Mostrando postagens com marcador Blogosfera. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Blogosfera. Mostrar todas as postagens
Quem decide ter um blog, site ou landpage deseja que ele tenha acessos. Essa sempre foi a minha vontade, desde o blog que tive com as minhas primas, até ter decido criar o meu próprio endereço. O objetivo foi (e continua sendo) atrair novas pessoas para a minha página e fazer com ele trabalhe para mim (sim, é possível ganhar dinheiro com o blog).

Mas, como trabalhar o tráfego do blog sem precisar investir dinheiro? Se você tem um blog, tenho certeza que já se fez essa pergunta. E, sim, é possível aumentar os acessos da sua página com o tráfego orgânico o que você vai precisar fazer é distribuir o conteúdo em outras redes sociais, tendo como página de destino o seu blog.



Nesse post, trouxe cinco formas que vão ajudar a aumentar o número de visitas no seu blog.

• SEO (Search Engine Optimization)
Um dos passos para ajudar na busca orgânica do site é otimizar os textos dele, isso significa utilizar SEO, que nada mais é do que estratégias paras otimizar os resultados das buscas em sites como Google, Yahoo!, Bing, entre outros.

Utilizar SEO no seu conteúdo e em plataformas que são indexadas pelo Google, faz com o seu endereço apareça na primeira página de resultados aumentando o número de cliques.

Uma das formas de melhorar a entrega do seu conteúdo é utilizando palavras-chaves e linkar outros conteúdos que estão dentro do seu site. Em relação as palavras-chaves, você pode usar o Google Trends pra saber como que está a busca daquele tema na internet e os links, eu costumo colocar no meio do texto no formato "Veja também" e o endereço de três posts que têm relação com o tema.

• Pinterest
O Pinterest é uma rede social que vem crescendo muito e mesmo que ele seja mais usado para buscar inspirações, dá para adicionar um link nos pins que você cria. Se você é produtor de conteúdo pra internet utilize o Pinterest para Negócios, assim vai conseguir saber quantos cliques aquele pin e endereço tiveram.

• Facebook
Não, o Facebook não está morto e dependendo de quem é a sua persona, ela vai estar nele e não no Instagram, por exemplo. Pra quem utiliza página no Facebook pra replicar os conteúdos do instagram, também pode utilizar para os artigos do blog.

Uma das coisas que faço é programar postagens antigas do blog no Facebook, com uma chamada diferente. Dessa forma a página não fica desatualizada e eu estou sempre relembrando os seguidores de acessarem o blog.

• Instagram
No instagram, a forma de levar tráfego para o seu blog é pelo link da bio e incentivando os seguidores a clicarem nele. Na linha editorial do blog, eu defini quantos posts entram na semana e quais são os assuntos. Automaticamente, já adiciono a divulgação deles na programação de postagens do instagram. E aqui vai um detalhe, o link que eu coloco no Linktr.ee é do post que acabou que de entrar. Assim eu sei exatamente quantos cliques ele teve a partir do instagram.

• Youtube
No caso do youtube, a forma de você divulgar o link do seu blog é na descrição de cada vídeo. No final de cada um eu coloco os meus principais links e se em algum vídeo cito um post especifico, também coloco o link dele.
 
Mas Gabe, como saber que está dando certo essa distribuição de conteúdo? Usando o Google Analytics e analisar mês a mês qual é a origem do trafego. 




A imagem acima se refere ao ano de 2020 e se notarem o Facebook e Pinterest estão entre os primeiros canais que levam as pessoas para o blog. E em terceiro vem o próprio Blogger, que significa que as pessoas saem de uma página e vão para outra, permanecendo por mais tempo no meu endereço.

Estar presente na internet é muito importante, mas se você não souber distribuir esse conteúdo alguns planejamentos vão acabar não surtindo tanto efeito. Por isso, durante o planejamento, nunca esqueça de listar em quais redes sociais irá focar,  sem esquecer de qual será o endereço principal de destino.
Você já deve estar cansado de saber que o instagram é a vitrine virtual do seu negócio (produtos ou serviços), mas, você sabia que um blog/site também pode ser considerado uma vitrine virtual? Isso mesmo.

Faz ai uma recapitulação. Quantos blogs/sites você não conseguiu ficar muito tempo por conta da navegação? Quantos blogs/sites você visitou e o layout (de cara) não te agradou e acabou fechando a página logo em seguida? Quantos blogs/site você visitou e a última atualização tinha sido há seis meses atrás?

Eu já sai de vários que estavam nessa situação e acredito que você também. E no post não vou falar o que é certo ou errado, até porque cada pessoa tem a sua preferência de layout e de como vai gerenciar o blog, mas vou dar algumas dicas que vão ajudar a deixar a experiência do leitor mais agradável.




#1. Opte por um layout onde os textos começam no lado esquerdo da tela. Independente do que você está lendo, os seus olhos vão da esquerda para a direita. Na internet não é diferente, por isso, prefira começar a área dos posts do lado esquerdo e a barra lateral com as suas informações no lado direito.


#2. Vai contratar uma pessoa para fazer o layout? Certifique-se que ela irá entregar uma versão responsiva. A visualização para dispositivos móveis tem que ser tão boa quanto a visualização no computador.


#3. Desenhe em um papel como que você quer o layout. Fica mais fácil de visualizar como que você quer que ele fique e, também, de fácil explicação pra quem for fazer.


#4. Busque referências de layout visitando outros blogs. Essa forma de comunicação faz parte da sua marca pessoal (ou da empresa) e ele precisa comunicar quem é a pessoa que escreve ali e quais são os assuntos abordados. 


#5. Os conteúdos do blog/site são mais densos, por isso, você não precisa postar todos os dias. A minha sugestão é ter, pelo menos, um post por semana. Assim, o número de visitas orgânicas não é afetado.


Quando você decide ter um blog/site na sua estratégia de comunicação é preciso tratar ele com carinho, cuidado e amor. E sabendo que são grandes as chances do seu endereço ser indicado nas buscas do Google, a sua vitrine virtual precisa estar impecável.


Não tenho dinheiro pra comprar um layout personalizado, e agora?


Dependendo da plataforma que você usa e da empresa (ou pessoa) que contrata para criar o seu layout, não será um valor barato. Mas, mesmo não tendo dinheiro para investir nessa parte, não deixe de criar o seu blog/site.

A minha recomendação é que você escolha um layout da própria plataforma e que seja mais clean. Que ele tenha uma boa navegação e todas as informações necessárias (email, assinar a newsletter, ícones das redes sociais e categorias). Ah, e se você tiver que escolher no que investir, escolha comprar um domínio próprio. Criar o seu blog/site com o final do endereço .com.br já dá o tom profissional.

Como que anda a sua produção de conteúdo? E como que anda a frequência de postagens nas suas redes sociais? Você já sentiu preguiça de postar uma foto no instagram ou sentiu que aquilo era uma obrigação? Essas perguntas fizeram a sua cabeça pipocar neh?! A minha também.


De uns meses para cá eu venho transitando entre produzir muito conteúdo durante uma semana e na seguinte seguinte, nem dou as caras nos stories. Mas, como jornalista e como uma pessoa que começou a trabalhar como social media (abril/2020), sei da importância da constância nas redes sociais e da produção de conteúdo de qualidade.




Acredito que você notou o boom de conteúdos nas redes sociais no início da quarentena. Eram no mínimo umas 20 lives acontecendo na mesma hora, IGTV's a rodo, perfis postando mais de três vezes ao dia, pontinhos infinitos nos stories e uma lista enorme de cursos online gratuitos pra fazer.


Eu passei pelo momento "tenho que postar todos os dias", "gzuis preciso de novas ideias para os posts" e "putz não consegui postar hoje, que bosta". No início, como todo mundo estava fazendo, o ritmo até que estava legal, mas depois passei a ter um sentimento de obrigação e de desgaste psicológico.


Até que ouvi o termo slow blogging e fui procurar saber mais sobre o assunto. Ele não é novo e foi criado em 2008 por Todd Sieling, que escreveu o Slow Blogging Manifest que nada mais era do que orientações pra quem não queria entrar na onda do imediatismo e postar no seu tempo prezando a qualidade do que a quantidade.

Slow Blogging e suas orientações

O manifestado criado por Tedd foi em uma época que o blogs estavam no seu auge (2006) e pra ele, naquela época, a quantidade de conteúdo produzido estava muita acelerada (imagina agora?) e percebeu que não queria seguir o fluxo. Retirei do blog Desancorando (vale a pena acompanhar), as diretrizes criadas pelo Tedd do que é postar mais devagar. Confere só:

  1. postar quando der vontade: e não por pura necessidade de manter uma página atualizada. A ideia aqui é se permitir aproveitar ao máximo as vivências que você tem e deixar a criatividade dizer quando é o momento de publicar algo novo;
  2. postar com propósito: agora, você não escreve só pra se “manter relevante”, mas tudo tem um propósito, um motivo, e uma reflexão mais profunda. o conteúdo é mais bem pensado e desenvolvido.
  3. você escrever presente: como a ideia é não postar a primeira coisa que aparece na cabeça, mas criar um conteúdo de qualidade e com carinho, é meio óbvio que escrever vira um ritual. Você se coloca mais presente, mais consciente do que tá fazendo, e vê os resultados disso no conteúdo que você faz;
  4. você estuda mais: sabe as mil abas com textos maravilhosos que você-precisa-ler e que ficam abertas por um mês antes de você desistir daquilo e fechar tudo? então, ser adepto do slow blogging significa se dar mais tempo para ler mais, o que quer que seja, e curtir aquela leitura. Tem uma coisa de ser mais seletivo com o conteúdo que você consome também, entende? 
  5. levar o seu tempo: vai escrever? escreve com calma, respira fundo, deixa as ideias fluírem tranquilas, lembra que a escrita te ama também. Não precisa correr, sabe? pra ler, a mesma coisa. Dá pra fazer tudo isso com calma, sem a sensação de que você tá competindo com o relógio.


O slow blogging não entra só na questão do blogar devagar, mas de pensar com cuidado o que será postado, o texto que será escrito, a legenda que será produzida, a foto que será tirada e o vídeo que será gravado.

Como venho adicionando o slow blogging no meu dia a dia 


Quando resolvi criar esse blog, em 2017, já tinha em mente qual seria a frequência de postagens. Em alguns meses consegui manter o plano, em outros as prioridades ficavam no trabalho e o blog ficava parado, e em outros sentia como uma obrigação ter que postar.


Mas, desde o ano passado (2019) e com mais afinco nesse ano eu venho atualizando o blog com mais calma e no meu tempo. Algo que também resgatei, foi escrever os meus textos em um caderno e depois passá-los para o computador. Fazer esse ritual faz com que eu me desconecte da internet, direcione a minha atenção só na escrita, que eu pense mais nas palavras, que eu pense no propósito daquele texto, qual é a minha relação com o tema e como ele me influencia. 

Quem me acompanha nas redes sociais deve ter percebido que tem semanas que entra conteúdo novo no feed do instagram todos os dias, mas já na semana seguinte, não entra nada. E porquê? Porque, eu passei dias produzindo aqueles conteúdos, deixando eles em stand-by e na hora de montar a programação de postagens, decidi programar todos eles de uma vez. E o slow blogging também está nesse processo, de produzir tudo com calma e depois ir soltando esses conteúdos, mesmo que entre um a cada dia.


Sim, em alguns momentos o imediatismo, a vontade de postar mais vezes na semana, de seguir a risca uma programação de postagens bate forte e eu até consigo, por poucas semanas, manter um ritmo mais acelerado de postagens, mas ai eu volto pra estaca zero de: esperar a inspiração vir, esperar me conectar com aquele assunto e escrever aos poucos (mesmo que o post demore dias pra ficar pronto, como foi o caso desse).


Por isso, viva primeiro o tema que você quer falar, reflita sobre ele e só depois transforma em conteúdo. Eu digo também que o slow blogging é respeitar os nossos processos de criação


Claro que, se você trabalha em uma agência ou trabalha no setor de comunicação de uma empresa, a frequência de conteúdo (muitas vezes) vai ser ditada pelo seu editor/chefe. Mas, quando você cria para as suas próprias redes, você pode (e deve) produzir com mais calma.


Do lado de cá eu vou continuar escrevendo com mais calma e buscando equilibrar a frequência (sim, é importante) com a velocidade de produzir conteúdo.

---
Pra escrever esse post eu li outros blogs e assisti dois vídeos sobre assunto. Abaixo compartilho eles, pra quem tiver interesse em ler outros pontos de vista.

No final de junho iniciei uma série de postagens sobre produção de conteúdo, que vão entrar aos sábados no meu instagram. Alguns temas também vão estar aqui e o de hoje é um deles.
Eu perguntei para alguns amigos e familiares o que, para eles, eu fazia bem e um dos pontos que apareceu em comum foi a escrita (algo que eu amo fazer) e a criatividade. E é sobre esse último tema que quero falar.


Para algumas pessoas, ser criativo é algo doloroso ou difícil. Não vou falar que é fácil, porque também não é. E, para mim, a criatividade é algo que precisa ser   estimulada constantemente e de preferência de forma leve. E claro que tem momentos que é preciso força-la (como esse texto que eu tive que falar para mim mesma que eu só irei larga-lo, assim que terminar de escreve-lo custe o tempo que for).


A criatividade está muito ligada ao que conhecemos, ao nosso humor, as coisas que assistimos e lemos. A autora Elizabeth Gilbert, em seu livro "Grande Magia - Vida Criativa sem medo", diz que a criatividade também está muito ligada a coragem da gente colocar aquela ideia para funcionar, tirá-la do papel. E eu concordo com ela. A nossa mente está a todo momento pensando novas coisas e o que falta é darmos atenção a esses pensamentos. 



Criatividade X Produção de conteúdo


Quando a criatividade está relacionada a produção de conteúdo, em alguns momentos temos o famoso "bloqueio criativo", que é aquela sensação de que nenhuma ideia vem a mente, você não sabe o que postar no instagram, que post fazer para o blog e qual tema escolher para um vídeo. 

Eu já tive esses momentos e sei que você também. Mas, ao longo do tempo, fui adotando algumas ações que me ajudam a ser mais criativa e a driblar esses momentos. São eles:

  • Ter um banco de ideias e classificá-las em qual tipo de conteúdo será produzido (texto, foto ou vídeo)
  • Ler, ler e ler. E não só livros, mas também sites de notícias, blogs, jornais e revistas
  • Consumir conteúdos que não são da minha área
  • Sempre que eu ver, assistir ou ler algo que me chamou atenção, pensar "como que isso está relacionado na minha vida?". A partir dessa pergunta, sempre consigo pensar em novos temas
  • Buscar referências dos assuntos que gosto (pinterest e instagram)
  • Utilizar os recursos dos stories para conhecer o meu público e saber quais são os assuntos que eles gostam de saber
  • Ter uma linha editorial e definir os temas que vão entrar em cada dia. Por exemplo, às segundas-feiras eu falo sobre empreendedorismo e carreira, às quartas são reservadas para beleza e moda, nas quintas um vídeo do youtube, às sextas-feiras sobre viagens e lifestyle, e os sábados sobre produção de conteúdo


VEJA TAMBÉM 
- Sites e aplicativos que ajudam no dia a dia e na produção de conteúdo
- 3 plataformas para criar um blog
- Como produzir conteúdo diário para o instagram


Sugestões de ideias para alguns nichos

Dentro de tema de produção de conteúdo, convidei uma amiga para gravar um vídeo sobre o assunto e respondendo algumas perguntas e dúvidas que recebi pelo instagram. 


Nesse vídeo (você pode assistir, clicando aqui), demos algumas sugestões de temas para alguns nichos e os que faltaram resolvi trazer para cá. 






Produzir conteúdo para a internet não é um bicho de sete cabeças, mas requer um comprometimento. Por isso, trabalhe todos os dias a sua mente para pensar de forma criativa, se force a pensar em novos conteúdos e converse com a sua audiência.

O Google AdSense é uma plataforma de publicidade onde os donos de sites, blogs, aplicativos e vídeos podem se inscrever, para exibir diversos formatos de anúncios e com isso ser remunerado por esta inserção com um percentual do valor pago pelo anunciante.

Para criadores de conteúdo que estão começando a monetizar um canal no Youtube, uma das dúvidas mais comuns é quando e como receber a remuneração do AdSense. Eu mesma sempre tenho alguma dúvida sobre pagamentos, dados que precisa cadastrar, por qual banco receber e no post de hoje trouxe algumas dicas da Husky, fintech que ajuda no processo de recebimento de pagamentos internacionais.


Quando eu começo a receber o meu dinheiro?

O primeiro passo é entender quais são as etapas que antecedem o seu pagamento, ou seja, saber se sua conta já está apta.

Para isso acontecer, é necessário atingir US$ 10  (dez dólares) em ganhos na sua conta. Feito isso, o Google enviará pelo correio uma carta no endereço cadastrado com um PIN. O PIN é um número de identificação pessoal para ajudar a manter a conta segura, antes de emitir os pagamentos.

Depois você insere esse código na conta com as informações bancárias. Por fim, acumule no mínimo $100 (cem dólares) em ganhos para liberar as transferências e receber o dinheiro.

O Google paga em dólar. Como eu recebo no Brasil? 

Por ser uma empresa americana, o Google emite seu pagamento em dólares americanos. Atualmente, a única forma de receber o valor no Brasil é por transferência eletrônica internacional para um banco de sua escolha.

É uma forma rápida e segura e você recebe o dinheiro convertido em reais na conta bancária especificada.

Não tenho uma conta bancária internacional. O que devo fazer? 

Hoje não é possível receber um pagamento em uma conta corrente do qual não pertença ao titular da conta do Google AdSense. Isso porque os pagamentos são intransferíveis. Para quem precisa receber algum valor, a Husky possui uma conta bancária internacional e auxilia os usuários que precisam receber do Adsense.

A Husky monitora os pagamentos e assim que é identificado, o cliente recebe uma notificação solicitando o comprovante do Adsense que pode ser enviado pelo app. Todos os detalhes da conversão do dinheiro do exterior para reais são enviados por e-mail e o pagamento chega na conta bancária em qualquer banco brasileiro.

Quais os documentos necessários para receber pagamentos internacionais?

Para receber pagamentos como pessoa física ou jurídica não é necessário nenhuma documentação. Basta baixar o app, disponível na Play Store e App Store, seguir o passo a passo e em alguns minutinhos a mágica acontece. ;)

A Husky confirma apenas alguns dados pessoais. A empresa é 100% digital e não gosta de perder tempo imprimindo ou indo até os Correios. Quando precisar enviar algum documento, vai ser apenas uma foto ou PDF.

Como cadastrar os dados bancários no Google AdSense?

Com a Conta Bancária Internacional criada, vá no seu painel do AdSense, clique nas opções do “Saldo” e depois em “Visualizar Pagamentos”. Dentro da tela de pagamentos, clique em “Adicionar Forma de Pagamento”. No formulário você irá adicionar os seguintes campos:

Nome na conta bancária

Nome do banco

SWIFT (BIC)

IBAN

A forma de preencher esses campos, são enviados por email pela equipe da Husk e não é necessário  preencher os outros que aparecem no painel do Adsense. Depois que você segue o passo a passo e clica em "salvar”, vai aparecer  novamente a tela de pagamentos. Clique em “Escolha a Forma de Pagamento”. Ao clicar, você verá a sua conta Husky cadastrada. Você deve clicar onde está escrito “Nenhum”, e alterar para “Principal”. Pronto!

O que é SWIFT e IBAN? 

O SWIFT é o código de identificação único do banco que você escolheu para receber seu pagamento. Ele tem entre 8 e 11 caracteres.

O IBAN (International Bank Account Number) é o número de identificação da conta para transações internacionais. É composto por 29 caracteres que inclui alguns dados como o código do país, agência, conta do cliente e tipo de conta.

Seguindo esses passos, será possível receber o pagamento do Google sem dor de cabeça e sem se preocupar com as taxas abusivas que, muitas vezes, são cobradas pelas instituições bancárias.

O Google Adsense não está só ligado ao youtube, mas também a blogs e essa é uma forma de monetizar essas duas plataformas e ganhar dinheiro com o conteúdo produzido para a internet. Mas se engana quem pensa que é só criar uma conta no youtube e abrir um blog que pronto, já estou apta. É preciso ler no no site do google Adsense quais são os critérios para rendimentos via blog e quais são os critérios do youtube. É um trabalho de formiguinha, mas é sim possível transformar o seu trabalho na internet em uma fonte de renda.


Sobre a Husky - O aplicativo facilita a vida de quem precisa receber pagamentos profissionais de empresas estrangeiras, suportando pagamentos enviados de mais de 200 países e em 37 moedas. Enquanto o mercado tradicional cobra várias taxas para esse tipo de serviço, a empresa trabalha com uma porcentagem dinâmica que é reduzida pela indicação de amigos, chegando até à taxa zero, ou ainda gerando cashback para seus clientes. A fintech também introduziu recentemente o conceito de Empresa Digital, oferecendo serviços de contabilidade, assessoria jurídica e tributária, reduzindo a burocracia que um profissional liberal enfrenta para atender clientes brasileiros ou internacionais. https://husky.io/