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Como qualquer pessoa desta pandemia eu estava morrendo de vontade de viajar. Já tinham mais de seis meses que não via a minha família e amigas, e estava precisando sair de Ouro Preto, mudar de ambiente, descansar mesmo trabalhando em home office.

Decidi que ia passar o mês de julho/2021 em SP e em abril comprei as minhas passagens. Muita coisa aconteceu entre abril e julho, mas um que não mudou foi a minha viagem. Dia 09/07 peguei o vôo para SP e só voltei no dia 01/08.



E como uma boa virginiana, planejei todos os meus fins de semana para que conseguisse ver quem eu queria ver e ainda passear. E esse post é justamente sobre passear. Em SP, essa foi a primeira vez que eu fui à lugares durante a pandemia. Com o avanço das vacinas (e por já estar vacinada) e os locais abrindo com todos os cuidados, me senti mais segura para sair.

Pinacoteca

Eu adoro visitar museus e um lugar que estava com saudade de visitar, era a Pinacoteca. Combinei de encontrar duas amigas e acabei descobrindo que elas nunca tinham ido lá. Fiquei feliz por ter proposto um passeio cultural.

Você consegue visitar a Pinacoteca durante a semana e aos finais de semana. E aqui já vai uma dica, aos sábados a entrada é gratuita.

Durante a pandemia os ingressos precisam ser comprados pelo site da Pinacoteca, eles enviam o QR Code para o seu email e no dia é só apresentar na portaria. Uma coisa que gostei é que as visitas estão acontecendo em horários já definidos (você escolhe na hora de comprar) e há limite de pessoas no prédio.






Sobre a segurança, logo no portão da Pinacoteca é medida a temperatura e antes de entrar no prédio pra ter acesso as obras, você precisa deixar os pertences guardados e passar por um detector de metais. A cada parede que você passava tinha álcool em gel e é obrigatório o uso da máscara, até para tirar fotos.

Quando fui estava tendo a exposição dos Os Gêmeos, mas o nosso ingresso não dava acesso a sala dedicada. Mas, bem no centro da Pinacoteca tinham alguns objetos da exposição deles e deu pra gente interagir. No mais, visitamos todas as salas que têm exposições permanentes fantásticas.

Pra quem nunca foi na Pinacoteca a minha recomendação é ir com tempo e com sapato confortável. Ficamos 2 horas visitando as salas.



Pedra Grande de Atibaia

O segundo lugar que visitei foi a Pedra Grande de Atibaia. Esse é aquele passeio pra você juntar os amigos, acordar cedo, colocar uma mochila nas costas e ir ver a cidade por um outro ângulo.

Pra chegar lá você vai seguir ela Rodovia Fernão Dias em direção a Bom Jesus dos Perdões e Piracaia. Chegando lá, há placas de sinalização indicando o caminho. Você pode subir de carro, de bicicleta ou a pé.




A Pedra Grande de Atibaia é um local bem alto e venta muito, por isso, vá de calça, tênis (claro) e um agasalho. Eu errei no look e fui de shorts, mas deu pra curtir.

É um passeio pra você desacelerar, ver a vista, estar perto da natureza e curtir com os amigos ou família. Ah, não esquece de levar uma garrafa d'água e alguns petiscos.


Já visitou algum desses lugares?

Depois de sete anos morando em Ouro Preto, ir pra São Paulo se tornou sinônimo de ir à passeio, visitar a família e os amigos e não de "estou voltando para casa". No mês passado tirei 20 dias de férias e como havia um ano que não via a minha mãe e que não ia para SP, me programei para ficar 11 dias na capital paulista.

Como uma pessoa organizada que sou e que adora planejar viagens, montei um roteiro do que conhecer em São Paulo. Pesquisei exposições que estavam/estão em cartaz, pontos turísticos que nunca conheci e locais que valem a pena voltar a todo momento.


Quem me acompanha pelo instagram e youtube, sabe que estou na Jornada Sem Dívidas e que gastar (muito) não fazia parte dos planos e por isso, escolhi quais passeios ia gastar e quais gratuitos ia conhecer. São Paulo é uma cidade enorme, que funciona 24 horas e me faltaram dias (e um pouco de disposição haha) para conhecer tudo que queria. Mas os passeios que fiz foram ótimos, muito divertidos e que valeram muito a pena.

CCBB - Centro Cultural Banco do Brasil
O Centro Cultural Banco do Brasil está presente em quatro capitais: São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Brasília, e recebe diversas exposições em cada uma das suas unidades. Quando fui estava tendo a exposição "Vai e vem" que fala sobre a relação das redes de dormir e a identidade nacional do Brasil. 
A visitação é gratuita.

Igreja da Sé
Localizada no centro de São Paulo, a Catedral da Sé foi projetada por Maximilian Hehl  e foi construída para ser o espelho da fartura de nossos recursos materiais e uma escola de arte.
A visitação é gratuita.

Mosteiro de São Bento
Tem mais de 400 anos e ele sempre teve grande influência na cidade de São Paulo. O Mosteiro foi doado aos monges pela Câmara, em 1600, e depois do Pátio do Colégio é o prédio mais  importante da capital.
A visitação é gratuita

Theatro Municipal
O Theatro Municipal de São Paulo recebe diversos espetáculos e programas de formação em música e dança. Ele é uma instituição pública e a Fundação administra as escolas municipais de música e dança, e alguns dos mais importantes corpos artísticos do país, como a Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, o Balé da Cidade de São Paulo e o Coral Paulistano. 
A visitação é gratuita, mas os ingressos precisam ser reservados no site da Evetim.



Andar pela Liberdade
Para quem gosta da cultura oriental, tem que conhecer o bairro da Liberdade. Confesso que ainda não fiz um passeio completo pelo bairro, mas já conheci a feirinha que tem aos domingos e como que é movimento no meio da semana. Quem também gosta de fazer compras, lá tem lojas para todos os estilos e gostos.

Livraria Cultura (da Paulista)
Eu nunca tinha ido na Livraria Cultura da Paulista e sempre quando via uma foto, falava mentalmente "eu tenho que ir conhecer". Ela é linda, grande, há pufs e poltronas espalhados pelo ambiente.

Itaú Cultural
Se você estiver na Paulista não deixe de ir no Itaú Cultural, ele recebe exposições (a próxima é do jornalista morto Vladimir Herzog), oficinas, espetáculos, palestras, entre outros. O Instituto Itaú Cultural foi criado em 1986 e tem o objetivo de mapear as manifestações artísticas e incentivar os segmentos culturais.
A visitação ao prédio e nas exposições são gratuitas. 

Centro Cultural Fiesp
E ai ainda na região da Paulista, tem o Centro Cultural Fiesp que abriga o Ciesp, o Senai-SP, o Sesi-SP e o Instituto Roberto Simonsen. Os visitantes podem conhecer a Livraria do Sesi-SP Editora, participar e visitar a programa cultural em cartaz. Em julho, durante as minhas férias, estava tendo uma exposição do Maurício de Souza (no dia estava muito cansada e a fila enorme para visitar) e também o Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (File), aonde era possível você interagir com os objetivos.
A visitação no Centro Cultural é gratuita.



Farol Santander
Se você quer ver São Paulo do alto, o Farol Santander é o local certo. Construído na década de 40 e inspirado no Empire State, o prédio é o antigo Banespa e durante a visita é possível conhecer a história do banco, como que ele foi construído, como que era a abertura de conta naquela época, como que eram os móveis, entre outros. O mirante do Farol fica no 26º andar, há vidros em toda a fachada (por segurança) e nele há indicações da onde ficam algumas região da cidade, como o Mosteiro de São Bento, Viaduto Santa Ifigênia e o Pico do Jaraguá. O Farol do Santander também abriga exposições do 25º ao 19º andar.
A visita é cobrada e paguei R$25. Estudantes, idosos e clientes Santander têm valores diferente.

O Museu Mais Doce do Mundo
Quando estava planejamento a viagem para São Paulo, o primeiro local que anotei para visitar foi O Museu Mais Doce do Mundo. Conheci ele pelo instagram da Bruna Vieira e fiquei encantada com a proposta. A missão do Museu é despertar a imaginação, cultivar a felicidade e promover boas memórias. Sim, você volta a ser criança durante a visita. As salas têm cheiro de doces, você tira muuitas fotos e em alguns ambientes tem degustação de doces. Ele ficou em São Paulo até o último domingo (18) e parte para uma temporada no Rio de Janeiro.
O ingresso custa R$60 (inteira) e R$30 (meia).

E QUANTO VOCÊ GASTOU, GABI?

Como  o meu lema das férias foi se divertir gastando pouco, durante a montagem da programação dos dias de passeios escolhi dois lugares que ia gastar para visitar, que foram o Farol Santander e O Museu Mais Doce do Mundo.

Também fiz uma projeção de quanto ia gastar com passagem dentro de São Paulo (uber, metrô, ônibus municipal e intermunicipal) e alimentação nos dias do passeio. Os gastos de passagem de volta (BH - Ouro Preto), ida e lanche no aeroporto também foram anotados e separados em envelope. O gasto total dos 11 dias foram R$303,90 e não precisei dinheiro da onde não tinha (ahahaha), pelo contrário, a minha mãe até me deu alguns trocados.

Viajar não precisa ser sinônimo de ter rios de dinheiro para gastar, da para planejar uma viagem com o recuso que você tem e se divertir bastante.

beijos, beijos
Já começo esse post contando uma curiosidade sobre mim, eu tenho pavor de insetos e não me dou muito bem no meio do mato. Mas, é um dos lugares que eu adoro ir (quando tem piscina claro) quando quero relaxar e ficar off do mundo.

Pois bem, no último fim de semana (20 e 21) eu e o Roberto fizemos a nossa primeira viagem/passeio do ano. Para comemorar os seis anos de namoro reservei um chalé em um hotel fazenda, com direito a banheira, Chandon e tudo o mais. Como só íamos passar a tarde de sábado e manhã de domingo, não poderia escolher o hotel fazenda em um local muito distante e acabei optando (aleatoriamente) pela Fazenda Rio Grande. 


A Fazenda existe a 19 anos e nasceu a partir da visita do Secretário de Turismo (que na época estava no cargo) ao terreno e visualizou, no local, o potencial turístico que ele tinha. A partir dai o dono, Jefferson, começou a estudar sobre turismo e tudo que envolve a área e a partir da estrutura existente foi adaptando para receber as pessoas.

Hoje, a Fazenda conta com dois chalés, cozinha comunitária, piscina e casa principal aonde são realizadas as refeições. Além de, fazer parte do roteiro turístico para a população de Mogi. E segundo o Jefferson, para 2018 a intenção é construir mais chalés. 

A reserva eu fiz pelo Booking (tenho usado muito o aplicativo nas minhas últimas viagens), mas quem tiver interesse em fazer reserva ou ter mais detalhes, pode entrar em contato pelo telefone (11) 99628-0917 whatsaap.

Abaixo vocês conferem algumas fotos e no final do post tem vlog da viagem.