Pensa em uma pessoa viciada em agendas. Agora, imagina um armário cheio de agendas antigas. Então, essa sou eu e esse é meu armário. Desde que me entendo por gente um dos itens de papelaria que não pode faltar nas compras de início de ano é uma agenda. Adoro enfeitar com adesivos, colocar ticket de cinema, guardar cartas, colar foto, entre outros e ainda chegar no final do ano e poder rever tudo que eu fiz ao longo dos últimos 12 meses.




Sempre a procura de um modelo novo e que me agradasse há, aproximadamente, dois anos descobri que além das agendas comuns existe um modelo que se chama planner (a Clau (prima) do Lucidez Feminina que me apresentou). A diferença dele com a agenda comum é que ele é focado no planejamento semanal e/ou mensal, conta com frases motivacionais, planilha de custos, folha quadriculada e é personalizado.


O que fez com que ele se popularizasse no Brasil foi, justamente, o fato do cliente poder personalizar o seu planner tornando uma simples compra em uma experiência, que vai desde a escolha da capa, tamanho, inclusão do seu nome ou frase, e escolha dos itens para compor o seu kit. Já o embrulho é uma coisa a parte, alguns vem em caixas de acrílico (o meu primeiro foi assim) e outros vem em caixas (também personalizadas) contendo o planner, envelope, cartão de visita, adesivos, régua, pasta plástica e muitos outros itens.


Analisando o potencial de vendas que os planners têm apresentado, foram surgindo muitas marcas com foco em papelaria personalizada. E fazendo uma pesquisa rápida pela internet e instagram, encontrei mais de dez marcas que tem o planner como principal produto. Abaixo vocês conferem algumas delas:


O My Planner Colibri possui disponível mais de 100 opções de capa, além de bloco de notas, clips, régua, cards, gabarito calendário e elástico. O meu planner do ano passado foi do My Planner e não tenho o que reclamar. Cada um custa R$242,00.


Fotos tiradas do pinterest da marca

O Evertop é uma empresa criada no Paraná que oferece para os clientes uma gama de itens de papelaria personaliza como calendário, cadernos, agendas, quadros personalizados, entre outros. E para as loucas da organização, eles também têm planner de casamento, bebê e de mesa. O planner custa R$280.



Foto tirada do Instagram da marca

A Paperview é uma empresa que só trabalho com planners e papelaria fina e possui mais de 50 modelos. A idealizadora da marca, Maria Angela Bufarah, pegou a loja Fina Stationery Show, de NY, como referência para criar a Paperview. Os planners saem por R$520.




Fotos tiradas do Pinterest da marca

E a última que trago é a Catavento (conheci pela Marieli do Compra-se um fusca), marca carioca que produz papelaria artesanal e apoia o desenvolvimento de marcas independentes. O que eu mais gostei da Catavento, é que eles possuem capas de signos =D. O planner custa R$139,90.



Foto tirada do Instagram da marca

Pelas marcas que eu trouxe deu para perceber que tem planner para todo bolso e gosto neh? E se vocês derem um “google” vão encontrar uma infinidade de marcas e modelos. Na minha opinião ter um planner não é um gasto, mas sim um investimento na forma como que você vai organizar a sua vida naquele ano.


Como você se organiza? Já aderiu ao planner?

Eu acompanho muitos blogs (também adoro conhecer novos), mas sempre tem os queridinhos que ganham tanto o meu coração, que assino a newsletter pra receber em primeiro mão os posts que forem entrando ou até mesmo pra receber conteúdo exclusivo. Um desses blogs é o Morando Sozinha, da Fran, e hoje recebi um email dela (#girlgang) sobre qual tema ela tinha escolhido para 2018.

Isso mesmo gente, é tema e não meta. Também fiquei um pouco confusa quando li o título do email, mas ao longo do texto fui entendendo o porque de tema e não meta. Pra Fran, escolher um tema para gerar seu ano significa ter algo específico que vai nortear todas as sua escolhas, decisões e ações que você vai tomar ao longo dos meses.

E esse lance de tema me fisgou de tal maneira (parei o que estava fazendo no serviço, só para escrever esse post), que quando parei para pensar em para reger o meu 2018 a única palavra que me veio foi, estabilidade.


Pode parecer caretice ou "me manter na zona de conforto" (algo que, convenhamos, quem me conhece sabe que a zona de conforto é o último lugar que fico), mas depois de ter tido um 2016 cheio de incertezas e um 2017 maluco aonde realizei e conquistei muitas coisas, para esse ano quero "sossegar" um pouco, quero me estabilizar.

E quando digo estabilizar, é estabilizar em um lugar - e de preferência a dois -, porque encarar 36h de viagem (ida e volta) todo mês é cansativo. Quero estabilizar minhas finanças, porque imprevistos sempre aparecem e ficar com a incerteza se vou ou não conseguir pagar as contas é péssimo. Quero estabilidade no meu trabalho, com a minha família, amigos, viagens e tudo mais que eu vá decidir ao longo dos 12 meses. E também quero que toda essa estabilidade seja leve e sem amarras.

E você, já escolheu o tema do seu 2018?

beijos, beijos
2017 foi um ano louco. E além de louco foi um ano de muitas descobertas, aprendizados, coisas novas e muitas viagens. Foi o meu primeiro ano de formada, foi a primeira vez que eu coloque - e de forma bem clara - o meu trabalho acima de tudo, foi a primeira vez que eu recebi uma placa de reconhecimento do meu trabalho e foi a primeira vez que tive muitas primeiras vezes.



2017 também foi um ano onde me redescobri, fiquei mais tempo comigo mesma e passei a cuidar melhor da minha saúde espiritual conversando mais com Deus, lendo mais sobre astrologia e até passando a meditar. 2017 foi um ano de grandes decisões, algumas lágrimas e muitos sorrisos.

E no meio de tantos acontecimentos separei sete coisas que aprendi com 2017 e que quero levar para 2018. No vídeo abaixo falo quais são esses itens e como que eles mudaram a minha vida (no ano passado).




Beijos, beijos
Dezembro chegou e com ele começam as reflexões do que conseguimos realizar no ano que está indo embora e também começamos a listar o que queremos para 2018, e quais transformações queremos ter. Transformações estas que podem vir de dentro ou de fora. Não, o post (ainda) não é sobre traçar planos para o próximo ao ou como que devemos realizar nossos planos, mas sim sobre um tipo de transformação que, pra mim, é muito importante e marca uma nova fase, que é um corte de cabelo.



Já falei nesse post sobre ser ou não um ato de coragem cortar as madeixas, e hoje trago inspirações de corte para que vocês comecem 2018 com um novo visual, mais confiantes e mais dona de si.

Em 2017 o que eu mais fiz foi mudar o meu cabelo, tanto o corte quanto a cor, e a cada mudança eu saia outra pessoa do salão. Confesso que é viciante cortar o cabelo, principalmente quando você sente o vento batendo na nuca #melhorsensação.


Não que eu queria que as curtinhas dominem o mundo, mas que é pra mim esse corte deixa a mulher tão empoderada que é impossível não trazer (muitas) referências. E para as do time dos longos, também tem algumas inspirações de corte e cor.



E algumas transformações para que vocês vejam como que um corte - ou coloração - muda a fisionomia da pessoa. Os antes e depois foram retirados do Instagram do André Harja, meu cabeleireiro, que tem uma mão incrível e é uma das referências aqui em Ouro Preto.





E ai, preparadas para mudar o visual em 2018? O que vocês acharam das inspirações?

Beijos, beijos
Na semana passada a internet bombou com a divulgação da Pantene com a nova cor de 2018, o Ultra violet. Para os que não ficaram muito contentes com o verde Greenery, a nova cor vem para "iluminar o caminho" - nesse caso, iluminar o próximo ano.


O Ultra-violet é um roxo que, segundo o site da Pantone, simboliza a experimentação e o não conformismo, levando os indivíduos a conhecer a sua marca única no mundo e expandir as fronteiras através das soluções criativas. É uma cor que não só "colore", mas também vem carregada de energia e espiritualidade.

E para que possamos introduzir toda essa mística no dia a dia, separei algumas inspirações de beleza, moda e decoração.



Na decoração, acho interessante destacar a cor em alguns pontos como uma parede, nas almofadas, no sofá, no tapete, entre outros.


Deu para perceber que da para utilizar o roxo Ultra violet em vários momentos. No Pinterest, criei uma pasta com mais inspirações. Agora eu quero saber, o que vocês acharam da cor de 2018?

Beijos, beijos
Eu adoro fotos. Adoro registrar viagens, momentos e pegar um álbum e relembrar (ou conhecer) um local/história. Com o "boom" das tecnologia raramente encontramos uma pessoa que ainda tem o hábito de revelar fotos (minha felicidade quando criança era levar os rolos de negativos na papelaria para revelar) e, acreditem se quiser, eu sou uma dessas pessoas que adora ter milhões de álbuns.

Mesmo com essa paixão pela foto em papel, comecei a revelar cada vez menos pela praticidade de poder ter a foto guardada em vários dispositivos e por saber que ela vai durar mais. E sempre em casos específicos (presente pro namorado ou foto no mural) que eu ia atrás para revelar algumas fotos.

Até que há uns seis meses atrás, visitando o blog da Lu do Chata de Galocha, vi um post sobre uma empresa que te enviava mensalmente um número X de fotos a partir das suas redes sociais. E o melhor? As fotos eram surpresas. Fiquei louca com essa novidade e não pensei duas vezes em entrar no site e assinar um pacote com a marca.


Não gente, esse não é um publi post. É indicação do amor, porque a cada mês quando chega um novo pacote com novas fotos eu tenho certeza que não fiz um mal negócio.

A empresa se chama Phosfato e o objetivo deles é que seus clientes tenham uma experiência de recordação e felicidade quando recebem suas fotos. Para vocês entenderem: a marca trabalha com três tipos de planos, o M que vem com 6; o S que vem com 9 e o E que vem  com 12. Todos eles são acompanhados de um envelope que se transforma em porta retrato.

Mas como funciona Gabi? 

Após você criar a conta no site e escolher o seu pacote, você precisa decidir se o sorteio das fotos será a partir da sua conta do Instagram, Facebook ou você mesmo vai enviar as fotos pelo computador. Escolha feita, é só esperar que a equipe do phosfato faz todo o trabalho. Eles te enviam um email avisando quando que será feito o pagamento do mês do seu pacote, enviam outro email falando o dia que será o sorteio (você tem a opção de selecionar as fotos que não quer que entre para o sorteio) e te enviam outro email avisando que o seu pacote já está nos correios.




O que eu mais gostei da proposta, além de receber em casa fotos surpresas, foi a preocupação e atenção com os clientes. Teve um mês que o meu pacote demorou mais que o normal pra chegar e eles entraram em contato comigo falando que estava atrasado e, assim que chegasse, pra eu avisá-los.

Esse é o primeiro plano de kits que assino e não me arrependo. Indico pra todos que gostam de ter algumas lembranças reveladas, tanto que uma das meninas que moram comigo também assinou um pacote.

Se você tem interesse em assinar a Phosfato, usa o meu cupom GABRIELLAS8561. 

Agora eu quero saber, vocês ainda revelam fotos? Guardam álbuns de fotos?

Beijos, beijos
Um dia desses assisti um vídeo sobre como a mulher é retratada na mídia. Ele foi criado pelas organizações Paz com Dignidad e Revista Pueblos, filmado no Brasil com o títlulo "O que a imagem da mulher brasileira na mídia tem a ver com a democracia da comunicação" discutindo os padrões de beleza impostos e destacando que a própria mídia - à que delega quais são esses esteriótipos - também tem o poder de desmistificar esse "padrão".

De alguns anos pra cá houve uma crescente "mobilização" em relação ao feminismo. O que antes era pouco discutido devido - justamente - a não divulgação de notícias (a todo momento) sobre o assunto, hoje está sendo como "um tapa na cara da sociedade", ainda mais no caso das mulheres, de como devemos deixar os esteriótipos de lado e esquecer que mulher não foi feita (só) para cozinhar, lavar e passar.


Pra mim, um dos exemplos mais fortes foi o discurso da Emma Watson na ONU sobre a campanha #HeforShe, aonde ela convoca todas as mulheres a se levantarem e irem atrás do que é delas, principalmente da igualdade de gênero. Não deixando os homens de lado, ela os aponta como peça importante na campanha anti-sexista.

Para quem ainda não assistiu, o discurso completo com legenda em português está aqui:


Ainda sobre como a mídia nos retrata e como muitas vezes somos influenciadas por ela, escrevi no blog a algumas semanas atrás, um relato de como passei a aceitar o meu corpo e como nos preocupamos com o que os outros acham da gente.

Cresceu em mim uma vontade de saber mais sobre o feminismo, ouvir exemplos reais e ter uma visão mais ampla sobre o assunto. Em uma dessas pesquisas, acabei conhecendo o blog The black Cupcake e a Naomi (dona do blog) fez um post sobre uma escritora nigeriana, Chimamanda Ngozi, que foi para os Estados Unidos estudar, já escreveu cinco livros, sendo um deles transformado em filme "Meio Sol Amarelo" (sem previsão para chegar no Brasil) e que, além de tudo isso, empodera as outras pessoas com os seus discursos.

Através das suas histórias pessoais ela faz com a gente pense sobre alguns momentos de nossas vidas, faz com que quebremos alguns esteriótipos e nos convida a ser feministas.

E é ai que eu me questiono, e te questiono: "Afinal, que tipo de mulher eu (vocês) quero ser?". No momento a única coisa que eu sei, é que quero igualdade em tudo; quero não poder me preocupar com que os outros - principalmente os homens - vão achar quando eu fazer algo, que pra eles, é extraordinário e que duvidavam da minha capacidade. E claro aprender a cada dia novos empoderamentos.

E vocês, que tipo de mulheres querem ser?

Vamos nos empoderar, vamos deixar de fingir o que não somos, vamos lutar pelos nossos direitos, vamos lutar pelo tratamento igualitário entre os gêneros e o mais importante, vamos lutar para que as crianças (filhos) cresçam com uma visão ampla sobre as coisas e que elas não se sintam "presas" nos esteriótipos impostos pela sociedade, e nem pela mídia.
Uma das coisas que eu resgatei - fora o exercício de escrever toda semana -, quando abri esse espaço foi voltar a ler e conhecer outros blogs. Para mim, além de ser um hobby, me inspira a trazer (e criar) novos conteúdos para o blog, a ter novas ideias para os meus projetos e aprender coisas novas. E como sou da filosofia de que coisa boa tem que ser compartilhada, a partir de hoje temos uma nova categoria no blog "Links da Semana" onde vou trazer o que ando lendo na internet.



E o que andei lendo na última semana foram:

Realização profissional: quando é hora de mudar de carreira?, no blog da GWS. Aquele texto que da uma injeção de animo para quem está pensando se muda ou não de rumo.

Também sobre carreira, a Fran do blog Morando Sozinha falou sobre o processo de decidir o que fazer daqui 5, 10 anos.

E pra quem está sempre procurando novas ferramentas para ajudar no dia a dia do trabalho, principalmente quem trabalha com planilhas, a equipe do CBBlogers fez um post sobre sistemas de gestão e como que eles podem auxiliar na organização das tarefas.

E vocês, o que andam lendo?

Links da semana #1

Por as novembro 26, 2017
Uma das coisas que eu resgatei - fora o exercício de escrever toda semana -, quando abri esse espaço foi voltar a ler e conhecer outros blog...
Quem me conhece sabe que eu sai da casa da minha mãe, em SP, e fui pra Ouro Preto - MG estudar jornalismo na Universidade Federal de Ouro Preto. Com essa mudança de ares, veio a responsabilidade (três vezes mais) de se virar sozinha. E a maior das minhas preocupações de quando vim pra cá, é aonde que eu ia morar. 



Pra quem conhece Ouro Preto, ou já ouviu falar, sabe que a cidade é conhecida pela tradição das repúblicas estudantis. Logo que cheguei na cidade fui morar em uma república federal. Devido a adaptação e o meu curso ser em outro campi, sai da república e me mudei para Mariana, atrás da faculdade (=D). 

Com a mudança de vida, e rotina, você começa a dar valor ao que os seus pais te diziam sobre como é difícil conviver com outras pessoas e ao mesmo tempo aprende como é bom tem contato com essas diferenças, e o quanto você pode crescer com elas. 

Essas diferenças já começam a aparecer no momento que você passa a morar com outras pessoas. E por já ter me mudado três vezes sei que nem sempre as coisas são as mil maravilhas. Ao mesmo tempo que você consegue encontrar pessoas maravilhosas para morar, tem outras que fazem de tudo pra te tirar da casa. 

Infelizmente, e felizmente, comigo aconteceu os dois casos. Sai de uma casa por causa de uma mulher que queria que as coisas fossem só do jeito dela, e fui morar com mais quatro meninas adoráveis que desde o primeiro momento já nos demos bem. 

E pensando nessa minha experiência é que eu resolvi vir dar algumas dicas pra quem está pensando em sair da casa dos pais e ir morar com as amigas, namorado, república, em outra cidade...

#1. Se você for morar em outra cidade e quer dividir um lugar com alguém, procure saber se tem repúblicas para onde você vai e, o mais importante, visite vários lugares e só fique se você realmente se sentir bem e ver que as(o) moradoras(o) são bacanas. 

#2. Os móveis são a primeira preocupação pra quem vai morar sozinho ou vai alugar uma kitinet/casa/apartamento com outra pessoa. A dica que dou é fazer uma reunião com as moradoras da casa e decidir juntos quais são as prioridades do momento, quanto que custa cada item e decidir uma forma de pagamento. 

#3. Convivência e respeito, essa é a coisa mais importante quando se mora com outras pessoas. São com esses dois itens que você vai construir uma nova família aonde quer que você esteja. 

São coisas básicas que aprendemos com os nossos pais, mas que de vez em quando é bom dar uma reforçada. 

Beijos, beijos 

p.s Esse texto foi escrito a três anos atrás e trouxe adapto para esse novo espaço. 
Um dos temas que eu passei a ler bastante depois que entrei na Associação, foi sobre Empreendedorismo. E como gosto de compartilhar tudo que venho aprendendo me uni a Manu, do blog Coisas do Tempo, na série Empreendedorismo aonde cada conteúdo irá complementar o outro. O objetivo é dar dicas, orientar e ajudar - a partir de nossas experiências - vocês, leitoras, nas situações que envolvam empresas.

E pra dar início (dos posts em conjunto, porque já contei aqui  como que é trabalhar com empresários), hoje vou falar sobre a importância de estar presente nos lugares. Uma das coisas que sempre ouço, principalmente da minha gestora, é que uma instituição precisa estar presente nos eventos e fazer com que as pessoas que estão nele saibam que você está ali. E você, de um forma ou de outra, é uma empresa, é uma instituição que quer mostrar/divulgar o trabalho que realiza.

Quem me conhece sabe que eu adoro fazer mil coisas ao mesmo tempo, participar de tudo que aparece e sempre que puder ajudar as amigas em seus projetos pessoais. Escrevendo esse post percebi que faço isso desde novinha (falou a velha hahahaha) e que naquela época eu já praticava "estar presente em todos os lugares". E o que isso me proporcionou? Conheci diversos locais de SP, comecei a fazer pequenos trabalhos na área de jornalismo pra já ir me familiarizando com a profissão, fui em festas bacanas, em desfiles e uma infinidade de coisas.

Mas Gabi, porque é importante estar presente nos lugares?

Estar presente em eventos, confraternizações ou conferências (só pra citar alguns exemplos) faz com que cada pessoa trabalhe uma ferramenta muito importante, o Networking. Pra quem não sabe, o networking é o relacionamento com outras empresas/pessoas e não é simplesmente sair por ai entregando cartões de visita, mas sim ir atrás daquelas empresas ou pessoas que têm haver com o seu perfil.

"Para ser memorável, preocupa-se em escutar e focar sua atenção em pessoas em quem você vê potencial de relacionamento futuro, seja como fornecedor, parceiro de negócios, sócio ou funcionário". (site Endeavor Brasil)

Trazendo o networking para o mundo da blogosfera, influencers e youtubers, o relacionamento que tantos deles possuem com as marcas é justamente por se fazerem presente em eventos e demais atividades que tenha público (desde que seja seu nicho). No vídeo da Manu, A importância da sua imagem, ela ressalta o quanto somos um produto e como a nossa imagem, principalmente nas redes sociais, reflete o que somos. 

E é a partir dos fatores imagem + estar presente nos lugares que negócios são fechados. A dica que eu dou é começar a olhar as festas, reuniões e confraternizações como um espaço de aprendizagem e não só de festas. É durante uma simples bate papo que surgem novas ideias e novas informações que podem agregar ao trabalho que realiza. O segredo é aproveitar as oportunidades e extrair o melhor que elas têm para oferecer.