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Sempre quando vamos usar uma bota também temos que escolher qual meia iremos colocar. Não pode ser soquete, porque se não ela acaba saindo do pé. Se for muito grossa acaba apertando os dedos e muita fina ficamos com frio nos pés. E não seria maravilhoso se unissem as botas com a meias transformando os dois em um só? Pois bem, o desejo foi atendido e a nova tendência são as sock boots ou bota meia.



Confesso que alguns modelos ainda acho estranho, mas que é uma praticidade isto é. E sim, elas vão reinar no inverno 2018 junto também com as botas de verniz nas cores branco e vermelho. Sobre as botas meias, elas vêm em modelo cano médio e em diversas texturas e cores (não ficam só no preto e marrom). E elas também podem ser usadas quando o dia não está tão frio, mas também não tão quente.

Pesquisei em Ouro Preto se esse modelo já chegou por aqui (e também porque queria experimentar hehe) e já tem alguns lojas vendendo a bota meia. Confesso que pessoalmente o sapato me surpreendeu e, sim, ele fica bonita nos pés. Por ter bico e salto fino a bota acaba deixando você mais alta. Abaixo os três modelos que eu mais gostei e em Ouro Preto você encontra nas lojas Dazz e Passo a Passo, ambas ficam no centro. 


Também separei  alguns exemplos de como combinar a bota meia.








Na internet, você encontra a bota meia no site da SantaLolla , da Arezzo , da Costanze e Morena Rosa.

E ai, o que acharam dessa junção? Usariam?
beijos, beijos 

Será que tal base é boa? Qual produto comprar para o cabelo oleoso? E produtos pra viagem, o que levar para manter a pele bonita? Uma coisa é fato, sempre que queremos comprar um produto novo vamos em busca de uma resenha ou pedimos indicações para amigas. E o post de hoje é justamente sobre esse assunto, vim compartilhar as minhas impressões sobre alguns produtos terminados.


Eu não sou a louca  dos produtos e só compro um novo (ou o mesmo) quando acaba. Dessa forma, eu economizo e consigo ter uma opinião mais formada sobre um creme, shampoo, base, etc. E foi justamente o aconteceu com os produtos que trouxe para esse post.

Uma das marcas que eu uso muito é a Monange, principalmente os desodorantes. Eles são cheirosos, não deixa marca na roupa (pelo menos não nas minhas),  dura bastante e o melhor, tem um preço bacana. Além dos desodorantes, eu também uso o hidratante corporal. Gosto do perfume e a sensação que deixa na pele, de hidratada e não grudenta.



Usei o creme pós-química da Salon Line meses antes de fazer progressiva e na época comprei por ele ser indicado para quem tem química no cabelo. Como na época estava com os cabelos naturais (meu tipo é 2b e 2c), gostava de finalizar com esse creme ou misturar com um ativador de cachos. E por não ser tão grosso, não deixa o cabelo pesado.

Um dos produtos que sofro por conta da pele oleosa, são os protetores solares. O Protetor da linha +Sun, da Avon, não é o dos meus preferidos mas ele consegue “segurar” bem o brilho da pele, diferente do protetor da Sundown que logo após passar, já sinto a minha pele oleosa. Quando fiz o intercâmbio na Colômbia, vi algumas mulheres falando que tiveram a pele manchada por conta desse protetor. Não sei disser se é verdade ou não, comigo nunca aconteceu nada.




A Água Miscelar, da Lóreal, foi um dos produtos que eu estava doida para testar quando foi lançado e, para minha felicidade, uma amiga esqueceu em casa e sempre quando ia para SP esquecia de levar. E como boa amiga, usei para não estragar hahahahaha. Como meu rosto é oleoso, não gosto de passar produtos que deixam a sensação de algo pegajoso e com a Água Miscelar não senti isso (sofro com demaquilantes bifásicos). As características que destaco são: rende bem, limpa a pele (não tira só a maquiagem), deixa o rosto seco e com aspecto de macio. Vale a pena investir.

E o último produto que venho compartilhar com vocês, é o hidratante corporal Nativa Spa Baunilha de Madagascar, do O Boticário. Não vivo sem creme para o corpo e nos últimos tempos tenho usado bastante os produtos do O Boticário, que, na minha opinião, é uma das marcas que dá de 10 a 0, em outras marcas, no quesito: cheiro, embalagem e textura. Vale muito o investimento nos produtos da marca.


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É isso pessoal, essas são as minhas impressões sobre os últimos produtos que tenho usado. Lembrando que cada um se adapta de forma diferente com uma marca ou produto e que é sempre bom testar, mesmo tendo lido várias resenhas, assim você consegue sentir a textura, perfume, se vai irritar a pele, entre outros.

Agora me contém, qual desses produtos vocês já usaram?

beijos, beijos




Eita que o meu 2018 começou com tudo. Nesse post, contei que ao invés de metas eu decidi escolher um tema para gerir o meu ano, que foi ESTABILIDADE. E se você der um “google” vai ver que existem diversos significados para essa palavra e que podemos utiliza-la em diversas situações. Eu escolhi utilizar como algo estável.

Mas voltando a primeira frase desse texto, o meu ano já começou com grandes desafios, sendo o principal deles a escolha se ficava em Ouro Preto ou se voltava pra São Paulo. Sim, acreditem, foi difícil tomar essa decisão (no mês que escrevi esse texto, em janeiro, passei o dia dividia entre ir embora ou ficar), e no final, eu fiquei.

Eu fiquei porque é a cidade que me acolheu, mesmo eu conhecendo as limitações que ela oferece e os problemas que existem. Eu fiquei porque amo o meu trabalho. Eu fiquei porque em 2018 faz dois anos que me formei em jornalismo e a partir de agora que começo (and preciso) me posicionar de uma nova forma (profissionalmente). Eu fiquei porque o Roberto disse que se muda para cá, só para que possamos ficar juntos (já deu de namorar a distância, né?). Eu fiquei porque minha chefe e amiga, me deu todas as razões para ficar. E fiquei porque, há, porque eu quis.
Eu sei, eu sei, estou um pouco atrasada com esse post, mas como o tema viagem é atemporal tenho a liberdade de publica-lo em outras épocas (não só no mês que viajei).

Em novembro do ano passado Magu (amiga/companheira de TCC) e eu fomos para Aracaju comemorar (depois de 1 ano) nossa formatura. Adoramos a cidade e ao mesmo tempo que ela rica em beleza natural, também é um pouco pobre (para uma capital). Mas o post de hoje não é sobre o que eu achei ou deixei de achar da cidade, mas sim como que foi ir para o nordeste por conta própria, como que foi a construção do roteiro e qual foi o gasto total dos quatro dias que ficamos lá.


Uma das coisas que eu adoro fazer é planejar viagens, desde escolher o destino, comprar passagens, reservar hotel, até o fazer o check-list do que precisa levar. E, claro, o planejamento para Sergipe não foi diferente.

Magu e eu escolhemos ir no feriado de finados (2 de novembro) por conta do nosso trabalho. Após escolher as datas, o próximo passo era ficar de olhos nas passagens aéreas. Um site que não botava muita fé, mas que me ajudou muito foi o Skyscanner. Mesmo comprando as passagens em cima da hora (a ida foram dois meses antes e a volta algumas semanas (#nãorecomendo), conseguimos pegar preços bons a ida e volta ficou R$939,52 (sim, a parte mais cara da viagem).

Já a hospedagem, escolhi um hotel através do Booking.com (já usei outras vezes e recomendo) e como não estávamos atrás de nada luxuoso, mas sim confortável e um lugar bacana para dormir e deixar nossas coisas, ficamos no Nobile Express. Ele fica na avenida Tancredo Neves que está a 10 minutos da rodoviária e dá acesso ao centro e a orla de Atalaia. A vantagem, é que tem um ponto de ônibus na frente dele. Sobre o valor da hospedagem, 5 dias e 4 noites ficaram por R$396 para as duas, isso significa que cada uma pagou R$198.


Como comparação, pedi para minha amiga Aline (que foi influenciada por mim e por outra amiga a ir para Aracaju) autorização para compartilhar como que foi o planejamento dela a partir de uma agência, e qual foi o gasto total dela e do marido. Como a viagem foi para comemorar 2 anos de casamento, eles escolheram ficar hospedados em um hotel na orla de Atalaia (Hotel Aquarius - 4 estrelas) e no pacote que fecharam já estavam inclusos: passagens ida e volta, translado aeroporto/hotel e hotel/aeroporto, city tour pelos principais pontos turísticos e visita nas praias do litoral sul (Aruana, Refúgio e Mosqueiro). O valor para o casal ficou em R$2.800.

Deu para notar a diferença nos valores, né? Só ressaltando, os valores que eu colocar no post sobre os meus gastos, é referente a uma pessoa. Na tabela a baixo coloquei em forma de planilha pra vocês visualizarem melhor e terem uma base de quanto ficou os gastos de hospedagem e passagem viajando com a amiga e quanto que ficou viajando com o boy.



  
ROTEIRO E MAIS GASTOS

Após concluir com sucesso a primeira etapa da viagem, o próximo passo foi fazer o roteiro e estimar quais seriam os gastos que teríamos. Como fomos por conta própria e também não estávamos esbanjando dinheiro, elencamos os passeios que íamos investir ($$), quais que íamos deixar para uma próxima (hehehe) e quais eram as atrações gratuitas. Como a minha ida e a da Magu também tinha o propósito de conhecer alguns meios de comunicação (Magu sonha em ir trabalhar lá e aproveitou pra deixar alguns currículos), separamos um dia para conhecer as emissoras de TV e os pontos turísticos, como museus, centro histórico, feira de artesanato, entre outros.

Os outros dias, foram destinados a passeios e praia. O único que compramos foi o passeio de Cataramã que tem faz uma parada na Ilha dos Namorados e na Croa do Goré. Ele dura a manhã toda e pega o início da tarde. A dica que dou, pra quem está indo por conta própria, é reservar esse passeio pelo site deles, fica mais barato do que se você fechar com alguma agência de Aracaju. Magu e eu também conhecemos boa parte da orla de Atalaia (ela é enorme) e o projeto TAMAR.

Há Gabi, mas vocês não saíram? Sim, nós saímos. Na verdade conhecemos apenas um barzinho que fica na frente da orla e que conquistou nossos corações (hahahaha). O Bistrô Bagatelle, tem música ao vivo todos os dias, você pode ficar de biquíni, a comida é gostosa e num preço justo e (o mais importante) a cerveja chega na mesa trincando de tão gelada.

Já a minha amiga Aline, conheceu muito mais lugares do que eu, ainda mais porque eles ficaram uma semana. Fora os passeios já inclusos no pacote que eles fecharam, também conheceram a praia de Aruana, praia do Refúgio, Croa do Goré, Ilha dos Namorados, praia do Saco, Canions do Xingo em Caninde de São Francisco e Mangue Seco.

Os passeios eles compraram a parte, porém pela mesma agência, e tudo ficou em torno de R$800. Fora os gastos com o passeio, eles também gastaram em restaurantes e comprando castanhas. De acordo com a Aline em Aracaju o kg custa R$40 sendo que em São Paulo é R$80.

Coloquei em forma de tabela os dois roteiros com os respectivos gastos e qual foi o gasto total de cada viagem.



VIAJAR POR CONTA PRÓPRIA X VIAJAR POR AGÊNCIA

Deu para perceber que dá para fazer uma viagem bacana para Aracaju, gastando pouco, e que dá para conhecer a cidade esbanjando um pouco mais. Eu queria sim, ter conhecido mais lugares, mas nem por isso a viagem foi menos prazerosa.

Sobre a organização, deu um pouco de trabalho mas eu prefiro fazer dessa forma, ainda mais quando sei que tenho um valor estipulado para gastar (nessa eu propus a gastar R$1.500, passei R$135). Acredito que poder participar de todo o processo é uma forma de já se envolver com o destino e quando a viagem se concretiza, vem o sentimento de “deu tudo certo”. Pretendo fazer alguma viagem através de agência, por conta da comodidade e para poder comparar melhor os dois lados.

Quando perguntei para a Aline o que ela preferia, ela respondeu que prefere pela agência e destacou, justamente, a comodidade e o amparo que a empresa oferece caso algo de errado ocorra, mas que também quer planejar uma viagem sozinha. Amiga, quando você quiser planejar por conta própria uma viagem, me chama que eu te ajudo hahaha.

Espero ter conseguido mostrar as diferenças de gastos e quais foram os pontos turísticos que conhecemos.

Mas agora eu quero saber, quem ai já foi para Aracaju ou tem vontade de ir?
Há, qualquer dúvida é só deixar nos comentários.

beijos, beijos