um livro forte que fala sobre descriminação racial, amor, sonhos, estupro, ambição, redenção e esperança. A história é contada a partir das cartas da personagem Celie que escreve para Deus, sobre os seus sentimentos, sobre a vida que leva, sobre os seus pensamentos. E como a personagem nunca foi para a escola, as cartas contêm erros de português e também são escritas da forma que ela fala.
Se você gosta de livro que vira filme, A Cor Púrpura é um deles. E como o livro, o filme também é forte até porque se materializa a história da Celie. Recomendo os dois. Compre o livro aqui.
Comece pelo porquê; Simon Sinek
Depois de começar a ler esse livro umas três vezes, finalmente consegui terminar. "Comece pelo porquê" é aquele livro que requer atenção e calma para assimilar alguns pontos, pra poder colocar em prática.
O livro tem como tema central o Círculo Dourado, conceito que fala que primeiro devemos olhar para o "porquê" de estar fazendo algo, para depois pensar no "como" e "o que". O autor, Simon Sinek, mostra como o Círculo Dourado é usado a partir de exemplos de grandes empreendedores e de pessoas que impactaram multidões, como Martin Luther King Jr.
Sabe quando te perguntam porque você faz o que faz? Então, esse livro é sobre isso. Ao longo dos capítulos ele trás a importância de ter clara a resposta dessa pergunta e de repassa-la para as pessoas que trabalham com você (sócios e colaboradores).
Essas foram as minhas leituras de 2022 e para 2023, não coloquei uma meta para não me frustar. Mas, como forma te manter o hábito, estou participando de um clube do livro cristão e conforme for finalizando os livros, compartilho no instagram.
Entra ano, sai ano e uma das metas que se mantêm firme e forte é a da leitura. Em alguns anos consigo ler quase dez livros e em outros não c...
Comecei a escrever esse texto umas três vezes a procura da melhor introdução, mas a verdade é que a única coisa que tenho pra falar é: Obrigada 2023!
Sim, obrigada 2023. Esse ano mal começou e eu já tenho muito a agradecer. Afinal, a minha principal meta do ano se realizou e agora posso respirar mais aliviada e começar a abrir as caixinhas das próximas metas, planos e projetos.
Os familiares e amigos mais próximos sabem que janeiro foi “o mês” na minha vida e da minha família (Roberto e Joaquim), e que agora que o pior já passou posso começar, efetivamente, o meu ano.
Para o mês que se vai, obrigada pelas mudanças de planos; obrigada por fazer eu trabalhar (ainda mais) a calma e a paciência; obrigada pelos dias ensolarados; obrigada pela saúde do meu filho; e obrigada pelos últimos dias de descanso, antes de voltar a trabalhar.
2023 e as minhas metas
Pudera eu saber como serão os próximos meses, para, quem sabe, me ajudar na escolha de qual caminho devo seguir. Mas, como não tenho bola de cristal, fui rever as metas que listei para esse ano e montei uma pequena rotina (dentro do que acredito que seja possível) pra conseguir cumprir cada uma delas.
Pra quem é mãe e o filho ainda é pequeno, sabe que a palavra “rotina” pode causar uma certa ansiedade, porque mesmo tentando seguir uma, a maioria dos dias vão ser de imprevisibilidade. Esse ainda é um ponto que às vezes me tira do eixo, mas de forma geral tenho lidado bem com ele.
Sobre a rotina, defini o tempo de 1 hora para me dedicar a algumas atividades, como criar conteúdo para os dois perfis do Instagram que tenho, estudar e ver demandas da minha prestação de serviço. Vou começar efetivamente a (tentar) seguir essa nova rotina a partir do dia 01 de fevereiro e espero criar um ritmo legal no combo maternidade - trabalho - vida pessoal - projetos.
Comecei esse ano animada e na primeira semana de janeiro listei algumas metas que quero para 2023 e para os próximos 5 anos. A maioria delas são relacionadas a finanças e colocar no papel me deu um gás para sonhar com grandes coisas e traçar um plano de ação pra realizá-las.
Algo que comecei a fazer para me ajudar com as metas é um Mural da Visualização. Transformar o que desejo em imagens, faz com que eu mantenha o foco e me lembre do resultado final.
E para o meu 2023 que começou, efetivamente, no dia 30 de janeiro, espero que o meu ano seja repleto de alegrias, ensinamentos, gargalhadas e novas descobertas.
Comecei a escrever esse texto umas três vezes a procura da melhor introdução, mas a verdade é que a única coisa que tenho pra falar é: Obrig...
Planner ou agenda, qual dos dois usar? Se você é do "time do papel" tenho certeza que já se fez essa pergunta na hora de escolher qual dos dois iria usar para se organizar.
O Planner é uma agenda mais robusta, que tem como objetivo ajudar no planejamento semanal ou mensal, apresentando uma visualização macro dos compromissos. A diferença dele para a agenda tradicional é que o planner é um produto que reune diversas ferramentas de organização em um único lugar, por exemplo: planejamento de metas; planejamento financeiro; local para colocar senhas e endereços; folhas lisas e quadriculadas; roda da vida; entre outros.
Outro diferencial do planner para a agenda é que ele é personalizado. E o fato do cliente poder colocar o seu nome na capa, escolher a estampa, escolher como ele quer visualizar as semanas e como deseja os demais itens que acompanha o planner, torna a experiência de compra muito mais satisfatória.
Como escolher um Planner
Devido a popularização do planner, nos últimos cinco anos foram surgindo diversas marcas que têm ele como carro chefe. E no meio de tantas opções fica até difícil escolher qual usar. Perguntas como "será que não era melhor ter comprado da marca X?" ou "será que não vou me arrepender de comprar esse e não aquele?", são algumas dúvidas que surgem.
Se é a sua primeira vez usando um planner, vai ser difícil responder essas perguntas. Mas, para te ajudar na tarefa de qual modelo escolher, listei seis dicas:
Defina um valor que está disposta a pagar. Como o Planner é um produto personalizado ele vai ser um pouco mais custoso. Você consegue encontrar modelos a partir de R$180,00 (sem o frete).
Faça uma pesquisa e separe três marcas que te chamaram a atenção. Escolher a partir de um número pequeno é mais fácil, do que escolher dentre 20 opções.
Leia os detalhes do Planner de cada marca pra saber o que vem em cada um e anote os itens que você não abre mão. Por exemplo: acompanhamento financeiro, visão semanal na horizontal e página para login e senhas.
Dê preferência para os modelos de capa dura. Eles são mais resistentes e quando levado na bolsa, não vai correr o risco de amassar.
Escolha um Planner com a visão semanal na vertical. Assim você vai ter mais espaço para escrever.
Preste atenção no tempo de produção. O Planner personalizado (que leva o nome na capa) precisa de alguns dias para ficar pronto e só após esse tempo, que é feito o envio.
Qual é a melhor época do ano para comprar um Planner?
Por conta das diversas marcas que fazem planner, você encontra valores que vão a partir de R$180 até R$500. A variação de preço é por conta dos itens que acompanham o produto, o tipo de papel que é usado, como ele vem embalado (alguns acompanham até caixa de acrílico), entre outros.
Mas, tem algo que todas as marcas têm em comum que é o período de lançamento da nova coleção. Ele acontece entre setembro e outubro, e na maioria das vezes é acompanhado por desconto ou preço especial. Como novembro acontece a Black Friday, muitas marcas também aproveitam para estender a promoção. Por isso, aproveite os meses de lançamento para adquirir o seu.
Como usar o Planner
Não existe a melhor forma de preenche-lo e você vai acabar encontrando a que melhor se encaixa a partir da sua rotina e tarefas. As diversas ferramentas que ele possui é para te ajudar a cumprir as metas e atividades que planejou executar.
Assim que eu compro um planner a primeira coisa que faço é folhear para conhecer as páginas. Em seguida, começo preenchendo as informações básica e mais fáceis como os dados pessoais, a página de login e senhas e anotar os aniversários do ano. As páginas sobre as metas do ano e projetos, deixo pra preencher em outro momento porque vai demandar reflexão e tempo.
Nas páginas dos meses, eu começo anotando no calendário do mês os compromissos já agendamos e depois faço a mesma anotação na visualização semanal. Gosto de anotar os compromissos com caneta de outra cor, pra saber que já é uma atividade agendada.
Já na visão semanal, dependendo de como é espaço do planner, separo por "manhã, tarde e noite" ou apenas as tarefas que preciso executar em cada dia, no estilo checklist.
E a página do planejamento financeiro, todo início do mês eu reservo um tempo pra faze-lo. E conforme for pagando as contas, vou anotando.
O planner não é para ser usado como um caderno, mas sim um local onde você irá anotar as principais tarefas que precisa realizar (pode até dividir por cor as que são urgente). Todo planner, tem páginas brancas e quadriculadas no final e elas servem pra fazer pequenas anotações. Novamente, ele não é para ser usado como um caderno.
E para manter a constância de escrever no planner, a minha dica é manter ele do lado do computador enquanto trabalha. Quem não tem o hábito de se organizar no papel, no começo vai sentir um pouco de dificuldade, mas com um pouco de insistência e tempo, você se adapta.
Agora que você aprendeu a diferença entre planner e agenda, qual é a melhor época do ano para comprar um e como usar no dia a dia, fica mais fácil decidir se vale ou não a pena usar um planner para se organizar. Pra mim, vale muito.
Planner ou agenda, qual dos dois usar? Se você é do "time do papel" tenho certeza que já se fez essa pergunta na hora de escolher ...
Você gosta de listas, eu gosto de listas, todos nós gostamos de listas. E um post que sempre gostei de ler nos blogs e que faz muito tempo que não trago pra cá, é um compilado de matérias que li no último mês e que indico a leitura.
Não só as empresas que utilizam o instagram, Facebook, Tik Tok ou outra rede social, estão em "guerra" com os algoritmos. Os influenciadores (principalmente eles) tem sofrido bastante, devido as mudanças constantes na plataforma. Outro ponto que a matéria aborda é a restrição, por parte de algumas redes sociais, de palavras que segmentam o conteúdo, dando destaque para assuntos referentes a discriminação e racismo.
A matéria fala sobre a utilização do LinkedIn por colaboradores, como forma de serem influentes nas empresas em que trabalham, a partir de artigos, postagens e demais interações na plataforma.
Agora que sou mãe (e de um menino) tudo que leio sobre educação, ensino, machismo e sexualidade, tem um peso maior. Afinal, o meu filho vai se tornar um homem daqui há alguns anos e o que desejo é que ele se torne um homem bom, que respeita as pessoas (principalmente as mulheres), que saiba discernir o certo do errado.
O texto fala sobre como as mulheres e homens já nascem tendo referências pornográficas, destacando o quanto isso condiciona o olhar dos homens para as mulheres fazendo com que a primeira impressão seja sempre em tom sexual.
Para quem faz anúncios no Google é importante estar atento as mudanças que a plataforma faz. Na matéria, é apresentado alguns modelos de anúncios que não trazem uma experiência boa para o usuário e que pode levar a reprovação do seu anúncio.
O Canva é o queridinho de muitas pessoas que não têm habilidade para usar o Photoshop, InDesign, Corel Draw e outros sites de criação (e tratamento) de artes (eu me incluo nesse grupo). E no mês de setembro o site realizou um evento online para apresentar as novidades, sendo uma delas a possibilidade de criar um site (ou land page) pelo Canva.
Para as marcas que têm e-commerce é importante incentivar os clientes a fazerem review dos produtos. De acordo com o Google, quanto mais avaliações o e-commerce tiver, maior é a chance dele aparecer nas buscas do Google. E caso você não tenha uma loja virtual, uma das opções é fazer parceria com blogs para que eles façam a resenha dos produtos. Essa também é uma forma do Google reconhecer o review do que você vende.
Você gosta de listas, eu gosto de listas, todos nós gostamos de listas. E um post que sempre gostei de ler nos blogs e que faz muito tempo q...
Uma coisa é fato, a partir do momento que a mulher engravida o corpo dela começa a mudar para receber o bebê. E uma das mudanças que causa preocupação em muitas mulheres, são as famosas estrias.
Sim, aqueles risquinhos que aparecem no nosso corpo não são tão bem-vindos, devido as marcas que eles deixam. Se você é desencanada com as estrias, que ótimo. Se não, a minha dica é que você vá aceitando elas, porque nem sempre conseguimos impedir o seu aparecimento.
Quando engravidei tive medo de ter estrias na barriga, mas estava desencanada se aparecessem novas na parte interna das coxas ou na bunda, porque são lugares que tenho algumas.
E algumas das frases que mais escutei durante os nove neses foram: "passa muito creme ou óleo no corpo", "tomara que você não dê estrias", "se a barriga começar a coçar, não coça com as unhas pra não dar estria".
Se eu teria ou não, só ia descobrir com o tempo. Mas, independente de qual fosse o resultado, algo que busquei manter durante a gravidez, foi o cuidado com o corpo.
Se você está grávida (ou já esteve) sabe que durante a gravidez tem alguns produtos que não podem ser usados, devido alguns ingredientes. O que acaba limitando as opções do que pode ser usado e que é acessível($$). Eu cortei alguns produtos da minha rotina e no caso dos cremes, fui no meio a meio, usei alguns indicados para gestantes e outros que não sei se tinha algum problema (hahaha).
O meu critério para escolha do que usei foi: bom e barato. E também levei em consideração a importância de manter a barriga hidratada, porque como disse no início do texto, só ia saber se teria estria no final da gravidez.
Creme e óleo indicados para gestantes
Hidratante corporal antiestrias da Tracta
O único creme antiestrias para gestante que usei foi o Hidratante Corporal Antiestrias, da Tracta. Conheci através de uma amiga e gostei dele. O perfume não é forte, a consistência é na medida (nem muito ralo e nem muito grosso) e espalha bem. Sobre a durabilidade, como usei todos os dias no corpo todo, durou quase um mês.
O óleo de amêndoas, da Muriel, foi e continua sendo um dos meus produtos preferidos. Além de ser indicado para gestante o custo-benefício é ótimo. Mesmo sendo óleo ele não deixa a pele com aspecto de pegajosa, não mancha a roupa, espalha bem e é cheiroso.
Ao longo da gravidez usei mais de cinco óleos, porque passava duas vezes ao dia (só na barriga), após o banho e antes de dormir. E algo que aprendi e que pode ter contribuído para a hidratação da pele e ter evitado as estrias, foi passar ele em cima do creme hidratante. E mesmo usando dessa forma, não fica com aspecto pegajoso.
O óleo de amêndoas, da Muriel, é uma alternativa para o Bio-Oil e muito mais barato. Na Amazon ele está saindo por menos de R$25. Compre ele aqui.
[comprando pelos links que estão no post você ajuda a manter o blog ativo, além de ser uma forma de complementar a minha renda]
Cremes corporais que usei na gravidez
Creme corporal, Monange
Sim, eu uso Monange e adoro o perfume do creme, tanto que o meu preferido é o frutas vermelhas. Pra mim, esse é aquele creme barato que cumpre o que promete. Fácil de espalhar (o para peles secas é um pouco mais chatinho, por ser mais consistente) e não deixa a pele com aspecto grudento. Durante a gravidez usei ele junto com o óleo da Muriel e a embalagem de 200ml dá para um mês, usando todos os dias.
Por ser barato, ele é fácil de encontrar nos supermercados, mas também dá pra comprar online. Na Amazon, ele está a partir de R$5,60. Compre ele aqui.
Soft Milk e 48h de hidratação, Nivea
Na primeira consulta com a minha médica ela me deu uma pequena apostila com informações importantes sobre os trimestres, principais dúvidas e recomendações de produtos de beleza e remédios, que eu podia usar no período.
Um dos cremes da lista foi o 48h de hidratação, da Nívea, e durante os nove meses também comprei o Soft Milk e fui intercalando eles com os cremes da Monange.
Sobre os cremes da Nívea (os que usei) eles têm um perfume suave, são fáceis de espalhar e a consistência é boa. Também usei junto com o óleo de amêndoas. Compre ele aqui.
Óleo e creme corporal, Paixão
E a quarta marca de produtos para o corpo que usei, foi a Paixão. Comprei primeiro o óleo no início da gravidez, porque ainda não tinha encontrado um local em Ouro Preto que vendesse o da Muriel. Achei ele cheiroso, mas senti que ele não hidrata tanto e só usei ele junto com o creme hidratante. Já o creme, comprei o Romântica e achei a consistência na medida, mas não senti um alto poder de hidratação. Caso queira testar os produtos, pode adquirir eles aqui.
Se a rotina: passar creme no corpo pós-banho, bezuntar a barriga de óleo e antes de dormir, passar novamente o óleo na barriga contribuíram para a prevenção das estrias, sinceramente não sei. O que posso afirmar é que manter o corpo hidratado, tanto por fora quanto por dentro (é importante beber bastante água) vai ajudar na prevenção. Ah, e na minha barriga não apareceu nenhum, mas notei que as que já tinha no meio das coxas, ficaram mais evidentes.
Uma coisa é fato, a partir do momento que a mulher engravida o corpo dela começa a mudar para receber o bebê. E uma das mudanças que causa p...
Afinal, o que é o amor? É se doar ao outro sem pedir e esperar nada em troca? É sentir o coração vibrando de felicidade e alegria, só de ver aquele pessoa? É olhar o seu filho ou seu companheiro e pensar "putz, como tenho sorte de ter ele(s) na minha vida"? É congelar na memória momentos simples e ir dormir com um sorriso no rosto relembrando o que aconteceu? É pensar primeiro no outro e depois em você? É dar risadas de coisas bobas a dois? É dar um "bom dia" para o seu filho e ele responder com um sorriso? É passar a madrugada em claro porque o seu filho está com febre ou colocar o celular pra despertar, para dar remédio para o seu companheiro? É abrir mão dos seus sonhos, para apoiar o sonho do seu companheiro?
Pra mim, amor é tudo isso e também é um sentimento complexo. Afinal, não dá para tocar ou cheirar o amor. É um sentimento abstrato carregado de diversos significados e intensidades.
E porque comecei a falar sobre o amor nesse texto? Porque só depois de dois meses que comecei a sentir e a entender o amor pelo meu filho.
Sim, eu não senti "aquele amor" assim que ele nasceu. Sim, eu demorei dois meses pra entender o que estava sentindo pelo meu filho (mas não significa que está tudo claro). Sim, no primeiro mês as minhas únicas preocupações eram: alimentar o Joaquim (e observar se ele estava ganhando peso), me alimentar e descansar.
Eu sei que o amor estava presente desde antes o nascimento dele, mas é uma mudança tão grande na vida que o modo sobrevivência foi ativado e só agora ele vem diminuindo de intensidade.
Inclusive, essa semana que estou escrevendo esse texto tenho sentido a maternidade mais leve. Sei que novos desafios vão aparecer. Mas só de ver o Joaquim começando a responder as interações que faço com ele, dele ficar mais tempo acordado e sem chorar, de "pegar" os momentos que ele precisa dormir e respeitar eles, e de não sentir (tanto) o peso de acordar de madrugada para amamentar, tem me deixado mais descansada.
É claro que quando um pratinho está bem equilibrado, outros não estão e está tudo bem. Até porque, amor tanto é renunciar alguns prazeres momentaneos para focar em outros pontos.
Não sei se daqui a uma semana vou continuar sentindo essa leveza sobre a maternidade. Só sei que tenho pedido todos os dias a Deus para me dar paciência e sabedoria, nesse ofício que é ser mãe. Também tenho vivido um dia de cada vez e vibrado com cada conquista e descoberta.
Ah, e a alegria da semana foi ver que o Joaquim aprendeu a fazer bico e a emitir novos sons com a boca. E além de estar bem falante está todo sorridente. A mamãe e o pai ficam derretidos.
Afinal, o que é o amor? É se doar ao outro sem pedir e esperar nada em troca? É sentir o coração vibrando de felicidade e alegria, só de ver...
O que as bebidas cappucino, frâpe, chocolate quente, mocca e café puro tem em comum? Elas podem ser tomadas em cafeterias ou Cafés, acompanhadas de comidas gostosas.
Aqui em Ouro Preto tem mais de 10 Cafés e aproveitei a visita da minha irmã em julho, pra conhecermos alguns. Como esse não é um passeio barato, em 15 dias conseguimos visitar quatro lugares, sendo um em Mariana, e em alguns Cafés dividimos a conta pra não ficar tão custoso prs cada uma.
Se você é de Ouro Preto e região ou está vindo visitar a cidade, já adiciona esses locais no roteiro, porque depois de subir e descer ladeira você só vai querer sentar em um lugar gostoso pra tomar um café.
A nossa primeira parada foi no Fábrica Café e Negócios, que fica na Bauxita. Além de Café, o local também é um coworking com salas equipadas com mesa, cadeira e internet. Ele possui dois ambientes abertos (um na frente e outro nos fundos) e possui uma decoração aconchegante.
Sobre a comida, tanto eu quanto a minha irmã pedimos uma foccacia caprese e um cappucino com sorvete. Gostei da foccacia, o pão é macio e vem acompanhado de um molho (estilo um pesto). Já o cappucino, te ganha pela apresentação. Ele vem em uma mini chaleira, pra ser despejado na taça de sorvete.
Ah, e como lá também vende sorvete, não poderia ir embora ser comprar um copinho.
O segundo local que conhecemos foi o Madá Café. Ele fica perto da minha casa e estava doida pra conhecer. Ele é novo na cidade (fez 1 ano recentemente), tem uma decoração linda (até o banheiro) e a comida é boa.
Dessa vez a minha irmã e eu resolvemos pedir coisas diferentes, pra poder provar mais itens do cardápio. Para beber pedimos o Cora (café quente) e o Coralina (Café gelado), feito com 50% cacau, leite, leite condensado, gelo (no caso do gelado) e farofa de paçoca. Os dois estão aprovados, mas o Coralina foi o meu preferido.
Para comer pedimos ovos mexidos com torrada, sanduíche de frango com mix de folhas (o tamanho do sanduíche me surpreendeu, porque pensei que era pequeno) e uma Aurora (um pedaço de bolo de doce de leite, com caramelo, creme inglês com amêndoas e chantilly).
Nas fotos pode dar a impressão que é pouca comida, mas posso garantir que você vai sair satisfeita. No dia que fomos almocei às 11h30 e fomos no Madá às 15h, e sai sem fome (detalhe que estava grávida).
O terceiro lugar eu já tinha ido e levei a Fê pra conhecer, que é o Café das Flores. Ele fica bem no centro de Ouro Preto, na Rua das Flores, tem uma decoração linda, uma luz ambiente mais amarelada que ele mais aconchegante e uma varanda, com uma vista linda da cidade.
Resolvemos ir no final do dia, por volta das 18h, e mesmo com um número bom de clientes (nem tão vazio, mas também não tão cheio) o serviço foi rápido. Pedimos um cappuccino vienense, pão na chapa e uma banoffe. Tudo muito gostoso e aprovado.
No último fim de semana que a minha irmã ficou em Ouro Preto o namorado dela veio, para que pudessem voltar juntos e levei eles pra conhecer Mariana (30 minutos de ônibus). Passamos a manhã lá e ao invés de almoçar fomos na cafeteira Chocolate com Afeto.
Eu também já conhecia o lugar e levei eles para conhecer. O espaço é pequeno, mas bem projetado o que faz com que tenha uma área boa de circulação. A decoração é uma graça e logo na entrada tem uma parede com folhas verdes, bem instagramável.
Além da comida ser boa e o ambiente ser agradável, o que também gosto de lá é que eles usam o café colombiano Juan Valdez para as bebidas. E toda vez que vou lá, me lembro da Colômbia.
Para comer, eu pedi ovos mexidos (acompanha um pão de forma na chapa) e um capuccino de doce de leite. Minha irmã pediu um capuccino de Nutella e um pão na chapa, e o namorado dela tomou um mocha tradicional e comeu um moda do caçado (pão com linguiça).
E como agora tenho um baby, todos os lugares que vou já observo se há espaço kids e se o banheiro tem trocar. Na Chocolate com Afeto tem e é uma graça. O espaço para as crianças fica em um canto onde os pais conseguem ver os filhos enquanto tomam um café e o banheiro é espaçoso o suficiente (com trocador), pra entrar com criança.
Ir em cafeteiras não é um passeio barato, mas também não é tão custoso. Com R$50,00 dá pra tomar uma bebida gostoso e comer algo. E dependendo do lugar, vai até sobrar.
Ah, e não importa se o clima está quente ou frio, visitar uma cafeteria sempre vai ser uma boa opção.
O que as bebidas cappucino, frâpe, chocolate quente, mocca e café puro tem em comum? Elas podem ser tomadas em cafeterias ou Cafés, acompanh...
Sabe cena de novela? Então, em alguns momentos enquanto estava no hospital eu me senti em uma.
Olhar para o berço ao lado da cama, ver o Joaquim e relembrar como foi o parto, me trouxe essa sensação. Uma sensação de "será que real?", de "caraca esse menino saiu de mim", de "ual, eu consegui passar por um parto normal", de "minha vida a partir de hoje é outra".
Gestar um bebê, passar por um parto e se tornar mãe, é algo tão grandioso que muitas vezes faltam palavras para descreve todas essas etapas. E nesse post, quero compartilhar (tentar) um pouco de como foi o meu parto.
Eu sei que o parto se refere ao momento que a mulher já está com contrações, indo para o hospital e dando início a jornada que ela decidiu pra ser a via que o baby dela vai chegar nesse mundo. Mas, pra mim, o parto teve um pré, que antecedeu tudo isso.
No meu caso, esse pré começou assim que chegamos nas 37 semanas. Ali, já sabia que o Joaquim estava "pronto" para nascer e o que comecei a fazer foi me conectar com ele e com o evento "parto".
Uma das coisas que tinha menos medo era do parto em si. Antes mesmo de engravidar já tinha decidido que queria um parto normal e já sabia que não seria fácil. O meu papel ia ser estudar e me preparar para esse momento e foi o que fiz.
Então, a partir das 37 semanas comecei a conversar mais com o Joaquim, deixando claro que era pra ele vir quando quisesse e também a mentalizar o dia do parto em si. A todo momento relembrava dos exercícios de respiração que aprendi no pilates e na fisioterapira pélvica, fazendo eles em casa e buscando descansar o corpo e a mente. Também fui falando para mim mesma que eu saberia identificar os sinais do trabalho de parto (mesmo nunca tendo passado por ele) e que não precisaria me desesperar. Desde as 37 semanas passei a confiar mais de que o meu corpo daria conta do parto normal.
Ainda nesse período de pré-parto, minha irmã veio para o Ouro Prero e foram duas semanas curtindo ela e passeando por Ouro Preto. Confesso que não sei dá onde tirei tanta energia para bater perna. Mas foi ótimo, fez com que eu não lembrasse (a todo momento) que o Joaquim poderia nascer a qualquer hora.
Dia do parto
Eu já estava sentindo que o Joaquim não iria vir na DPP (data provável do parto) dele, que era 4 de agosto. Pelo contrário, estava bem confiante que ele viria no dia 28 de julho (dia que iria completar 39 semanas). Mas, como é o bebê que decide o momento de vir, no domingo (24/07) comecei o dia sentindo contrações um pouco doloridas (uma leve dor de cólica). Já sabia que elas eram as contrações de treinamento e que não precisava me preocupar. O que fui fazendo ao longo do dia, foi anotar os horários que elas estavam vindo pra ver se havia algum padrão. E o que notei, foi que que a cada 1 hora a contração vinha.
Já na segunda-feira (25/07), as contrações de treinamento deram uma diminuída e cheguei anotar apenas as que estavam acompanhadas de uma leve dor. Mas, por volta das 23h acordo com vontade de fazer xixi e uma contração dolorida. Nesse momento, voltei para o quarto pensando "olha, a mulher tem que querer muito um parto normal, porque o processo é longo, as contrações doem e pra ela ir para uma cesária é um pulo".
Entramos na terça-feira (26/07) e por volta da meia-noite o Roberto acorda pra ir ao banheiro, olha o relógio e fala "que maravilha, ainda é meia-noite". Nisso, quando ele volta para o quarto e deita na cama, eu sinto que há algo saindo se mim e que não dá pra segurar (tipo fazer aquela força pra segurar o xixi), e na hora pulo da cama. Adivinha? Minha bolsa se rompeu. Só falei para o Roberto "minha bolsa rompeu".
Na hora, tirei uma foto pra mandar pra minhha médica e analisar como estava a cor. Fui para o banheiro para que o líquido da bolsa terminasse de sair e também para me limpar.
Do momento que a bolsa estourou até começar a sentir as contrações mais ritmadas, terminei de juntar as coisas que ia levar pra maternidade, trabalhei um pouco (faltava enviar uns emails e deixei eles programados) e conversei com o Roberto.
Na minha idealização, esse momento da bolsa estourar, a espera em casa da evolução do trabalho de parto e ida para o hospital, ia acontecer de forma "calma". Imaginava que ia conseguir filmar todo o processo, que ia conseguir descansar e comer. Mas a realidade não foi essa.
Assim que as primeiras contrações começaram com um certo ritmo, decidi ir para o chuveiro para dar uma relaxada. Não sei quantos minutos fiquei, só sei que foram três idas para o chuveira e em todas elas a resistência caiu devido o tempo que fiquei.
De 00:00 até 3:00 fiquei revezando entre chuveiro e cama, até que as 3:00 ligo pra minha médica e relato que a bolsa estouro e como eu estava. Ela pede pra eu ir descansar e aguardar até às 5h da manhã, pra comunica-la sobre as contrações e avaliar se já era hora de ir para o hospital.
Como nos meus estudos tinha lido relatos de mulheres que demoraram bastante pra entrar na fase latente do trabalho do parto, o que eu não queria era chegar no hospital com 5cm e ficar muito tempo lá até o Joaquim nascer. Mas, mal sabia eu que o meu corpo estava frenético nas contrações e que o trabalho de parto estava avançando rápido.
De 3:00 às 5:00 eu senti muita dor. Não conseguia andar pela casa de tanta dor. Vomitei de dor. Fiz cocô por conta da dor. Acabei me machucando (sem querer) de tanto fazer massagem na lombar no lado esquerdo, pra aliviar um pouco a dor. Até que às 5:00 falei para o Roberto que queria ir para o hospital. E enquanto ele ligava para o táxi, eu ligava pra minha médica pra avisar que estava indo para o hospital.
Sair da casa foi difícil, entrar no carro foi difícil, sair do carro e passar para a cadeira de rodas foi difícil. Hoje (dia que escrevo o relato), quando para para lembrar os detalhes de como foi o dia 26 de julho, muitas cenas aparecem borradas ou só consigo me visualizar de olhos fechados e respirando.
Voltando para o hospital, quando cheguei ele estava vazio e não demorou pra eu subir para o consultório do ginecologista. A minha médica tinha pedido para eu ser avaliada assim que chegasse no hospital e ligar pra ela informando com quantos cm já estava. E qual foi a minha surpresa? Assim que o médico plantonista fez o toque, eu já estava com quase 10 cm. Na hora o residente ligou pra minha médica e me levou pra sala de parto. Assim que cheguei na sala de parto fui direto pra baixo do chuveiro e lá fiquei até a minha médica chegar e eu ter que sair, por conta de manutenção no hospital que ia precisar fechar a água.
Mais uma vez, na minha cabeça eu ia chegar no hospital posicionar o celular pra filmar todo o processo, o Roberto ia colocar uma música (ele colocou só na hora do expulsivo), que eu ia usar a bola de Pilates.. mas a realidade foi totalmente diferente. Eu nem lembrei que tinha levado um celular só para filmar o parto e na verdade nem sabia onde estava os celulares (o meu e o da filmagem).
Do momento que sai do chuveiro até o Joaquim nascer, eu andei (um pouco) pelo quarto (a cada passo que dava vinha uma contração), deitei de lado na cama, comi um pouco de chocolate, bebi água, minha médica gravou um vídeo meu, fiz força e vocalizei bastante a dor.
Durante a fase do expulsivo lembro de ter sentido um leve medo de ter que ir para uma cesária. Claro que se fosse necessário, não pensaria duas vezes. Maa eu estava tão concentrada, tinha me preparado tanto, estava empurando da forma correta, respirando da forma correta e me mantendo calma, que ir para uma cesária era um plano B que não queria viver.
A posição que achei mais confortável para ter o Joaquim foi na banqueta (se eu estivesse no chuveiro, bem provável que ele teria nascido lá), com a minha médica na minha frente e o Roberto sentado atrás de mim. Lembro de muitos momentos orar e agradecer a Deus pela vida do Joaquim, lembro de conversar com o Joaquim nos intervalos das contrações, e de falar para mim mesma que o meu corpo dava conta e que as contrações era ele trabalhando, para trazer o meu filho ao mundo.
E ele veio. Nasceu no dia 26 de julho de 2022, às 8h47, na Santa Casa de Misericórdia de Ouro Preto, pesando 2,725kg e 45cm. Chorou alto, veio direto para os meus braços e ficou ali até o momento indicado para cortar o cordão umbilical. E eu e o Roberto só sabíamos admirar e reparar em cada detalhe dele.
Sobre a dor
Mas afinal, qual é a dor do parto? Essa é uma pergunta muito difícil de responder, porque só quem já teve um parto normal, sabe qual é essa dor. E na tentativa de colocar em palavras, posso disser que é uma cólica muito, muito, muito forte. Mas essa cólica não dói na parte da frente da pelve (pé da barriga) e sim atrás, na lombar (nos ossos onde o bebê vai passar). E o restante do corpo acaba ficando dolorido, porque ele também é afetado por essa dor localizada.
Eu descobri que estava grávida porque senti uma dor muito forte no pé da barriga (nunca tinha sentido), tanto que, inicialmente, pensei que fosse apêndice ou infecção urinária.
Como já tinha tido essa experiência com dor logo no início da gravidez, a minha expectativa de dor para o trabalho de parto era essa. Eu tinha consciência de que ia doer muito, mas que seria uma dor boa.
E o que aliviou a minha dor foi ir para o chuveiro e deixar a água quente cair nas costas, e respirar de forma consciente. E sim, assim que o bebê nasce a dor vai embora (como mágica) e você nem lembra mais dela.
Minha médica levou a banqueta para o banheiro, para que eu pudesse descansar enquanto
a água batia nas costas
E foi assim que o Joaquim veio a mundo. Muito do que senti no dia não entrou no texto, pelo fato de ser difícil descrever essa baita experiência. E é até bom não transformar todo esse sentimento em palavras, porque eles vão ficar comigo, como um filme, sendo relembrado toda vez que pensar sobre o dia 26/07/2022.
Ah, e se você também quiser me assistir contando sobre o parto, é só dar play no vídeo.
Sabe cena de novela? Então, em alguns momentos enquanto estava no hospital eu me senti em uma. Olhar para o berço ao lado da cama, ver o Jo...
Não é novidade que os cuidados com a pele do rosto são importantes, mesmo que a rotina seja composta apenas de limpeza e protetor solar. E não importa se você é adapta de muitos ou poucos produtos, as marcas de beleza estão apostando, cada vez mais, nos produtos para limpar, hidratar, tonificar e proteger o nosso rosto.
E no último post sobre os lançamentos apresentados na Beauty Fair 2022, trouxe algumas novidades que em breve (algumas já estão) vão estar disponíveis no mercado.
Nesse ano a Ruby Rose chegou com tudo e além do lançamento da marca Melu de maquiagem, também apresentou a linha ACNOVER. Como o nome já sugere, os produtos dessa linha são voltados para o tratamento da acne. De acordo com a marca, a ACNOVER oferece formulações específicas para cuidados de peles acneicas, com produtos de alta performance e ativos que fortalecem a barreira de proteção natural da pele. A linha conta com produtos como: sabonete líquido antiacne, loção tônica antiacne, gel antiacne, pomada secativa, primer matificante e pó compacto antiacne. (https://www.instagram.com/rubyrosebrasil/)
Outra marca que além de maquiagem também tem produtos para o rosto, é a Vult. Na Beauty Fair, o lançamento foram os Hidratantes Cremes Nutritivo e Antissinais. E para deixar os fãs da marca ansiosas, eles anunciaram que em breve também chega nas lojas o Gel Secativo de Espinhas, Gel Esfoliante, Creme Revitalizador de Olhos e Multiprotetor Ultra Fluído.
A Kiss New York esteve na Feira com um stand apresentando os lançamentos e também com uma área de outlet, com muitas promoções. De novidades, ela trás a coleção Day by Day que são 12 tipos de cílios; uma linha de skincare Hidra Young que tem: gel de limpeza suave, balm de limpeza, gel multi-reparador, bruma de beleza, máscara facial de biO-cellulose (adoro as máscaras da marca), máscara de argila rosa e máscara noturna.
Fotos retiradas da conta do instagram de cada marca
Agora me conta nos comentários, o que você achou dos lançamentos? Pra conferir o post com os lançamentos de maquiagem é só clicar aqui, e para conhecer as novidades para os cabelos, é só conferir esse post.
Gabe Pinheiro é jornalista, amante da escrita, dos livros e das viagens. Também adora falar sobre dinheiro e empreendedorismo. Inclusive, está em transição de carreira migrando do trabalho fixo para o autônomo. Resolveu que quer trabalhar produzindo conteúdo online e ajudar outras empresárias a posicionarem o seu negócio na internet. Criou esse espaço para compartilhar (de uma forma leve) o que a vida vem lhe ensinando. Sejam bem-vindos.