As épocas mais difíceis são aquelas que se aproximam um novo ciclo ou que grandes decisões têm que ser tomadas. Não que eu não goste do novo, mas assusta sabe? Ainda mais quando essas escolhas atingem duas pessoas. Eu sei, você sabe, nós sabemos do que estou falando. E você há de concordar que não, não é fácil. Principalmente porque eu estou aqui e você aí, ou você aí e eu aqui. Tanto faz. Só sei que às vezes é difícil, é dor, é exaustão, são noites sem dormir, é um vazio na minha/sua cama. Mas é aprendizado, é ansiedade, é alegria, são certezas e muito, muito, muito amor. 

#Texto: Larga tudo e vem

Por as novembro 09, 2017
As épocas mais difíceis são aquelas que se aproximam um novo ciclo ou que grandes decisões têm que ser tomadas. Não que eu não gos...
Antes de escolher a profissão que eu teria para a vida toda, minha mãe sempre falava que eu iria trabalhar com algo onde eu poderia "mandar" nas pessoas. O tempo passou, escolhi ser jornalista e antes mesmo de colar grau fui convidada para gerenciar um programa de empreendedorismo. Não, eu não mando em ninguém. Mas hoje, o meu trabalho envolve tomar grandes decisões, mostrar para os empresários caminhos que eles podem seguir organizar meus horários como empresária e assumir o papel de uma empresária. E posso confessar que não é fácil.

Nesses 14 meses que trabalho com o Empreender (esse é o nome do programa que gerencio), somado aos oito meses que trabalhei na área de comunicação da ACEOP (Associação Comercial e Empresarial de Ouro Preto), aprendi muitas coisas sobre o universo dos empresários.


#1 é que eles gostam de ser mimados, gostam que a instituição ou pessoa com quem eles se relacionam estenda o tapete vermelho para eles. E acreditem, esse tapete vermelho não é um bicho de sete cabeça, mas sim coisas simples que afetam a vida de todos nós, como por exemplo: ser solicita e dar toda atenção que precisar.
  
Aqui em Ouro Preto, por ser uma cidade histórica e pequena, tem muitos empresários acomodados e que não acreditam em novas ideias (uma pena) ou que são muito relutantes em, pelo menos, ouvir sobre uma nova ação. Aprendi #2 que com essas pessoas é preciso ter uma atenção diferenciada e sempre tentar mostrar de uma forma lúdica a ação que você está propondo e quais ganhos o estabelecimento dele terá.

#3 coisa que aprendi - e que no último treinamento de equipe da Associação transformamos em plano de ação conjunto - foi focar nos empresários que temos um relacionamento melhor e que sabemos que eles vão participar de um evento ou atividade. 

Também sobre relacionamento entre empresários, percebi - e continuo aprendendo - que muitos #4 têm receio de compartilhar com um colega do mesmo ramo ações que deram certo no seu estabelecimento. Entendo que há concorrência, que há um medo da empresa x tomar o público da empresa y e que muitos estão desacreditados de que ações em conjunto darão certo. E o que eu sempre tento fazer é ouvir cada empresa e propor uma ação que não os afete diretamente, mas sim o setor todo. Um exemplo é o Núcleo de Educação do Empreender que desenvolveu um festival de teatro (em outro idioma), onde os alunos de cada escola tiveram contato com um grupo da Tunísia e puderam treinar os idiomas francês e inglês.

Quem trabalha em Associação ou algo do tipo, que lida diretamente com empresários, tem um ponto que é fundamental levar em conta, #5 fazer com que eles se sintam parte de algo. Todos nós gostamos de ser lembrados, todos nós gostamos de estar dentro de grupo e com os empresários não é diferente. A carga de trabalho deles é alta, são muitas responsabilidades, precisam ter conhecimento de todos os setores da empresa, precisam tomar as piores e melhores decisões e quando eles são procurados para representar uma instituição ou dar uma entrevista sobre o segmento, é como se todo esse esforço valesse a pena.

A cada dia que passa vou aprendendo novas ferramentas, vou me surpreendendo com novas ideias (vinda deles) e engajamentos em ações que, inicialmente, eu não acreditaria que eles aceitassem. É difícil. É desafiador. É motivador. É desgastante. É recompensador. E hoje, trabalhando com o Empreender, minha alegria é ver uma ação saindo do papel e os empresários de uma mesma classe unidos em prol de um bem comum, o desenvolvimento e crescimento em conjunto.
Nunca fui obcecada por ter um corpo a la Gisele Bundchen, mas também não saio por ai comendo tudo que vejo pela frente. Desde pequena aprendi que ter uma alimentação saudável é o segredo para ter uma boa saúde. E claro que de vez enquanto "enfio o pé na jaca", mas o que seria da dieta se não tivéssemos os doces e os fast-food? Nada, não é!


Me peguei pensando no corpo feminino e como nos vemos no espelho, depois de voltar da primeira praia que conheci na Colômbia. Sempre gostei de praia, porém me sentia envergonha e insegura (#quemnão?) por ter que ficar de biquíni na frente de diversos pessoas.

E sabe o que é engraçado? Não senti nada disso. Não sei se é porque estava fora do meu país e com pessoas desconhecidas, mas simplesmente, quando toquei os pés na areia, já comecei a tirar a roupa. Fato controverso, porque a maioria das colombianas se banham vestidas.

Diante disso, eu mesma me questionei: "Afinal, porque eu tenho vergonha do meu corpo?". Ok, não sou esbelta, tenho coxas grossas, quadris largos e uma barriguinha, que no futuro quero eliminar, porque agora, sabe como é trabalho, cervejinha no fim de semana e um pouco de preguiça também.

Sei que devemos nos aceitar do jeito que somos, mas também sei que não é uma tarefa 100% fácil, principalmente  com a mídia nos dizendo que existe um certo padrão de beleza. E quando o quesito é relacionamento? Ai a mulherada fica louca, achando que todos os homens só gostam das mulheres que tem seios grandes, barriga zero e pernas torneadas. Uma doce ilusão de todas nós.

Aprendi a me aceitar e não ficar com tantas neuras, só porque ganhei 1kg a mais. É um processo difícil, isso garanto, mas quando ficamos nua na frente do espelho e achamos aquela imagem bonita, é porque finalmente você conseguiu se aceitar.

Nada é mais encantador do que ver uma mulher andando na rua com um sorriso de orelha a orelha, nos dizendo que ela é feliz independente dos padrões de beleza impostos, e do que as outras pessoas pensam.

Beijos, beijos
Em todas as minhas mudanças capilares (e olha que foram muitas), as pessoas sempre me diziam "nossa,  mas como você é corajosa" e eu acabei me questionando - e também aos outros - sobre esse tal ato de coragem. 

Eu sei que um corte de cabelo pode mudar drasticamente a fisionomia de uma pessoa, e até as atitudes dela. Também acredito que uma mudança capilar vem carregada de desejos e daquela vontade de mudar. Ai eu faço novamente a pergunta, um corte de cabelo é um ato de coragem ou as pessoas que estão acomodadas? 


Conversando com algumas amigas fiz essa pergunta e foi uma coisa unanime, todas acham que um corte de cabelo é um ato de coragem. Elas disseram que a questão da cor pode até entrar em alguns momentos, mas que ainda conseguimos reverter o resultado. Já o corte, não tem como colar o cabelo de volta e a única solução é esperar que eles cresça ao tamanho desejado. 

Depois de muito refletir sobre isso, acabei concordando que realmente um corte de cabelo é um ato de coragem. O problema é que não sei se todas as vezes que mudei o meu corte eu estava sendo corajosa ou foi algo de impulso, só sei que toda mudança no visual vem com algo novo na minha vida. 

Acho que essa minha relação capilar começou desde quando eu era criança, porque a minha mãe arrumava os meus cabelos todos os dias de uma forma diferente, e querendo ou não conforme eu ia crescendo eu mesma comecei a inventar penteados em mim mesma. E até nas amigas. Aprendi a fazer escova sozinha, trancinha (tererê para alguns), trança embutida, pintar e até a cortar. A partir dai já da para imaginar o tanto de coisa que já fiz no meu cabelo. 



O "ato de coragem" dos cortes foram sendo introduzidos aos poucos na minha vida capilar e com eles algo sempre vinha acontecendo, uma mudança de espírito ou uma nova fase da minha vida. Primeiro namorado, técnico de secretariado, segundo namorado, ingresso na faculdade, intercâmbio e planos para o futuro. 

É complicado explicar através das palavras como que é essa mudança interna, como que eu me renovo. Mas quem quiser dar um up na vida, ver as coisas mudarem - para melhor, claro -, vá cortar o cabelo. E quando eu digo corta o cabelo é corta mesmo, nada de "só as pontinhas" ou "corta dois dedos", é um corte radical, pode ser inspirado em alguém ou simplesmente deixar nas mãos do cabeleireiro. O importante é que essa mudança também venha de dentro, lá do seu interior de querer fazer algo diferente, de querer algo diferente pra sua vida. 

E para as amantes do curtinho, tem uma pasta no Pinterest só de cortes curtos para se inspirar. 

Beijos, beijos
Desafiador e transformador. É com essas duas palavras que eu começo esse texto de boas-vindas. Desafiador, porque esse é o meu primeiro blog pessoal/comercial onde tudo passa por mim, linha editorial, layout, programação, linguagem, entre outros. É a Gabriella empresária se lançando como marca.


E essa decisão também é transformadora porque é um projeto (de certa forma) novo e que vai trazer algo que a muito tempo vinha se perdendo, o hábito da escrita. A paixão que determinou a minha escolha profissional e que mesmo com a correria do dia a dia, tem – e quero – que ela volte com força total. Por isso, já vou logo avisando, aqui teremos muitos textos pessoais – principalmente sobre amor -, resenhas (tanto de filmes quanto de livros), moda, uma pitada de beleza e muitos posts sobre viagens. 



Esse espaço também foi criado para compartilharmos experiências então podem mandar sugestões, dúvidas, críticas (construtivas, por favor) e elogios. O blog não é só meu é de vocês também. 

Para os amigos, não deixem de me acompanhar nas outras redes sociais Instagram, Facebook, Pinterest e Youtube. E para quem está chegando agora - além de me de seguir nos outros canais =D -, dê uma passada na aba Sobre onde explico um pouco sobre o conteúdo do blog e na Quem escreve, para que você conheça quem é a Gabe Pinheiro. 

Um grande beijo. 
Uma das coisas que eu sempre faço na passagem de um ano para o outro ou para marcar uma nova fase, é mudar o meu cabelo. Todos os cortes e cores capilares que já tive, vieram marcado de uma mudança de espírito, de situação ou, até mesmo, para mostrar para o universo que a partir daquele momento um novo ciclo começa.


Desde setembro do ano passado minha vida tem mudado bastante. Me formei, o estágio da época virou um emprego, mudei a cor do cabelo, passei a definir novas prioridades, meu namoro se fortificou ainda mais (namorar a distância a 5 anos não é fácil), tomei grandes decisões e estou realizando a maioria das metas que coloquei no papel.

E, um ano depois, setembro de 2017, ocorreu mais uma mudança em mim, mas dessa vez internamente. O que eu vou falar pode chocar algumas pessoas, mas eu nunca gostei do meu aniversário, nunca tive aquela empolgação para comemorar essa data. Porém, esse ano foi tudo diferente. Passei o meu dia (4) ao lado de pessoas maravilhosas, recebi amor e questões que até o final de agosto estavam incertas, obtiveram suas respostas e aquele alívio e felicidade de que estou no caminho certo e fazendo o que eu gosto, tomou conta de mim.

Não sei se esse sentimento é pelas experiências que já tive, se eu estou me permitindo coisas novas, se estou menos rígida comigo mesma ou se joguei o medo (de algumas decisões) de lado e segui o que minha intuição e coração estavam me falando. O que eu sei é que estou em um estado de êxtase, de felicidade, de gratidão e com a certeza de que, sim, muitas coisas boas estão por vir.


.... a, também venho aprendendo que ter alguns momentos de luto/reclusão, é ok! E que eles servem para que as coisas negativas vá embora, deixando espaço para os novos planos. 

Setembro e os meus 24 anos

Por as setembro 30, 2017
Uma das coisas que eu sempre faço na passagem de um ano para o outro ou para marcar uma nova fase, é mudar o meu cabelo. Todos os cortes e ...
Floripa, sinônimo de praia, biquíni, água de coco, passeios de barco... mas, e Floripa no inverno? Tem o que fazer? Claro que tem e hoje eu trago pra vocês o roteiro da viagem que fiz nesse mês. O motivo da viagem foi pra passar o dia dos pais com o meu pai e descansar, claro. Confesso que quando dei conta de que estava indo no inverno fiquei "o que vou fazer em Floripa no inverno?" e por poucos minutos o desanimo bateu. Mas eis que a Gabriella viajante despertou e eu já fui logo buscando em blogs, sites e vídeos do que faz em Floripa quando não der praia.


Busca ali, busca acola e depois de conferir tantas dicas, criei o meu próprio roteiro e compartilho abaixo o que fiz nos quatro dias que fiquei em Floripa.


1º dia
Como chegamos de viagem no período da manhã, escolhemos tirar a tarde pra conhecer os pontos turísticos do centro. Começamos pelo Mercado Público que fica em frente ao Terminal de Integração do centro (TICEN). Seguimos pra Casa da Alfandega, que fica em frente a uma das saídas do mercado. Lá conferimos a exposição e venda de artesanatos.

Saindo da Casa da Alfandega, você pode seguir em frente que vai dar na Praça XV de Novembro aonde tem a Figueira Centenária, a praça é linda e rende belas fotos. E do outro lado da calçada tem o Palácio Cruz e Sousa, que serviu como casa do Governo do Estado. A história de Florianópolis está toda nele contada através de fotos, pinturas e mobília. A entrada custa R$15 (inteira) e R$7,50 (meia).

Figueira Centenária
Palácio Cruz e Souza

2º dia
Depois de já ter conhecido o centro, é hora de começar a ir para os arredores da ilha. No segundo dia escolhemos ir conhecer o projeto TAMAR, que fica na Barra da Lagoa. A unidade de Santa Catariana é voltada para a preservação e cuidados com as tartarugas. No Museu do Tamar são realizados visitas guiadas e apresentação em vídeo sobre o projeto. Também é possível acompanhar a alimentação das tartarugas e a sua soltura no mar.

O local não é grande e em 3h você consegue ver tudo e tem tempo de conhecer as praias da redondeza, isso pra quem vai de carro. Já quem optou por transporte público, como foi o nosso caso, você acaba ficando um tempo bom dentro do ônibus. Pra quem for escolher a segunda opção, o ônibus pra Lagoa sai do terminal TICEN.



Entrada

Projeto TAMAR
3º dia
Para os amantes de praia não irem embora de Floripa sem ter ido em uma, no inverno você pode conhecer o vilarejo de Ribeirão da Ilha. O local é a segunda colônia  a se desenvolver em Florianópolis que conta com sua arquitetura do século XVIII e XIX, preservada até hoje. Um dos atrativos de Ribeirão da Ilha é a gastronomia, principalmente as ostras.

Confesso que não estava nos nossos planos conhecer Ribeirão (queríamos fazer o passeio de barco), mas quando chegamos lá, valeu super a pena ter ido ao vilarejo. Decidimos almoçar no restaurante Ostradamus, que é um dos mais top na região (tiramos esse dia pra comer bem $$). Ele possui dois ambientes, o interno e o externo com vista para o mar. Sobre a comida, eu gostei - mesmo não curtindo muito frutos do mar -. O atendimento foi excelente, tudo limpo, arrumado e o ambiente é super agradável.
Um dos espaços do restaurante Ostradamus





No 4º e último dia não fizemos nada de especial. O dia estava fechado e chovendo bastante, fizemos o clássico passeio de domingo, shopping. 

Quem já foi pra Floripa no inverno, o que fizeram? 

Beijos, beijos
Algo que eu sei que interessa a todos, é quanto que eu gastei na viagem. O total ficou em R$1.250 incluindo passagens aéreas,  transporte público,  almoço,  lanche da tarde, lembrancinhas e gastos não programados. Magu e eu tivemos um mês pra planejar essa viagem (mesmo já sabendo que iríamos) e pra que tudo não fosse feito (muito) as pressas, listamos todos os gastos que teríamos e o quanto íamos gastar em cada item. O planejamento inicial ficou em R$1400 (com a moradia) e comparando com o que realmente gastamos, economizamos R$150.


Uma dica valiosíssima que dou, é que pra qualquer lugar que você vá procure saber se há parentes ou amigos naquela cidade. Conseguir, nem que seja, o lugar pra se hospedar já é uma economia e tanto. E isso foi o que aconteceu conosco, acabamos ficando na casa de um pessoal que nos receberam muito bem.


Uma coisa que quero compartilhar é que depois de formada essa foi a primeira viagem que realizei e não precisei pedir dinheiro pra minha mãe [obrigada, obrigada]. Pra alguns pode parecer coisa boba, mas pra quem mora em outro estado a quatro anos, vivia com bolsa moradia (R$300), duas bolsas estágio (R$300 + R$400), paga aluguel, luz, cartão de crédito,  tem que fazer mercado, além de ter os gastos pessoas. E no começo de cada mês nem sempre eu conseguia pagar tudo e tinha que recorrer a minha mãe. Tenho certeza que vocês já passaram por isso (ou vão passar) e que a felicidade é enorme. [Momento desabafo]

As experiências que você vai colher em cada canto, vão ser um dos melhores presentes. Abaixo os vlogs de Porto Alegre (na época ainda fazia parte da equipe do Lucidez Feminina).







Beijos, beijos
Durante os dias 20 e 23 de setembro, Magu e eu fomos para Porto Alegre participar do Set Universitário, evento promovido pela PUC - Rio Grande do Sul. Estávamos concorrendo um prêmio com o documentário que produzimos no TCC, porém não fomos contempladas. 

Notícias ruins a parte, a viagem para Porto Alegre foi maravilhosa. Sair de Mariana, descansar, conhecer novas pessoas e deixar o trabalho um pouco de lado, era o que eu estava precisando fazer a muito tempo.

A cidade é linda, tem muito verde, pessoas bonitas e simpáticas. Mesmo com a onda de violência que foi noticiada pela mídia a uns meses atrás, graças a Deus eu e Magu não sofremos e não presenciamos nada.  A família que nos hospedou foi super amorosa, nos acolheram como parte da família. O churrasco gaúcho é sem palavras. 







 Alguém ai já foi para Porto Alegre? 

Beijos, beijos
Olá pessoas lindas! Já tem dois meses que eu fui pra Medellín, mas como o post é com dicas do que conhecer na cidade, não tive muita pressa de escrevê-lo. Ao todo fiquei por lá quatro dias e o objetivo da viagem foi conhecer alguns meios de comunicação que tem em Medellín. 


Além dos locais que conheci com a universidade, os pontos que valem a pena dar uma visitada são a Plaza Botero e todos os seus arredores. Muitas pessoas ficam sentadas no local, e você consegue visitar os museus e as lojas que tem por lá. 


Como Medellín tem metrô, a dica que eu dou é utilizar esse meio de transporte e pra quem não gosta de andar de metrô ou tem medo, pode utilizar um táxi que dependendo da onde você vai não fica caro. Comparado com o Brasil, os táxis colombianos são muito baratos, vale a pena deixar de pegar ônibus e tomar um.

Além da Plaza Botero outro local que eu indico, é o Pueblito Paisa. Uma "mini cidade" que fica em uma das partes altas de Medellín. O local é tranquilo, tem lojas de artesanato (que possui bom preço), uma capela, museu, restaurantes e um mirante. Vale a pena conhecer. No vlog do 4º dia em Medellín eu mostro como que é o Pueblito Paisa. Ele fica perto da estação de metrô "Industriales" e tem como subir a pé, por uma escada no meio das árvores.

Parede do centro de exposições de Medellín

Plaza Botero



Pra quem gosta de natureza e locais tranquilos, o Parque Arví é uma ótima opção. Ele fica no ponto mais alto da cidade e a sua subida é feita por teleférico (metro cable). Dura em torno de 30 minutos, e a vista lá de cima é fenomenal. Ele funciona até às 17h e você pode fazer diversas atividades que são oferecidas. Elas são pagas, não sei quanto, porque quando visitei o local só fiquei perto da entrada e sentada na grama conversando com os companheiros de classe.

Parque Arbí

Amanda, eu e Chris [Parque Arví]
Pueblito Paisa

Pueblito Paisa

Metro cable
Eu quero muito poder voltar em Medellín, ainda mais se for nos meses de agosto e setembro, porque dizem que eles realizam a festa da primavera. E pra quem não sabe, Medellín é conhecida como "a eterna primavera". Eu fiquei encantada com a cidade e como em qualquer lugar da Colômbia as pessoas são educadas e atenciosas, além do clima ser ótimo.

Quem ainda não conhece Medellín, espero ter conseguido passar como que é a cidade e quem já conheceu, não esquece de deixar aqui nos comentários falando o que achou da cidade.

Beijos, beijos