Empresária: como que você trata o seu cliente/prestador de serviço?

Quem me acompanha nas redes sociais sabe que além desse espaço eu tenho um trabalho fixo, como Coordenadora de Projetos da Associação Comercial e Empresarial de Ouro Preto. Já compartilhei nesse post como que é trabalhar com empresários e a cada dia/mês/ano essa bagagem do que deve e o que não se deve fazer aumenta, e eu uso todos esses aprendizados para me avaliar como empreendedora (tanto dentro da empresa quanto gerenciando a minha empresa de produção de conteúdo).


Uma das coisas que acredito (e que já até virou vídeo) é que mesmo sem ter um negócio você pode sim empreender no seu ambiente de trabalho e que quando quer "arriscar" empreender sozinha, deve se cercar de pessoas que saibam mais do que você - e que vão te ensinar algo -, e aprender com os erros dos outros. Também acredito que no empreendedorismo devemos aplicar a máxima "trate os outros como você gostaria de ser tratado".

E o foco do post de hoje é justamente essa última frase, porque tenho observado que muitas empreendedoras não têm aplicado esse conceito e querem que o público (os futuros clientes) deem valor para o serviço que oferecem, mas elas próprias não dão valor aos serviços que contratam de outras empreendedoras.

Como consumidora, uma das coisas que me deixa mais "p" da vida é ter que esperar um orçamento, é ter que ficar correndo atrás de uma informação que preciso e ver que a marca não está fazendo nenhum esforço para te atender, principalmente se for virtual. E como empreendedora, não tem coisa pior do que entrarem em contato com você solicitando o seu serviço e você ter que correr atrás da pessoa que fez o pedido, perguntando "tudo certo pra nossa reunião?"; "preciso das informações x pra produzir o conteúdo"; "e ai, vai fechar o serviço?".

Entendo perfeitamente que quem quer vender um produto ou serviço deve, sim, ir atrás do cliente, mas chega uma hora que o próprio cliente tem que se posicionar e falar "obrigado, mas no momento não vou querer" ou "podemos rever esse acordo, percebi que dessa forma não vai funcionar". Sabe aquele ditado "Tudo pode ser conversado"? (na verdade nem sei se isso é mesmo um ditado), então no mundo do empreendedorismo ele vale e muito. Por isso, empreendedoras conversam com os seus prestadores de serviço, para que o formato de trabalho atenda a ambos. Ah e, claro, nunca esquecer do atendimento que independente se for prestador de serviço ou cliente, tem ser o melhor.

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