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Final do mês chegou e com ele o termino de alguns produtos. Esse ano não estou comprando tantos, primeiro porque decidi gastar o mínimo possível com maquiagem e roupas e segundo, porque ainda tenho muitos produtos que ganhei na Beauty Fair 2017 e quero finalizar eles para, depois, comprar novos.




Um queridinho que sempre está na lista de compras do mês, é o desodorante da Monange. Outros produtos da marca terminados foram o óleo corporal e o shampoo – linha lisos radiantes. Já disse (e repito) o óleo corporal me surpreendeu porque não deixa a pele grudando, é perfumado e nos dias frios dá uma esquentada no corpo. Já sobre o shampoo, como não usei a linha toda não consigo dar um parecer do que achei 100% dele. Vou testar novamente e conto melhor sobre como o meu cabelo reage.

Ainda sobre cabelos, um produto terminado foi o Moisture Recovery da Joico e ele é M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O. A primeira vez que usei foi quando estava na Colômbia e de imediato já dava para ver o resultado dele: brilho e fios hidratados. Quando voltei para o Brasil custei para achar ele (tinha esquecido o nome hahahahaha) e quando recebi o presskit da Word Comexx e vi que ele era um dos produtos do kit, o olho até brilhou de alegria hahahahaha. A linha Daily Care é para cuidados diários e é indicado para todos os tipos de cabelo.


Para o rosto, o produto terminado foi o Mousse de Limpeza, da Dailus, que promete revitalizar, demaquilar, e hidratar a pele. Eu usava ele durante o banho (substituía pelo sabonete) para tirar a maquiagem e limpar o rosto. Ele tira bem a maquiagem, mas também recomendo passar um demaquilante (de água, óleo, água miscelar) de sua preferência pra tirar os resíduos que ficaram. Não deixou a minha pele ressecada e nem (mais) oleosa.

Uma marca que conheci por acaso foi a Avatim. Eles possuem um quiosque no shopping Cidade (BH) e vendem diversos produtos. Comprei o creme de mão Manga Verde e o sais de banho Flor de Laranjeira (ainda tenho). Sobre o creme eu AMEI. É cheiroso, hidrata bem pele e não deixa as mãos com aspecto de grude (sou muito chata com esse quesito).

E esses foram os produtos terminados nesse mês. Alguém já usou alguns deles? Conta pra mim.

beijos, beijos
Eu não costumo comprar muitos livros pela capa, mas quando compro (até o momento) nunca me decepcionei com as escolhas. O livro A Grande Jogada é um deles. Comprei achando que era a história de um filme, mas quando comecei a ler vi que não tinha nenhuma relação.

A Grande Jogada, de Claude Cueni conta a história de como o sistema papel-moeda foi introduzido na Europa e como que ele recuperou a saúde financeira da França. O livro também mostra o poder que a economia tem um país e como que, a partir de um jogo de cartas, pode-se ensinar conceitos da matemática.

Tanto filmes quanto livros que retratam outros séculos, prendem a minha atenção. Nos livros, eu imagino cada cena e cada gesto que o personagem está falando e me transporto para aquele ambiente. E no caso de A Grande Jogada, o que mais me encantou é que a história é verídica e o leitor, mesmo não entendendo nada de economia, entende perfeitamente o livro e o impacto que o dinheiro teve naquela época e que continua tendo.


Sinopse: Nascido em Edimburgo em 1971, ainda jovem John Law desperdiça nas mesas de jogo toda a fortuna herdada do pai. Bonito e sedutor, deixa dezenas de maridos aliviados quando é expulso do país depois de um duelo que resultou na morte do adversário. Durante a fuga por uma Europa destruída pelas décadas de guerra. Law tem a ideia de desvincular a emissão de moeda dos metais preciosos, cada vez mais escassos. Surge o papel-moeda.

Quando chaga à França, seu plano não encontra apoio, pois Luís XIV não vê mérito nas ideias extravagantes do escocês protestantes. Após a morte do Rei Sol, no início do século XVIII, o duque d’Orléans, recém-nomeado regente, é seduzido pela possibilidade de solucionar as imensas dívidas do Estado com a impressão de células, e nomeia Law ministro das Finanças.

Em 1976, ele funda o Banque Royale e, pela primeira vez, emite papel-moeda. A iniciativa é um sucesso, o comércio floresce e John Law acumula uma fortuna que o torna o primeiro milionário do seu tempo, talvez o homem mais rico de todos os tempos, mas acaba sucumbindo mais uma vez ao vício do jogo e ignora os conselhos de não imprimir dinheiro para arcar com sua vida desregrada.

Há, e se você também ficou interessada em comprar o livro ele está em promoção na Amazon.

beijos, beijos

{esse texto foi escrito no ano passado, mas reflete algo que passo a todo momento, principalmente o atual}
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De uns tempos pra cá eu tenho pensado muito em peitos. Nos formatos, tamanhos, natural, silicone, porque algumas pessoas têm muito e as outras quase nada e por ai vai. Eu sou do segundo grupo. Não tenho muito seio - na verdade tenho quase nada - e em alguns momentos isso pra mim é ok e em outros (que se tornaram mais recorrentes) isso tem me incomodado. Não é aquele incomodo de deixar de usar roupas justas, decotadas ou biquínis. Mas é aquele incomodo de que "será que eu preciso ter peitos pra ser bonita?". É eu sei, é uma pergunta um tanto questionadora, mas que, mundo afora, afetam muitas meninas. Inclusive a mim, neste momento.

Já superei/aceitei (ou quase) o fato de que tenho uma barriguinha e que ela não me torna feia. Já tive muita vergonha de expor o meu corpo no clube ou na praia por conta dela, mas hoje? Hoje, não tô nem ai e aprendi qual biquíni que favorece ou não meu corpo. Mas voltando aos peitos, depois de ver um vídeo do Fred Elboni sobre preferir peitos pequenos do que grandes (que por sinal, adorei o vídeo) e de ler/ver/ouvir sobre peitos, principalmente sobre o que os homens acham deles, me peguei questionando os meus próprios peitos. Será que sou sexy? Será que sou bonita assim? Será que meu namorado me acha gostosa por ter peitos pequenos (já são cinco anos de namoro, se ele não achar é porque tem alguma coisa errada hahaha)? Sim, eu fiquei com essas neuroses.


Em um primeiro momento toda essa "neura" pode parecer coisa boba, mas se eu não me cuidar e entender que é ok, ter seios pequenos e que faz parte da minha genética, toda essa preocupação pode afetar a minha autoestima e o meu psicológico. Sei também, que tudo é uma questão de aceitação e de ter referências ao seu redor e, principalmente, na mídia sobre esse formato de corpo. Porque sim, o que as capas de revistas, sites, jornais, publicidade e todo meio de divulgação tem um alto poder de influência sobre a gente.

Tô levando as coisas com calma, tô me observando mais no espelho, tô dizendo pra mim mesma que o meu corpo é lindo do jeito que é e tô tentando não me importar com os peitos dos outros.

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Esse é um daqueles posts que saem como um cuspe em um dia qualquer e que a melhor maneiro de libera-lo é transformando tudo em palavras. Que venham mais textos assim.

beijos, beijos
Muitas mulheres deixam de cortar o cabelo curto por meio de ficar feio, achar que não combinam com elas ou porque não dá para fazer nada no novo corte. E quando alguma amiga ou conhecida me fala que vai "radicalizar" e cortar curto, eu abro um sorriso de orelha a orelha e dou o maior apoio (se bobiar até opino no modelo do corte haha) e digo que todas as crenças - aquelas da primeira frase -, são mentiras.

Eu já uso a anos o cabelo curto e já perdi o número de cortes tive até hoje. Nesse tempo, aprendi a forma de modelá-lo com a escova, como enrolar com a chapinha, qual lado ele fica melhor, quais cuidados eu tenho que ter com cada corte, quais produtos usar (principalmente se ele está enrolado) e quais penteados consigo fazer com ele. Por que sim, dá para fazer penteados em cabelo curto.


Sempre quando eu posto uma foto no instagram (@gabiipsousa) de um penteado, sempre tem uma alguém que vem me falar "nossa Gabi, queria saber fazer penteados no cabelo que nem você" ou "como você consegue fazer tanta coisa no cabelo, mesmo ele sendo curto?". E seu sempre respondo a mesma coisa, treino, buscar referências e inventar. Sim, inventar novas formas de usar o cabelo liso, enrolado ou preço a partir de outros penteados.

Uma das coisas que eu adoro fazer no cabelo é trança, seja embutida ou pegando uma parte do cabelo. O início sempre vai ser um pouco difícil, mas a pratica dos penteados é a repetição e aptar aquela trança ao tamanho do cabelo.

Separei alguns penteados de inspiração e que dá pra começar já, a fazer no seu cabelo.








Ah, e semana passada entrou no canal um vídeo mostrando  como que eu faço a trança embutida no cabelo. Para assistir é só dar play.


Fala se não é fácil fazer trança no cabelo curto? E se você está procurando inspiração de outros penteados, o Pinterest é mídia social ótima para essa busca.

beijos, beijos

“Ah, mas eu só consigo ir morar sozinha quando estiver ganhando muito”. Mentira e verdade. Mentira, porque o ser humano consegue se adaptar as situações e da mesma forma que dá para viver com R$5 mil, dá para viver com R$1.200. E pouco de verdade, porque se você não se organizar e observar o custo de vida da localidade que vai/deseja morar, ai será difícil morar com pouco.

Esse ano eu tive que adaptar o meu estilo de vida dentro do valor menos e no post de hoje vou contar como que foi essa adaptação, escolha da casa para morar e pagamento das contas.



Comecei 2018 com o foco de ter estabilidade na minha vida. Ainda estou na busca em algumas áreas, mas em duas delas já consegui (ou pelo menos o processo está bem avançado) que são o trabalho e a moradia. Nesse postcontei como que foram os três primeiros meses morando sozinha e nesse conteicomo que foi morar um tempo sem fogão e internet. E para concluir a sequência de posts sobre Morar Sozinha (e começar a falar da vida a dois), vim contar como que foi morar sozinha com R$1.200.

Dinheiro é o ponto principal para quem deseja sair da casa dos pais ou da casa das amigas, para ter o seu próprio canto. A primeira coisa que deve ser analisada é o valor que você ganha mensal. A partir desse ponto você consegue traçar o valor máximo de aluguel que consegue pagar e também fazer projeções dos outros custos (água, luz, internet, comida).

Depois que fui contratada (carteira assinada, antes era prestadora de serviço na Associação), e vi que o meu salário iria diminuir listei todos os meus gastos e determinei o que era prioridade no momento, e como poderia economizar em alguns gastos.

Sim, o item mais caro é o aluguel. Eu levei menos de um mês pra achar uma casa em Ouro Preto no estilo que queria (com garagem e área para a Saori), e depois que fechei o contrato consegui negociar o aluguel durante seis meses por R$700 e a partir do sétimo mês, iria para o valor final R$800 (fiquei de fevereiro a julho morando sozinha, o Roberto chegou em agosto). Com isso, consegui economizar R$600 de aluguel dinheiro que direcionei para outros gastos e para as idas pra SP. Vale ressaltar que eu só consegui esse desconto, porque aluguei a casa direto com a proprietária, expliquei pra ela a minha situação e apresentei a proposta.

E as outras contas Gabi?

Com o dinheiro que sobrava eu distribuía para as outras despesas como luz, cartão de crédito, mercado, plano de celular e gastos que poderiam aparecer. Morar sozinha requer um mínimo de planejamento e quem opta por isso, precisa estar disposta a abrir mão de algumas coisas e ciente que vai passar por alguns perrengues.

Entre fevereiro e julho também busquei novas formas de ganhar dinheiro (tema para outro post) para que, assim, ficasse mais tranquila com as contas no início do mês.

Já disse várias vezes que morar sozinha não é fácil, mas é uma experiência incrível. E viver com R$1.200 também não é impossível e tudo uma questão, como disse lá em cima de adaptação e foco. Foco no que você deseja, foco em manter as contas em dia, foco na sua felicidade e sonho.
Ah, e pra quem estiver se perguntando se dá para viver com as amigas (dividir casa) com R$1.200, a resposta é sim. E se bobiar até sobra uns trocados.

Dúvidas e comentários, deixem aqui nos comentários que eu vou adorar responder.

beijos, beijos